<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815</id><updated>2012-02-16T03:28:23.503-08:00</updated><title type='text'>josé na educação</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-9114270913052029306</id><published>2011-04-07T07:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T05:19:33.746-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Código HTML&lt;br /&gt;Página de início&lt;br /&gt;&lt;a title="beruby.com - O Portal que compartilha os rendimentos" href="http://br.beruby.com/promocode/ukwTvs"&gt;&lt;img width="300" height="250" border="0" alt="beruby.com - O Portal que compartilha os rendimentos" src="http://br.beruby.com/images/banner/banner-beruby-300x250-pt-BR.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt; bb_bid = "1616131";&lt;br /&gt; bb_lang = "pt-BR";&lt;br /&gt; bb_keywords = "";&lt;br /&gt; bb_name = "custom";&lt;br /&gt; bb_limit = "4";&lt;br /&gt; bb_format = "bbd";&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://static.boo-box.com/javascripts/embed.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9STYVqqcAnU/TZ3IeSfCnzI/AAAAAAAAAdM/8amtwu-tyn0/s1600/frevo.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 254px; FLOAT: left; HEIGHT: 177px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592846734947688242" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-9STYVqqcAnU/TZ3IeSfCnzI/AAAAAAAAAdM/8amtwu-tyn0/s320/frevo.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;O frevo no carnaval Blocos de rua brincam nas ladeiras de Olinda. Em 1957, o frevo Evocação nº 1, de Nelson Ferreira, gravado pelo bloco Batutas de São José (o chamado frevo de bloco) invadiria o carnaval carioca derrotando a marchinha e o samba. O lançamento era da gravadora local, Mocambo, que se destacaria no registro de inúmeros frevos e em especial a obra de seus dois maiores compositores, Nelson (Heráclito Alves) Ferreira (1902-1976) e Capiba. Além de prosseguir até o número 7 da série Evocação, Nelson Ferreira teve êxitos como o frevo Veneza Brasileira, gravado pela sambista Aracy de Almeida e outros como No Passo, Carnaval da Vitória, Dedé, O Dia Vem Raiando, Borboleta Não É Ave, Frevo da Saudade. A exemplo de Nelson, Capiba também teve sucessos em outros estilos como a clássica valsa canção Maria Bethânia gravada por Nelson Gonçalves em 1943, que inspiraria o nome da cantora. Depois do referido É de Amargar, de 1934, primeiro lugar no concurso do Diario de Pernambuco, Capiba emplacou Manda Embora Essa Tristeza (Aracy de Almeida, 1936), e vários outros frevos que seriam regravados pelas gerações seguintes como De Chapéu de Sol Aberto, Tenho uma Coisa pra lhe Dizer, Quem Vai pro Farol é o Bonde de Olinda, Linda Flor da Madrugada, A pisada é essa, Gosto de Te Ver Cantando. Cantores como Claudionor Germano e Expedito Baracho se transformariam em especialistas no ramo. Um dos principais autores do samba-canção de fossa, Antônio Maria (Araújo de Morais, 1921-1964) não negou suas origens pernambucanas na série de frevos (do número 1 ao 3) que dedicou ao Recife natal. O gênero esfuziante sensibilizou mesmo a intimista bossa nova. De Tom Jobim e Vinicius de Moraes (Frevo) a Marcos e Paulo Sérgio Valle (Pelas Ruas do Recife) e Edu Lobo (No Cordão da Saideira) todos investiram no (com)passo acelerado que também contagiou Gilberto Gil a munir de guitarras seu Frevo Rasgado em plena erupção tropicalista. A baiana Gal Costa misturou frevo, dobrado e tintura funk (do arranjador Lincoln Olivetti) num de seus maiores sucessos, Festa do Interior (Moraes Moreira/Abel Silva) e a safra nordestina posterior não deixou a sombrinha cair. O pernambucano Carlos Fernando, autor do explosivo Banho de Cheiro, sucesso da paraibana Elba Ramalho, organizou uma série de discos intitulada Asas da América a partir do começo dos 1980.[7] &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-9114270913052029306?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/9114270913052029306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/o-frevo-no-carnaval-blocos-de-rua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/9114270913052029306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/9114270913052029306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/o-frevo-no-carnaval-blocos-de-rua.html' title=''/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9STYVqqcAnU/TZ3IeSfCnzI/AAAAAAAAAdM/8amtwu-tyn0/s72-c/frevo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3149516769543638119</id><published>2011-04-07T07:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T07:18:27.479-07:00</updated><title type='text'>Evolução dos seres vivos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-a4VNP37tEew/TZ3Hqlem4mI/AAAAAAAAAdE/zVwdESZZ3UQ/s1600/SEREIS%2BVIVOS.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; FLOAT: left; HEIGHT: 130px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592845846692946530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-a4VNP37tEew/TZ3Hqlem4mI/AAAAAAAAAdE/zVwdESZZ3UQ/s320/SEREIS%2BVIVOS.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Evolução é o processo através no qual ocorrem as mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espécies novas. Evidências da evolução A evolução tem suas bases fortemente corroboradas pelo estudo comparativo dos organismos, sejam fósseis ou atuais. Os tópicos mais importantes desse estudo serão apresentados de forma resumida. Homologia e analogia Por homologia entende-se semelhança entre estruturas de diferentes organismos, devida unicamente a uma mesma origem embriológica. As estruturas homólogicas podem exercer ou não a mesma função. O braço do homem, a pata do cavalo, a asa do morcego e a nadadeira da baleia são estruturas homólogicas entre si, pois todas têm a mesma origem embriológica. Nesses casos, não há similaridade funcional. Ao analisar, entretanto, a asa do morcego e a asa da ave, verifica-se que ambas têm a mesma origem embriológica e estão, ainda associadas á mesma função. A homologia entre estruturas de 2 organismos diferentes sugere que eles se originaram de um grupo ancestral comum, embora não indique um grau de proximidade comum, partem várias linhas evolutivas que originaram várias espécies diferentes, fala-se em irradiação adaptava. Homologia Mesma origem embriológica de estruturas de diferentes organismos, sendo que essas estruturas podem ter ou não a mesma função. As estruturas homólogas sugerem ancestralidade comum. A analogia refere-se à semelhança morfológica entre estruturas, em função de adaptação à execução da mesma função. As asas dos insetos e das aves são estruturas diferentes quanto à origem embriológica, mas ambas estão adaptadas à execução de uma mesma função: o vôo. São , portanto, estruturas análogas. As estruturas análogas não refletem por si sós qualquer grau de parentesco. Elas fornecem indícios da adaptação de estruturas de diferentes organismos a uma mesma variável ecológica. Quando organismos não intimamente aparentados apresentam estruturas semelhantes exercendo a mesma função, dizemos que eles sofreram evolução convergente. Ao contrário da irradiação adaptativa ( caracterizada pela diferenciação de organismos a partir de um ancestral comum. dando origem a vários grupos diferentes adaptados a explorar ambientes diferentes.) a evolução convergente ou convergência evolutiva é caracterizada pela adaptação de diferentes organismos a uma condição ecológica igual. assim, as formas do corpo do golfinho, dos peixes, especialmente tubarões, e de um réptil fóssil chamado ictiossauro são bastante semelhantes, adaptadas à natação. Neste caso, a semelhança não é sinal de parentesco, mas resultado da adaptação desses organismos ao ambiente aquático. O estudo comparado da embriologia de diversos vertebrados mostra a grande semelhança de padrão de desenvolvimento inicial. À medida que o embrião se desenvolve, surgem características individualizantes e as semelhanças diminuem. Essa semelhança também foi verificada no desenvolvimento embrionário de todos animais metazoários. Nesse caso, entretanto, quando mais diferentes são os organismos, menor é o período embrionário comum entre eles. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3149516769543638119?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3149516769543638119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/evolucao-dos-seres-vivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3149516769543638119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3149516769543638119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/evolucao-dos-seres-vivos.html' title='Evolução dos seres vivos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-a4VNP37tEew/TZ3Hqlem4mI/AAAAAAAAAdE/zVwdESZZ3UQ/s72-c/SEREIS%2BVIVOS.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-344095935742670302</id><published>2011-04-07T07:08:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T07:13:24.741-07:00</updated><title type='text'>ISLAMISMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Rhfbn9mSFao/TZ3GbRR8tVI/AAAAAAAAAc8/pargr63x9KI/s1600/ISLAMISMO.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 204px; FLOAT: left; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592844484061476178" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Rhfbn9mSFao/TZ3GbRR8tVI/AAAAAAAAAc8/pargr63x9KI/s320/ISLAMISMO.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;Islamismo O Islamismo foi fundado por Maomé, que nasceu em Meca (Arábia Saudita), no ano de 570 d.C. Segundo a tradição muçulmana, Maomé recebeu os fundamentos do Islã diretamente do arcanjo Gabriel, enviado por Deus para instruir o Profeta acerca de diversos preceitos religiosos, dogmáticos e morais. Estes se acham reunidos num livro sagrado, o Corão. Reza a tradição islâmica que "Alá é o único Deus e Maomé é seu Profeta". Apesar de sua origem ser explicada pela tese da revelação divina, o Islamismo agrupa e sintetiza elementos de diversas crenças. O uso da circuncisão, por exemplo, é herdado do Judaísmo, de onde provavelmente deriva também seu princípio monoteísta. A idéia de um Juízo Final é de caráter judaico-cristão. Ao mesmo tempo, o Islamismo admite o culto aos santos e a crença em espíritos, os djinn, que podem ser bons ou maus e que são originários de sistemas de crença mais primitivos. Além de ser uma religião, o Islã (que, ao pé da letra, significa "submissão à vontade de Deus") é também um sistema moral e político. Baseia-se na adoração de um único Deus, chamado de Alá, e ensina que, após a morte, os justos serão recompensados com a vida eterna no Paraíso. Os maus, por sua vez, serão condenados a padecer no fogo do Inferno. Ao mesmo tempo, o Corão afirma que o destino de cada homem é previamente traçado por Alá: "Estava escrito" é uma máxima que explica bem o imaginário islâmico. O muçulmano (como é designado o fiel do Islã) é obrigado a orar cinco vezes por dia, ajoelhado num tapete e voltado para Meca. Ele é proibido de cultuar imagens, pois isso é considerado como pecado de idolatria. E, pelo menos uma vez na vida, deve fazer uma peregrinação até Meca. Não há uma hierarquia dentro da tradição islâmica, com sacerdotes, bispos etc. As preces públicas são de responsabilidade de um dirigente, denominado imã, e os teólogos eruditos são chamados de Ulemás. Os templos muçulmanos são denominados mesquitas, e em seu interior somente os homens são admitidos. Essa tradição demonstra bem a postura islâmica com relação à mulher, que é conservada em posição inferior. Em países onde o Estado não proíbe a prática da poligamia, o muçulmano pode ter até quatro esposas, pois esse costume é permitido pelo Corão. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-344095935742670302?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/344095935742670302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/islamismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/344095935742670302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/344095935742670302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2011/04/islamismo.html' title='ISLAMISMO'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Rhfbn9mSFao/TZ3GbRR8tVI/AAAAAAAAAc8/pargr63x9KI/s72-c/ISLAMISMO.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-6549027026279627294</id><published>2010-08-09T06:37:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T09:18:23.729-07:00</updated><title type='text'>COMO SURGIU O DIA DO ESTUDANTE</title><content type='html'>&lt;a title="beruby.com - O Portal que compartilha os rendimentos" href="http://br.beruby.com/promocode/ukwTvs"&gt;&lt;img width="728" height="90" border="0" alt="beruby.com - O Portal que compartilha os rendimentos" src="http://br.beruby.com/images/banner/banner-beruby-728x90-pt-BR.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o Dia do Estudante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 11 de agosto do ano de 1827, o imperador dom Pedro 1º assinou um decreto imperial, que criava dois cursos de direito no Brasil. Um em Olinda (PE) e o outro em São Paulo (SP). As duas escolas tornaram-se muito importantes, formando gerações de juristas, intelectuais e políticos &lt;br /&gt;brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faculdade de Olinda foi instalada no Mosteiro de São Bento, e depois transferida para o palácio dos Governadores. A faculdade de direito de São Paulo nasceu no Convento de São Francisco, um edifício de taipa construído no século 17. As duas foram inauguradas com honras, presenças ilustres, tiros &lt;br /&gt;de artilharia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comemorações tinham razão de ser. Antes disso, não existiam faculdades no Brasil. Para fazer um curso superior, o aluno tinha que ter posses e viajar até a Europa. Estudava em Portugal, ou então na França, e voltava para o Brasil depois &lt;br /&gt;de formado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 11 de agosto de 1927 - cem anos depois da criação dos cursos jurídicos no Brasil - a data passou a homenagear todos os estudantes. É assim que todos os anos, pelo menos um dia, todos se lembram de homenagear aqueles que se esforçam todos os dias, estudando. E o que é estudar? É observar, é ensaiar, memorizar, usar a inteligência, exercitar-se, pensar, conhecer, analisar. Também é se conhecer melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6549027026279627294?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6549027026279627294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/08/como-surgiu-o-dia-do-estudante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6549027026279627294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6549027026279627294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/08/como-surgiu-o-dia-do-estudante.html' title='COMO SURGIU O DIA DO ESTUDANTE'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8688979487212265372</id><published>2010-08-09T06:25:00.000-07:00</published><updated>2010-08-09T06:26:55.798-07:00</updated><title type='text'>seja bem vindo</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;script language="Javascript" src="http://contador.multisistemas.biz/contaj.php?usuario=joseeduc" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8688979487212265372?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8688979487212265372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/08/seja-bem-vindo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8688979487212265372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8688979487212265372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/08/seja-bem-vindo.html' title='seja bem vindo'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3638212882366912055</id><published>2010-06-08T18:08:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T18:16:33.550-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (SOBRE AUFABETIZAÇÃO)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7raJamqwI/AAAAAAAAAZ0/VLpsEpWjPLg/s1600/GRAFICO+DE+PESQUISA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 211px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7raJamqwI/AAAAAAAAAZ0/VLpsEpWjPLg/s320/GRAFICO+DE+PESQUISA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480576630993103618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;UNIVERCSIDADEVALE DO ACARAÚ-UVA       &lt;br /&gt;LICECIATURA PLENA EM PEDAGOGIA       &lt;br /&gt;NUCLEO EDUCACIONAL COLÉGIO VERA CRUZ      &lt;br /&gt; 100 PESSOAIS ENTREVISTADA      &lt;br /&gt;QUAL A DEFICULDADE QUE VOCÊ       &lt;br /&gt;ENCOTROU DENTRO DA SOCIEDADE POR NÃO SER ALFABETIZADO?       &lt;br /&gt; POCENTAGEM      &lt;br /&gt; pessoas no supermercado  por não saber ler a  bula do remédio   por não saber ler ônibus      &lt;br /&gt;65 25 10  PESQUISA SOBRE ALFABETIZAÇÃO   &lt;br /&gt; 65%      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; 25%      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; 10%      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;NA SUA FAMÍLIA EXISTE PRECONCEITO       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;NÃO SIM      &lt;br /&gt;75 25      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; 75%      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; 25%      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;O QUE EMPEDIU DE VOCÊ SER ALFABETIZADO NA INFÂNCIA       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;FALTA DE RECURSOS  OS PAIS COLOCOU PRA TRABALHA      &lt;br /&gt;20 80      &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt; 20%      &lt;br /&gt; 80%&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3638212882366912055?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3638212882366912055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-sobre-aufabetizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3638212882366912055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3638212882366912055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-sobre-aufabetizacao.html' title='TRABALHO ESCOLAR (SOBRE AUFABETIZAÇÃO)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7raJamqwI/AAAAAAAAAZ0/VLpsEpWjPLg/s72-c/GRAFICO+DE+PESQUISA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-81510176521842420</id><published>2010-06-08T18:05:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T18:08:44.384-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (TEORIA DE VYGOTSKY)</title><content type='html'>Vygotsky pensam que o desenvolvimento do indivíduo implica não somente em mudanças quantitativas, mas sim, em transformações qualitativas do pensamento. Ambos reconhecem o papel da relação ente o indivíduo e a sociedade e, em Vygotsky é esta relação que determina o desenvolvimento do indivíduo.&lt;br /&gt;Ao desenvolver sua teoria, parece não ter pretendedo criar um modelo simples e de experiências cultural do adulto para a criança.&lt;br /&gt;Face a esse entendimento de Vygostky temos que nos perguntar, como professores, que tipos de ambientes de aprendizagem são mais adequados para gerar aprendizagens e favorecer o desenvolvimento da criança.&lt;br /&gt;Vygotsky tem uma visão sócio-construtivista do desenvolvimento com ênfase no papel do ambiente social no desenvolvimento e na aprendizagem; a aprendizagem se dá em colaboração entre as crianças e entre elas e os adultos.&lt;br /&gt;Colocando de outra forma, para Vygotsky a aprendizagem é produto da ação dos adultos que fazem a mediação no processo de aprendizagem das crianças. &lt;br /&gt;Neste processo de mediação, o adulto usa ferramentas culturais tais como a linguagem e outros meios, e muito mais que ser um processo de assimilação e acomodaçã                                                                                                      Resumindo: Vygotsky nos fornece uma pista, sobre o papel da ação docente: o professor é o mediador da aprendizagem do aluno, facilitando-lhe o domínio e a apropriação dos diferentes instrumentos culturais. Mas, a ação docente somente terá sentido se for realizada no plano da Zona de Desenvolvimento Proximal. Isto é, o professor constitui-se na pessoa mais competente que precisa ajudar o aluno na resolução de problemas que estão fora do seu alcance, desenvolvendo estratégias para que pouco a pouco possa resolvê-las de modo independente.&lt;br /&gt;É preciso que a Escola e seus educadores atentem que não tem como função ensinar aquilo que o aluno pode aprender por si mesmo e sim, potencializar o processo de aprendizagem do estudante. A função da Escola é fazer com que os conceitos espontâneos, informais, que as crianças adquirem na convivência social, evoluam para o nível dos conceitos científicos, sistemáticos e formais, adquiridos pelo ensino. Eis aí o papel mediador do docente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROCESSO EDUCACIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o processo educacional que tem como elementos consagrados o professor, o aluno, o sistema gestor e a família, institucionalizados na escola necessita de constantes ajustamentos á realidade externa, a fim de cumprir o seu papel na sociedade. &lt;br /&gt;            A educação informal é anterior á educação formal, sistematizada por isso se faz necessário valorizar e cultuar estes conhecimentos que formam e sustentam o ser humano, servindo de base para o desenvolvimento de uma educação sistematizada mais eficiente, devido a sua adequação à realidade. &lt;br /&gt;            Nessa perspectiva, para que a escola como uma instituição social, possa participar desse processo de desenvolvimento e transformação, necessita revisar e redefinir papéis até agora existentes,a fim de adaptar-se ás novas exigências sociais, transformando a educação escolar em um dos instrumentos de desenvolvimento individual, social, e econômico.&lt;br /&gt;A  importância de um processo educacional deve ser principalmente não só ao professor  e ao aluno mas, a um espaço de comunicação entre si,  que  estabelece um processo de ação partilhada, onde a  metodologia de ensino é fundamental  e importante para o alcance  do planejamentos dos alunos . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECIFE&lt;br /&gt;   UNIVERSIDADE VALE DO ACARAÚ-UVA&lt;br /&gt;   LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA&lt;br /&gt;    NÚCLEO EDUCACIONAL COLÉGIO VERA CRUZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FABÍOLA FERREIRA DE MORAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUAL A RELAÇÃO ENTRE AS REFERÊNCIAS TEORICAS DE VYGOTSKY E OS PROCESSOS EDUCACIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                     &lt;br /&gt;                                                                     &lt;br /&gt;                                                                                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECIFE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-81510176521842420?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/81510176521842420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-teoria-de-vygotsky.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/81510176521842420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/81510176521842420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-teoria-de-vygotsky.html' title='TRABALHO ESCOLAR (TEORIA DE VYGOTSKY)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8921165785043304979</id><published>2010-06-08T18:02:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T18:04:56.353-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (SOBRE FUTEBOL)</title><content type='html'>TRABALHO DE FISICA SOBRE FUTEBOL&lt;br /&gt;ALUNO:ALESSANDRO DA CRUZ&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente. &lt;br /&gt;Origem do futebol&lt;br /&gt;Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.&lt;br /&gt;O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol.&lt;br /&gt; O inglês Charles Miller : pai do futebol no Brasil&lt;br /&gt;História do Futebol : origens&lt;br /&gt;Origens do futebol na China Antiga&lt;br /&gt;Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.&lt;br /&gt;Origens do futebol no Japão Antigo&lt;br /&gt;No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.&lt;br /&gt;Origens do futebol na Grécia e Roma&lt;br /&gt;Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.&lt;br /&gt;O futebol na Idade Média&lt;br /&gt;Há relatos de um esporte muito parecido com o futebol, embora usava-se muito a violência. O Soule ou Harpastum era praticado na Idade Média por militares que dividiam-se em duas equipes : atacantes e defensores. Era permitido usar socos, pontapés, rasteiras e outros golpes violentos. Há relatos que mostram a morte de alguns jogadores durante a partida. Cada equipe era formada por 27 jogadores, onde grupos tinham funções diferentes no time: corredores, dianteiros, sacadores e guarda-redes.&lt;br /&gt;Na Itália Medieval apareceu um jogo denominado gioco del calcio. Era praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos extremos da praça. A violência era muito comum, pois os participantes levavam para campo seus problemas causados, principalmente por questões sociais típicas da época medieval. &lt;br /&gt;O barulho, a desorganização e a violência eram tão grandes que o rei Eduardo II teve que decretar uma lei proibindo a prática do jogo, condenando a prisão os praticantes. Porém, o jogo não terminou, pois integrantes da nobreza criaram um nova versão dele com regras que não permitiam a violência. Nesta nova versão, cerca de doze juízes deveriam fazer cumprir as regras do jogo.&lt;br /&gt;O futebol chega à Inglaterra&lt;br /&gt;Pesquisadores concluíram que o gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII. Na Inglaterra, o jogo ganhou regras diferentes e foi organizado e sistematizado. O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol. A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando. No ano de 1848, numa conferência em Cambridge, estabeleceu-se um único código de regras para o futebol. No ano de 1871 foi criada a figura do guarda-redes (goleiro) que seria o único que poderia colocar as mãos na bola e deveria ficar próximo ao gol para evitar a entrada da bola. Em 1875, foi estabelecida a regra do tempo de 90 minutos e em 1891 foi estabelecido o pênalti, para punir a falta dentro da área. Somente em 1907 foi estabelecida a regra do impedimento.&lt;br /&gt;O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885 e no ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário. &lt;br /&gt;No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo.&lt;br /&gt;Em 1888, foi fundada a Football League com o objetivo de organizar torneios e campeonatos internacionais.&lt;br /&gt;No ano de 1904, foi criada a FIFA ( Federação Internacional de Futebol Association ) que organiza até hoje o futebol em todo mundo. É a FIFA que organiza os grandes campeonatos de seleções ( Copa do Mundo ) de quatro em quatro anos. Em 2006, aconteceu a Copa do Mundo da Alemanha, que teve a Itália como campeã e a França como vice.A FIFA também organiza campeonatos de clubes como, por exemplo, a Copa Libertadores da América, Copa da UEFA, Liga dos Campeões da Europa, Copa Sul-Americana, entre outros.&lt;br /&gt; Bola de futebol : final do século XIX&lt;br /&gt;História do Futebol no Brasil&lt;br /&gt;Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.&lt;br /&gt;O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.&lt;br /&gt;O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.&lt;br /&gt;No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.&lt;br /&gt;Em 1950, a Copa do Mundo foi realizada no Brasil, sendo que a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1). Em 2014, a Copa do Mundo de Futebol será realizada novamente no Brasil.&lt;br /&gt;Taça Jules Rimet foi o nome que recebeu o troféu disputado na Copa do Mundo da FIFA até 1970. Nessa edição, o Brasil a ganhou em definitivo por ter conquistado o campeonato pHistórico&lt;br /&gt;O oferecimento de uma taça foi proposto no Congresso da FIFA, ocorrido em 28 de maio de 1928, pelo seu Comitê Executivo, como recompensa pela conquista da primeira Copa do Mundo de Futebol.&lt;br /&gt;O então presidente da Federação, Jules Rimet, ordenou que um troféu fosse feito, em ouro. Para a confecção da taça Coupe du Monde foi contratado o artesão francês Abel Lafleur, ficando pronta em abril de 1929. Um novo Congresso da entidade, realizado em Luxemburgo, a 1 de julho de 1946, decidiu que o nome da taça homenagearia seu idealizador, passando desde então a chamar-se Taça Jules Rimet.&lt;br /&gt;Ainda por sugestão de seu idealizador, sua posse definitiva ficaria com o país que conseguisse vencer um total de três edições da Copa - algo que reputou extremamente difícil, imaginando que nenhum país fosse capaz de atingir esta marca, senão após muito tempo.&lt;br /&gt;Durante a Segunda Guerra Mundial as Copas deixaram de ser realizadas. O troféu foi então escondido na própria casa de um desportista italiano, de nome Otorino Barassi.&lt;br /&gt;Hoje a taça roubada no Brasil que pesava 3,8kg de ouro, seria avaliada em R$ 784.000.&lt;br /&gt;ela terceira vez.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  A Taça Jules Rimet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8921165785043304979?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8921165785043304979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-sobre-futebol.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8921165785043304979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8921165785043304979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-sobre-futebol.html' title='TRABALHO ESCOLAR (SOBRE FUTEBOL)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-742115727802079650</id><published>2010-06-08T17:57:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T18:01:58.882-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (DESEMPREGO NO BRASIL)</title><content type='html'> &lt;br /&gt;DESEMPREGO NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O Brasil  lidera  o  ranking de maior  proporção  de  jovens entre  os  desempregados  em uma  lista  de  10  países,  que inclui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argentina          Estados Unidos&lt;br /&gt;México               Grã-Bretanha&lt;br /&gt;Suécia               Espanha&lt;br /&gt;Itália .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As escolas não estão conseguindo formar profissionais preparados para as novas características do mercado de trabalho, hoje globalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ESTUDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM MENOS ESTUDA, MAIS TEMPO PASSA DESEMPREGADO! E PRECISO SE RECICLAR SEMPRE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÃO DE OBRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Devido a falta de especialização das pessoas, as vezes sobram vagas no marcado de trabalho.&lt;br /&gt;  As empresas buscam profissionais capacitados, com cursos técnicos profissionalizante, nem mesmo ter uma faculdade no currículo está ajudando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPORTUNIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quando as pessoas não contam com a chance de trabalhar, acabam sendo afetadas por outros problemas sociais e a nação não progride!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESEMPREGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O desemprego causa problemas para o desempregado, para a família e para o Estado. O cidadão sente-se inseguro, indigno e inútil para o mundo social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROJETOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Mas já existem alguns projetos para colaborar contra o desemprego, como o programa FORMARE da Fundação IOCHE, criado em 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  É um projeto de educação profissional, voltado para jovens com renda inferior a meio salário. Com cursos de operadores metalúrgicos: serviços de assistentes de produção e logística.&lt;br /&gt;  São para empresas de pequeno e médio porte que tenham acima de 300 funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Hoje esse projeto conta com 48 empresas de parceiras e mobiliza 4 mil educadores voluntários. Colocou cerca de 5 mil jovens no mercado de trabalho. Já beneficiou 6,5 mil pessoas em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS CAUSAS DOS DESEMPREGOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Escolaridade&lt;br /&gt;• Preconceito&lt;br /&gt;• Crescimento&lt;br /&gt;populacional&lt;br /&gt;• Nova tecnologia&lt;br /&gt;• O governo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESEMPREGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Diante de tudo isso o desemprego acarreta a marginalização, a violência, a miséria e a fome em um país tão rico em recursos naturais! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;As pessoas passam por humilhações, são desvalorizadas a injustiças para não perderem os empregos.&lt;br /&gt;  Muitas escolhem abandonar o próprio país para conseguir sobreviver lá fora, e irem buscar seus ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“SOMOS HEROI E HEROÍNAS”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ser herói é lutar pela vida, usando como arma apenas o salário mínimo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-742115727802079650?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/742115727802079650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-desemprego-no-brasil.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/742115727802079650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/742115727802079650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-desemprego-no-brasil.html' title='TRABALHO ESCOLAR (DESEMPREGO NO BRASIL)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8823529708745809251</id><published>2010-06-08T17:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-08T17:55:50.187-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (A  ARTE NO EGITO ANTIGO)</title><content type='html'>A arte no Egito Antigo na Mesopotâmia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do rio Nilo e principalmente na região norte -- o Delta - ; e na região sul dos rios Eufrates e Tigre, desenvolveram-se as primeiras civilizações. No Egito desenvolveu-se um povo com uma cultura bastante peculiar, pois na maior parte de sua história manteve pouco contato com outras civilizações. Na mesopotâmia desenvolveram diversas civilizações e portanto podemos encontrar uma manifestação cultural um pouco mais diversificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto não espere encontrar grandes diferenças, pois a cultura dos povos da Antigüidade Oriental foi caracterizada pelo pragmatismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pragmatismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideramos uma cultura como pragmática quando o comportamento , a produção intelectual ou artística de um povo é determinada por sua utilidade. Os homens dessas civilizações possuíam uma mentalidade voltada exclusivamente voltada para a praticidade e, do ponto de vista artístico, realizaram obras que pudessem ter utilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa utilidade não é necessariamente material, pode ser ideológica, política ou religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: Os arquitetos que projetaram os grandes palácios e templos não pretendiam a fama, ou mostrar que eram mais engenhosos que outros. A dimensão do palácio, a altura de uma porta, possuía uma finalidade: mostrar àqueles que se aproximavam a grandiosidade do poder, ou seja, perto de um palácio ou templo o homem sente-se pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo a produção de objetos de luxo -- braceletes, colares, ou vestimentas com tecidos finos -- serviam para a distinção social e ao mesmo tempo utilizavam-se de referências religiosas ou militares, ou seja, possuíam uma utilidade ideológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grandiosidade foi a característica marcante na arquitetura de egípcios e mesopotâmicos, refletindo a força do Estado Teocrático. As principais obras foram Palácios e Templos, que representavam o poder da elite dessas duas regiões: a nobreza e os sacerdotes. No Egito destaca-se ainda a construção de túmulos, uma vez que os egípcios acreditavam na vida após a morte, e por isso os faraós e os membros da elite eram enterrados em grandes túmulos, levando consigo vários objetos e inclusive serviçais para a nova vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto é que encontramos as pirâmides, construções monumentais que atraem e fascinam qualquer indivíduo até hoje, inclusive pelo misticismo que as envolvem. Para a maioria das pessoas falar em Egito é pensar em pirâmides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seria sua reação se um amigo lhe dissesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei uma semana de férias no Egito, mas não fui conhecer as pirâmides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece algo impossível !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessa fascinação é bom lembrar-mos que as pirâmides serviram de túmulos para alguns faraós. Poucos. A construção de pirâmides no Egito foi uma exceção em sua longa história. Como os faraós eram enterrados com grande riqueza, as pirâmides passaram a ser alvo de ladrões, fazendo com que fosse abandonada a idéia de novas construções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, foram construídos os hipogeus, túmulos subterrâneos, cobertos pela terra. As grandes obras foram construídas com pedras, o que em parte explica sua longa duração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Mesopotâmia destaca-se a construção de Zigurates, grandiosos templos, na forma de sacadas e com escadarias nas laterais. Nos zigurates ou ao seu redor desenvolvia-se a atividade comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucas obras da arquitetura mesopotâmica sobreviveram ao tempo, ou por que na sua maioria eram construídas com tijolos de barro, ou devido as inúmeras guerras vividas pela região. As principais obras sobreviventes são de origem Persa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escultura egipcia pretendeu obter a eternização do homem. A estatuária desenvolveu um processo de representação que pudesse preservar a imagem do Faraó ou de nobres importantes após a morte. Essa tendência ao realismo na forma em parte se deve a crença na vida após a morte. As obras mais importantes conhecidas são os bustos da rainha Nefertite, considerada uma das mulheres mais belas da história universal. Porém não foi sua beleza que inspirou os artístas da época, mas sua realeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais estátuas da região da mesopotâmia representam homens em pé, e são chamadas de "oradores", onde destacam-se a face e principalmente os olhos. No entanto, os relevos foram a principal expressão artística da região, não só pelas carcterísticas artísticas, mas para a compreensão da história e da religiosidade dos povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ourivesaria egípcia utilizou-se principalmente do ouro, prata e pedras. Os materiais produzidos eram utilizados por elementos da corte e possuíam a função de talismãs. Os templos e túmulos também eram decorados com pedras preciosas e objetos de ouro com inscrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesopotâmia a ourivesaria era uma das atividades artísticas mais importantes e apesar das guerras e dos constantes saques que ocorreram na região, tesouros de alguns reis foram preservados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estatuetas de cobre, colares e braceletes, assim como utensílios trabalhados em ouro e prata com incrustações de pedras eram muito comuns, e com estilos variados dada a diversidade de povos que ocupou a região. As obras persas refletem ainda certa influência da cultura grega, dado o naturalismo que possuem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8823529708745809251?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8823529708745809251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8823529708745809251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8823529708745809251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar.html' title='TRABALHO ESCOLAR (A  ARTE NO EGITO ANTIGO)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-4334288057134045878</id><published>2010-06-08T17:18:00.001-07:00</published><updated>2010-06-08T17:56:29.690-07:00</updated><title type='text'>TRABALHO ESCOLAR (DESCOBERTA ASTÔMICAS)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7jBC0iA-I/AAAAAAAAAZk/Pqb23h0yLI8/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0028.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480567403633050594" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7jBC0iA-I/AAAAAAAAAZk/Pqb23h0yLI8/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0028.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7i7kz98PI/AAAAAAAAAZc/JsRbk2_3iwc/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0027.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480567309678276850" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7i7kz98PI/AAAAAAAAAZc/JsRbk2_3iwc/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0027.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iu2M3BkI/AAAAAAAAAZM/7eAjlnjEtAI/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0026.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480567091007784514" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iu2M3BkI/AAAAAAAAAZM/7eAjlnjEtAI/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0026.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7ieAh-VUI/AAAAAAAAAY0/msNfehB0XcE/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0024.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480566801722922306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7ieAh-VUI/AAAAAAAAAY0/msNfehB0XcE/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0024.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iT6ZAJRI/AAAAAAAAAYk/xuHBfd0Fnbk/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0022.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480566628275987730" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iT6ZAJRI/AAAAAAAAAYk/xuHBfd0Fnbk/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0022.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iH6ADr9I/AAAAAAAAAYU/4wtGjpH1QDM/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0021.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480566422012932050" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7iH6ADr9I/AAAAAAAAAYU/4wtGjpH1QDM/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0021.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7h8nu6luI/AAAAAAAAAYE/9OkLkAtrk00/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0019.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480566228130633442" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7h8nu6luI/AAAAAAAAAYE/9OkLkAtrk00/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0019.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7h37tdRPI/AAAAAAAAAX8/qfNwlNaT9kg/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0018.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480566147593880818" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7h37tdRPI/AAAAAAAAAX8/qfNwlNaT9kg/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0018.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hi2lni-I/AAAAAAAAAXk/LHSaq6o5UTw/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0016.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565785441569762" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hi2lni-I/AAAAAAAAAXk/LHSaq6o5UTw/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0016.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hVFiczRI/AAAAAAAAAXU/bMpfQrpjFYw/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0015.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565548936645906" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hVFiczRI/AAAAAAAAAXU/bMpfQrpjFYw/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0015.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hPSVC6hI/AAAAAAAAAXM/rgOxfcyH5wk/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0014.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565449290869266" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hPSVC6hI/AAAAAAAAAXM/rgOxfcyH5wk/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0014.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hKNZi9kI/AAAAAAAAAXE/AS8kEAHBooE/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0013.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565362068223554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hKNZi9kI/AAAAAAAAAXE/AS8kEAHBooE/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0013.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hEw3gEkI/AAAAAAAAAW8/9v1nd7GVmxA/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0012.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565268509889090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7hEw3gEkI/AAAAAAAAAW8/9v1nd7GVmxA/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g_ZecnXI/AAAAAAAAAW0/ynHQk5tKFk0/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0011.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565176331443570" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g_ZecnXI/AAAAAAAAAW0/ynHQk5tKFk0/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g7XFOhPI/AAAAAAAAAWs/orFkwNkv4cY/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0010.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565106969314546" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g7XFOhPI/AAAAAAAAAWs/orFkwNkv4cY/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0010.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g2xbPFxI/AAAAAAAAAWk/nWIWt-z0lpI/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0009.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480565028141602578" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7g2xbPFxI/AAAAAAAAAWk/nWIWt-z0lpI/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0009.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gy6BABfI/AAAAAAAAAWc/mrZQLac6-dU/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0008.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564961728005618" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gy6BABfI/AAAAAAAAAWc/mrZQLac6-dU/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0008.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gtqldDhI/AAAAAAAAAWU/qxH-RlUKXXk/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0007.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564871686589970" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gtqldDhI/AAAAAAAAAWU/qxH-RlUKXXk/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0007.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7goEkPGgI/AAAAAAAAAWM/vjvqD91ftfQ/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0007.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564775581587970" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7goEkPGgI/AAAAAAAAAWM/vjvqD91ftfQ/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0007.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gfgqjBRI/AAAAAAAAAV8/sinZtEl1EmU/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0005.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564628505429266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gfgqjBRI/AAAAAAAAAV8/sinZtEl1EmU/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0005.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gXr0tMyI/AAAAAAAAAV0/hbr0fQb7ZR4/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0004.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564494061876002" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gXr0tMyI/AAAAAAAAAV0/hbr0fQb7ZR4/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0004.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gTTVPavI/AAAAAAAAAVs/uRZLQbvPdc4/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0003.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564418767973106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7gTTVPavI/AAAAAAAAAVs/uRZLQbvPdc4/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0003.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7f68J0W_I/AAAAAAAAAVk/2CcD8AtgiZ4/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0002.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480564000229186546" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7f68J0W_I/AAAAAAAAAVk/2CcD8AtgiZ4/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7f2Nu9ZUI/AAAAAAAAAVc/PXwIkIRtfu4/s1600/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0001.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480563919049024834" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7f2Nu9ZUI/AAAAAAAAAVc/PXwIkIRtfu4/s320/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-4334288057134045878?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/4334288057134045878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-descoberta-astomicas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4334288057134045878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4334288057134045878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/06/trabalho-escolar-descoberta-astomicas.html' title='TRABALHO ESCOLAR (DESCOBERTA ASTÔMICAS)'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/TA7jBC0iA-I/AAAAAAAAAZk/Pqb23h0yLI8/s72-c/TRABALHO+SOBRE+DESCOB_0028.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3668034437485687234</id><published>2010-01-09T14:19:00.000-08:00</published><updated>2010-01-09T14:21:56.030-08:00</updated><title type='text'>NAVEGAR GANHANDO DINHEIRO</title><content type='html'>&lt;a class="LinkFormGrey" href="http://br.beruby.com/promocode/ukwTvs"&gt;http://br.beruby.com/promocode/ukwTvs&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3668034437485687234?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3668034437485687234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/01/navegar-ganhando-dinheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3668034437485687234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3668034437485687234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2010/01/navegar-ganhando-dinheiro.html' title='NAVEGAR GANHANDO DINHEIRO'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-6725803745669849877</id><published>2009-09-16T04:29:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T04:32:18.068-07:00</updated><title type='text'>Como comprar uma bicicleta</title><content type='html'>google_protectAndRun("render_ads.js::google_render_ad", google_handleError, google_render_ad);&lt;br /&gt;Comprar uma bicicleta, é uma das formas mais saudáveis de economizar dinheiro e melhorar a saúde. Com estes equipamentos consegue fazer exercícios cardiovasculares e trabalhar uma grande parte do seu corpo.&lt;br /&gt;Mas comprar uma bicicleta não é uma tarefa assim tão simples, deverá ter em consideração vários factores, incluíndo o estilo da bicicleta e o tipo de uso que lhe pretende dar.&lt;br /&gt;Um dos factores a ter em conta é o custo de uma bicicleta, que pode variar de algumas dezenas até milhares de euros. Por isso necessita de saber o que pretende alcançar com este equipamento. Por exemplo, não precisa de comprar as bicicletas mais caras, se apenas quer dar uns passeios ao fim de semana.&lt;br /&gt;Depois de saber para que quer a bicicleta, deverá analisar o estilo da mesma e as especificações. Existem muitos estilos, mas os principais são:&lt;br /&gt;- Bicicletas de estrada, que são usadas em alcatrão e são construídas para velocidade. Os pneus são muito finos e toda a estrutura é bastante aerodinâmica. Não é adequada para pisos deficientes, com muitos buracos.&lt;br /&gt;- Bicicletas de montanha, que são usadas pela sua performance em vários pisos. Os pneus são largos e a estrutura é bastante resistente, para suportar quedas e acidentes de percurso. As melhores bicicletas de montanha vêm com amortecedores para absorver o impacto das estradas deficientes. Estas bicicletas são adequadas para qualquer tipo de objectivo, seja para se deslocar para o emprego ou para subir serras em estradas de terra, nos fins de semana.&lt;br /&gt;O factor seguinte a ter em consideração é o encaixe que a bicicleta proporciona. Existem bicicletas muito altas, e outras muito baixas. O melhor é experimentar vários tamanhos e testar o conforto.&lt;br /&gt;Uma das formas de poupar dinheiro na compra de uma bicicleta é procurar alguém que, não resistindo ao impulso da compra, tenha comprado uma bicicleta bastante boa, e já não lhe dê utilidade (o que é frequente, nos consumidores impulsivos). Poderá conseguir a um baixo custo comprar uma bicicleta muito boa.&lt;br /&gt;As bicicletas proporcionam muita diversão e muito exercício físico, são excelentes equipamentos para ter em qualquer garagem. Com estas dicas, fica a saber como comprar uma bicicleta que se adapte a si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6725803745669849877?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6725803745669849877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/como-comprar-uma-bicicleta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6725803745669849877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6725803745669849877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/como-comprar-uma-bicicleta.html' title='Como comprar uma bicicleta'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-720150686537853819</id><published>2009-09-16T04:26:00.001-07:00</published><updated>2009-09-16T04:26:58.107-07:00</updated><title type='text'>De Onde Vem o Dinheiro</title><content type='html'>A altura ideal para ensinar como poupar dinheiro às crianças é quando elas começam a reparar na existência do dinheiro nas suas vidas. Para uns é mais cedo, para outros é mais tarde.&lt;br /&gt;Saiba também como &lt;a title="ensinar cedo sobre dinheiro aos seus filhos" href="http://poupardinheiro.info/2009/06/05/ensinar-sobre-dinheiro-aos-filhos/"&gt;ensinar cedo sobre dinheiro aos seus filhos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Algumas regras sobre finanças para ensinar às crianças, incluem os seguintes temas.&lt;br /&gt;De Onde Vem o Dinheiro&lt;br /&gt;Para uma criança, o dinheiro vem do bolso dos pais, por magia, como o pai natal. Sem lhes ensinar outra coisa, é normal que pensem assim porque vêem que o dinheiro aparece sempre do bolso ou da carteira do pai ou da mãe.&lt;br /&gt;Quando eles não entendem porque é você não pode comprar tudo o que eles querem, não diga que o dinheiro não nasce nas árvores. Sente-se com o seu filho e explique-lhe como é que funciona o básico do dinheiro. Você trabalha e ganha uma quantidade limitada de dinheiro, que depois utiliza para comprar os produtos para a família.&lt;br /&gt;Mesmo as crianças numa tenra idade começam a entender que os pais não podem gastar mais dinheiro do que ganham. Explique-lhes que recebe todos os meses e que esse dinheiro tem de durar para esse mês, além de poupar o que sobra.&lt;br /&gt;Quando eles tiverem uma mesada, ensine-lhes como fazer &lt;a title="poupança" href="http://poupardinheiro.info/2008/12/19/conselhos-de-financas-pessoais-poupanca/"&gt;poupança&lt;/a&gt; de parte desse dinheiro. Ajude-os a criar um budget e a estabelecer objectivos, como por exemplo &lt;a title="comprar uma bicicleta" href="http://poupardinheiro.info/2008/04/08/como-comprar-uma-bicicleta/"&gt;comprar uma bicicleta&lt;/a&gt; ao fim de 6 meses, com o dinheiro que poupam.&lt;br /&gt;Aproveitar a Idade Para Beneficiar o Seu Filho&lt;br /&gt;Se investir regularmente numa conta com taxas de juro interessantes, desde os quatro ou cinco anos até que ele saia de casa, conseguirá rendimentos que farão do seu filho milionário quando chegar à reforma.&lt;br /&gt;O dinheiro é demasiado importante na vida das pessoas para que estas não estejam preparadas para enfrentar os desafios, por isso educar as crianças a poupar dinheiro é um dos melhores contributos que pode dar para o desenvolvimento dos seus filhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-720150686537853819?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/720150686537853819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/de-onde-vem-o-dinheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/720150686537853819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/720150686537853819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/de-onde-vem-o-dinheiro.html' title='De Onde Vem o Dinheiro'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-6168823148482478828</id><published>2009-09-16T04:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-16T04:25:56.279-07:00</updated><title type='text'>Ensinar Sobre Dinheiro Aos Filhos</title><content type='html'>É de pequeno que se molda o comportamento e personalidade de uma pessoa, por isso é importante falar com os seus filhos sobre o valor que o dinheiro terá nas suas vidas.&lt;br /&gt;Este artigo tem algumas dicas para conseguir fazer isso facilmente.&lt;br /&gt;Preparação Da Conversa Com as Crianças&lt;br /&gt;Deverá falar com o seu companheiro antes de falar com a criança, para que decidam como abordar estes assunto e falarem apenas a uma voz. Não é bom a mãe explicar que é bom recorrer ao crédito e o pai dizer que não é.&lt;br /&gt;Prepare algumas questões sobre dinheiro aos seus filhos, porque ficará a conhecer melhor o nível em que eles se encontram, além de demonstrar que se preocupa com a opinião que eles têm.&lt;br /&gt;Ensinar o Valor Do Dinheiro&lt;br /&gt;As escolas deveriam ter as &lt;a title="finanças pessoais" href="http://poupardinheiro.info/temas/financas-pessoais/"&gt;finanças pessoais&lt;/a&gt; como parte da formação básica das crianças, da mesma forma que tem a leitura, escrita e matemática.&lt;br /&gt;Os jovens saem muito mal preparados, em termos de conhecimentos financeiros, das escolas e isso reflecte-se nos erros que cometem mais tarde.&lt;br /&gt;Se não forem os pais a educarem os filhos nesta área, é mais provável que eles não tenham capacidade de gerir as suas economias. Por isso a responsabilidade nesta área é grande.&lt;br /&gt;Conversar o Mais Cedo Possível&lt;br /&gt;Deverá ir ensinando os seus filhos, o mais cedo possível, sobre o valor que o dinheiro tem na sociedade.&lt;br /&gt;Deverá ter também objectivos a curto e longo prazo, como sejam as capacidades para poupar dinheiro, procurar antes de comprar, significados de investimento. Nesta altura deverá explicar-lhes que não podem ter tudo o que querem, porque o dinheiro é limitado e tem de ser bem gerido.&lt;br /&gt;Ensine-os também a fazerem um &lt;a title="orçamento pessoal" href="http://poupardinheiro.info/2008/01/03/como-fazer-um-orcamento-pessoal/"&gt;orçamento pessoal&lt;/a&gt; dos seus rendimentos destas idades, como é o caso da mesada atribuída, presentes de familiares, etc.&lt;br /&gt;Explique-lhe detalhadamente como funciona o &lt;a title="endividamento" href="http://poupardinheiro.info/2008/09/04/sinais-de-alerta-de-endividamento/"&gt;endividamento&lt;/a&gt; e como prevenir que ele apareça no futuro. Mostre-lhes a importância de terem um &lt;a title="fundo de emergência" href="http://poupardinheiro.info/2008/05/10/comecar-um-fundo-de-emergencia/"&gt;fundo de emergência&lt;/a&gt; para assegurar a sua segurança financeira.&lt;br /&gt;Estas conversas para ensinar sobre dinheiro aos seus filhos são essenciais para que eles tenham um futuro financeiro descansado. &lt;a title="de onde vem o dinheiro" href="http://poupardinheiro.info/2009/06/06/poupar-dinheiro-para-criancas/"&gt;Ensine-lhes também de onde vem o dinheiro&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6168823148482478828?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6168823148482478828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/ensinar-sobre-dinheiro-aos-filhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6168823148482478828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6168823148482478828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/09/ensinar-sobre-dinheiro-aos-filhos.html' title='Ensinar Sobre Dinheiro Aos Filhos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3605882601609451550</id><published>2009-08-22T14:47:00.001-07:00</published><updated>2009-08-29T18:51:38.933-07:00</updated><title type='text'>COMO FAZER UM CURRICULUM VITAE</title><content type='html'>CURRICULUM VITAE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DADOS PESSOAIS&lt;br /&gt;Nome:&lt;br /&gt;CPF:                                                                           RG:&lt;br /&gt;Data de nascimento:                                                Sexo:&lt;br /&gt;Endereço&lt;br /&gt;CEP:&lt;br /&gt;E-MAIL:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                      UF: PE&lt;br /&gt;Estado civil:&lt;br /&gt;Nome do cônjuge:&lt;br /&gt;Dependentes: filho ( )&lt;br /&gt;((Telefone: (081) (                     ) Celular (081) (                      )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filiação:&lt;br /&gt;Formação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grau completo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência Profissional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresa:&lt;br /&gt;Função:&lt;br /&gt;Crescer sempre, atender cada vez melhor, resolver ofuturo hoje, apartir das ações do presente!Quem não vive para servir, não serve para viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3605882601609451550?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3605882601609451550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/httpwww_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3605882601609451550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3605882601609451550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/httpwww_22.html' title='COMO FAZER UM CURRICULUM VITAE'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3357566254297111542</id><published>2009-08-14T19:19:00.001-07:00</published><updated>2009-08-29T19:22:20.727-07:00</updated><title type='text'>MOTIVAÇÃO E SUCESSO EM VENDAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Motivação&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#009900;"&gt;e sucesso em vendas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É impossível ter sucesso em vendas sem motivação. Um vendedor sem motivação perde o poder de persuasão e não consegue mostrar para o cliente, com entusiasmo, as vantagens e os benefícios que o seu produto oferece. Seguem 5 dicas para obter sucesso e potencializar a sua motivação em vendas:&lt;br /&gt;1. Se apaixone por vendas e o sucesso estará ao seu alcance — Sentir prazer e orgulho em vender é o primeiro e o mais importante passo que o vendedor deve dar para chegar ao sucesso. O que representa para você ser um vendedor? Você gosta de se relacionar com pessoas? Sente prazer em resolver os problemas dos clientes? Acorda feliz para ir trabalhar? Pensa no sucesso do cliente antes do seu? Se as respostas forem positivas, você é um apaixonado por vendas. O vendedor que tem paixão por vendas demonstra crença no seu produto, na sua proposta e, principalmente, nele mesmo.&lt;br /&gt;2. Evite a desmotivação — Não deixe que detalhes desagradáveis no seu dia comprometam a sua vontade de vender, de atingir as suas metas, seus objetivos e realizações que estão propostas em sua mente. Uma pergunta: Você acredita em sucesso sem perseverança? Acha que o dia é feito só de momentos positivos? Se a resposta for não e você compreender que isto faz parte do processo de crescimento, a desmotivação irá desaparecer da sua vida.&lt;br /&gt;3. Promova a felicidade interna — Faça uma lista das coisas boas e ruins que você tem na vida. Provavelmente, terá uma ótima surpresa na coluna de coisas positivas e ela deve superar as negativas; portanto, coloque no papel e sinta todas as conquistas que foram realizadas com o seu esforço pessoal. “A felicidade está na somatória de pequenas conquistas diárias.”&lt;br /&gt;4. Busque a automotivação diariamente — O que mais lhe motiva em vender? Família? Crescimento profissional? Conquistas materiais? A satisfação do cliente? Superar objeções? Vencer as adversidades? Atingir as metas? Ser reconhecido como um grande vendedor? Pense nisso e coloque na sua agenda os principais motivos que fazem você buscar o sucesso em vendas e leia esse cheq-list de motivos todos os dias.&lt;br /&gt;5. Procure pensar na sua trajetória profissional — Lembra quando você começou a trabalhar com vendas ou na profissão que era exercida naquele determinado momento? Começou com medo, receio, dúvidas, insegurança e aos poucos foi entendendo as suas atividades, ganhou confiança, adquiriu experiência e foi vendo que era capaz de conseguir cumprir os seus objetivos profissionais. No decorrer de todo esse tempo, você aprendeu muitas coisas e hoje existe uma trajetória que eu espero que seja de conquistas, tanto pessoais como profissionais e isso deve servir de muito orgulho e satisfação para que você tenha na balança da motivação os aspectos positivos que foram alcançados no decorrer da sua vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;   &lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#3366ff;"&gt; A  REVOLUÇÃO  DOS  CAMPEÕES&lt;/span&gt;                O avanço da tecnologia tem contribuído de forma decisiva para acirramento da concorrência, face à diminuição dos postos de trabalho. Em contrapartida, há uma exigência cada vez maior quanto ao nível de capacitação profissional. Quanto mais habilidades forem desenvolvidas, maior a probabilidade de manter-se no mercado e assegurar a empregabilidade. Eis as cinco habilidades principais, apresentadas por empresários e executivos campeões: 1) Velocidade:   É fundamental ter velocidade, especialmente aquelas pessoas que já passaram dos 30 anos, porque no campeonato do mercado são obrigadas a enfrentar a concorrência dos jovens, extremamente ágeis e com sede de aprender; 2) Polivalência:  A exigência de capacitação para o desenvolvimento de várias atividades não significa o fim da especialização, mas o início da era dos multi-especialistas. Jô Soares é um exemplo de profissional polivalente: conhecedor de várias línguas, humorista, entrevistador, pianista, enfim, um artista completo, preparado para executar diversas atividades de forma satisfatória; 3) Visão:  O profissional precisa ter visão para enxergar e aproveitar as oportunidades. Não é necessário ser formado na Sorbonne para desenvolver esta habilidade, basta estar atento ao mercado, procurando identificar possíveis ameaças de concorrentes diretos ou indiretos, bem como vislumbrar  momentos favoráveis para investir e crescer. O presidente norte-americano George Washington dizia que o verdadeiro líder é aquele que consegue ver a árvore dentro da semente. De fato, hoje, o maior desafio dos campeões é enxergar nas crianças, jovens e novos funcionários os gerentes e diretores de amanhã; 4) Capacidade de Realização:  Para ser bem-sucedido, o profissional necessita conhecer profundamente o seu ramo de atividade e saber o que fazer nos momentos de maior dificuldade. Da mesma forma, o empresário não pode hesitar na hora de adotar as medidas necessárias para salvar sua empresa, ainda que sejam extremamente antipáticas. No caso do negócio ainda ser apenas um plano, um desejo ou um sonho, há que se lançar mão de todas as armas para concretizá-lo, mesmo que a princípio pareça impossível alcançar a meta estabelecida. Muitas pessoas alegam que não podem realizar seus desejos porque já estão velhas, mas se esquecem que um dos empresários mais bem-sucedidos do Brasil, Sr. Roberto Marinho, criou a maior rede de comunicação do País  (Rede Globo) após os 60 anos; 5) Entender de Gente:  Esta é uma habilidade fundamental, porque clientes, funcionários, fornecedores, chefes, todos são gente. Todos eles são seres humanos com dois botões: um para ligar e outro para desligar. Assim, se os seus clientes forem bem recebidos desde a entrada, eles se encantarão e permanecerão dando preferência aos seus serviços.                 Estas cinco habilidades são complementares e cada uma delas desempenha um papel-chave na composição do perfil do profissional-campeão.  Alguém que possua apenas três delas pode estar certo de que será demitido, se for funcionário, ou está para falir, se for acionista.   Já uma pessoa que está há mais de seis meses disponível no mercado (desempregado) não possui pelo menos três dessas habilidades.  &lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;QUATRO DICAS PARA O SUCESSO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1- O sucesso não é feito durante o expediente.                 Ele é construído a noite, quando você faz um curso, lê, estuda.  Vencer na carreira será conseqüência deste "esforço". Planejar e realizar os projetos, isto é fundamental para seu sucesso.  E depende de estudo, pesquisa. Hoje fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma "obrigação" de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais.  Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, e da educação. Portanto, nunca pare. 2- Aceite ser o pior aluno da classe.                 Fazer um curso do qual não entende muito, não é um problema e sim uma solução. Pense, no final do curso você estará dominando um assunto no qual até então, era um peixe fora d'água.  Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha em perguntar.  É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial, é "somar" cada vez mais capacidades, e isto só adquirido, absorvendo novidades. 3- Aceite ser um tolo.                 Quando você faz uma pós, um curso de especialização, ou seja o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite, e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o.   Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento.   Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total, e as reuniões tem de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais dar algo além do combinado, fará a diferença. 4- Trabalhe com Campeões.                 Os campeões, vão te ensinar a ser campeão.  Os medianos vão te ajudar a "quebrar galhos", "apagar incêndios".   O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais, ser o melhor.   Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré.   Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também que " ter competência", são elas que irão investir em você, no seu potencial.   Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os "mais ou menos". &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3357566254297111542?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3357566254297111542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/httpwww.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3357566254297111542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3357566254297111542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/httpwww.html' title='MOTIVAÇÃO E SUCESSO EM VENDAS'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-2393583641133863913</id><published>2009-08-14T19:12:00.000-07:00</published><updated>2009-08-17T12:17:59.677-07:00</updated><title type='text'>A INTERNET NA SUA MÃO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link 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id="video-long-title-Z9h0lRMlgAI" title="Daniel Godri - Motivado X Bola Murcha" href="http://www.youtube.com/watch?v=Z9h0lRMlgAI" rel="nofollow"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;Daniel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Godri&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; - Motivado X Bola &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;MurchA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/mydir/banner1.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0"&gt;http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;a class="yt-uix-hovercard-target" id="video-long-title-3Ttor0kuAUA" title="Cachorro e gato (completa) - Daniel Godri" href="http://www.youtube.com/watch?v=3Ttor0kuAUA" rel="nofollow"&gt;Cachorro e gato (completa) - Daniel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Godri&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;a class="yt-uix-hovercard-target" id="video-long-title-Z9h0lRMlgAI" title="Daniel Godri - Motivado X Bola Murcha" style="FONT-FAMILY: arial" href="http://www.youtube.com/watch?v=Z9h0lRMlgAI" rel="nofollow"&gt;Daniel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Godri&lt;/span&gt; - Motivado X Bola Murcha&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="video-description" id="video-description-Z9h0lRMlgAI" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;video&lt;/span&gt; inteiro sobre o tema Motivado X Bola Murcha. Realmente é o mestre da motivação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-9efd81f1086e4897" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" 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/&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-50ef2ab928ce493" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v20.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D050ef2ab928ce493%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331776525%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4BF7994128159100D5FEDAF0463AF70BC6CD5E96.42B0A0C445949182D74246C6DDDDCAFF0E3B22D7%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D50ef2ab928ce493%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DkIlYdOQqaHhRmANRPCFdumZaeJo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed 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/&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-908d5d79869b442f" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D908d5d79869b442f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331776525%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D49058A33AF4B117A588AFC56BEEF7EA53952C7A7.5B50E55AED77777B8254C8A2DE71817AE00106D5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D908d5d79869b442f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXg822ap53_Ra_4edxvA1OuDoAjo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed 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ETC.</title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,153)"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/mydir/banner1.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0"&gt;http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6929551847799396679?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6929551847799396679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/venda-aqui-seu-carrocasamoto-etc.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6929551847799396679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6929551847799396679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/venda-aqui-seu-carrocasamoto-etc.html' title='VENDA  AQUI SEU CARRO,CASA,MOTO. ETC.'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-791271346247817533</id><published>2009-08-11T16:38:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T12:22:55.136-07:00</updated><title type='text'>manutenção e conçerto de impressora</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 153);"&gt;IMPRESSORA JATO DE TINTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.supricopy.com.br/images/fotos/cartuchos.gif&amp;amp;imgrefurl=http://turcoluis.blogspot.com/2007_05_01_archive.html&amp;amp;usg=__4lQYv0XYnmwgy0skxCtD8SKFW0g=&amp;amp;h=200&amp;amp;w=249&amp;amp;sz=11&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=3&amp;amp;sig2=LTzghbdQcfXDZlJ9rSIC8A&amp;amp;tbnid=hkUp75QeeDZCgM:&amp;amp;tbnh=89&amp;amp;tbnw=111&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dcartucho%2Bde%2Bimpressora%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR&amp;amp;ei=wQSCSsSCJYSqmQfy3p3HCw"&gt;&lt;img style="border: 1px solid ;" src="http://tbn1.google.com/images?q=tbn:hkUp75QeeDZCgM:http://www.supricopy.com.br/images/fotos/cartuchos.gif" width="111" height="89" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://user.img.todaoferta.uol.com.br/R/Q/UY/23NGAA/1211235770943_bigPhoto_0.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://comprar.todaoferta.uol.com.br/cartucho-para-impressora-epson-r220-RQUY23NGAA&amp;amp;usg=__zW45yo8Igb_Ju717ZrKSzQzIoxA=&amp;amp;h=300&amp;amp;w=300&amp;amp;sz=14&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=9&amp;amp;sig2=oi93wMYvu_Va26_nu5iqgw&amp;amp;tbnid=8KHlXuPrnMpr3M:&amp;amp;tbnh=116&amp;amp;tbnw=116&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dcartucho%2Bde%2Bimpressora%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR&amp;amp;ei=wQSCSsSCJYSqmQfy3p3HCw"&gt;&lt;img style="border: 1px solid ;" src="http://tbn1.google.com/images?q=tbn:8KHlXuPrnMpr3M:http://user.img.todaoferta.uol.com.br/R/Q/UY/23NGAA/1211235770943_bigPhoto_0.jpg" width="116" height="116" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.supermicrotr.com.br/images/cartucho.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.supermicrotr.com.br/&amp;amp;usg=__C1ZGzwBguaNX4vSdUeCwN6aPt64=&amp;amp;h=250&amp;amp;w=249&amp;amp;sz=5&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=7&amp;amp;sig2=HCh_-uNQQaxoedkXUVI6WQ&amp;amp;tbnid=KKl8Sf4TmNMzIM:&amp;amp;tbnh=111&amp;amp;tbnw=111&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dcartucho%2Bde%2Bimpressora%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR&amp;amp;ei=wQSCSsSCJYSqmQfy3p3HCw"&gt;&lt;img style="border: 1px solid ;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:KKl8Sf4TmNMzIM:http://www.supermicrotr.com.br/images/cartucho.jpg" width="111" height="111" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;a href="http://www.divulgarsite.rendaagora.com" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt; &lt;img border="0" src="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/mydir/banner1.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img15.imageshack.us/img15/8352/tiger.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;a href="http://www.glimboo.com/" title="Recados para Orkut"&gt;&lt;img src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/dia_dos_pais/0068.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img15.imageshack.us/img15/8352/tiger.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONE:081 (88405507)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-MAIL: jose.dospraseres@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;CONCERTO E MANUTENÇÃO DE IMPRESSORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HP,EPSON,LEXMARK,CANON.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;APARTIR:R$ 40,00&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);"&gt;&lt;br /&gt;ORÇAMENTO GRÁTIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;RECARGA DE CARTUCHO R$15,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRETO E COLORIDO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://informatizado.files.wordpress.com/2008/01/impressora1.jpg" /&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.unatec.com.br/imagens/hp4180.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.unatec.com.br/&amp;amp;usg=__nASkFgM9M2JeTSYgxuQyWpg5BE8=&amp;amp;h=400&amp;amp;w=400&amp;amp;sz=55&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=3&amp;amp;sig2=ff1DNcSgTLrSpcIeCDxetA&amp;amp;tbnid=AhHg46I6a7MqeM:&amp;amp;tbnh=124&amp;amp;tbnw=124&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dimpressora%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR&amp;amp;ei=YQOCSorcKOKrmQez65GnCw"&gt;&lt;img style="border: 1px solid ;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:AhHg46I6a7MqeM:http://www.unatec.com.br/imagens/hp4180.jpg" width="124" height="124" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 255, 153);"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-791271346247817533?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/791271346247817533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/manutencao-e-concerto-de-impressora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/791271346247817533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/791271346247817533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/manutencao-e-concerto-de-impressora.html' title='manutenção e conçerto de impressora'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-5909283456290416020</id><published>2009-08-11T07:19:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T12:24:42.307-07:00</updated><title type='text'>papel de parede</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/SoGqYwTlyKI/AAAAAAAAAMI/BMeTZLe0Yo8/s1600-h/P%C3%B4r-do-sol.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/SoGqPz5ZteI/AAAAAAAAAL4/bWtZhMeFPLs/s320/Montanhas+azuis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368759419408070114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/SoGqLk6wAvI/AAAAAAAAALw/jCdUtb-w0LI/s1600-h/Inverno.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/SoGqLk6wAvI/AAAAAAAAALw/jCdUtb-w0LI/s320/Inverno.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368759346667717362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-5909283456290416020?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/5909283456290416020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/papel-de-parede.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5909283456290416020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5909283456290416020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/papel-de-parede.html' title='papel de parede'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/SoGqYwTlyKI/AAAAAAAAAMI/BMeTZLe0Yo8/s72-c/P%C3%B4r-do-sol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3476246901679399291</id><published>2009-08-11T07:02:00.001-07:00</published><updated>2009-08-14T19:21:04.472-07:00</updated><title type='text'>MENSAGENS DE PENSAMENTOS</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0"&gt;http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0)"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;COMEÇAR&lt;/span&gt; O DIA &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;BEM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a title="Recados para Orkut" href="http://www.glimboo.com/"&gt;&lt;img style="WIDTH: 418px; HEIGHT: 520px" src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/pensamentos/0135.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a title="Recados para Orkut" href="http://www.glimboo.com/"&gt;&lt;img style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 520px" src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/pensamentos/0134.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Recados para Orkut" href="http://www.glimboo.com/"&gt;&lt;img src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/pensamentos/0133.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3476246901679399291?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3476246901679399291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/blog-post_8085.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3476246901679399291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3476246901679399291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/blog-post_8085.html' title='MENSAGENS DE PENSAMENTOS'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3246230070994070644</id><published>2009-08-11T06:58:00.001-07:00</published><updated>2009-08-11T21:56:30.204-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://blogdobaixargratis.blogspot.com/" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3246230070994070644?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3246230070994070644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/blog-post_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3246230070994070644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3246230070994070644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/blog-post_11.html' title=''/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-2323690042587738552</id><published>2009-08-11T06:51:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T06:52:08.408-07:00</updated><title type='text'>baixaqui</title><content type='html'>&lt;a href="http://blogdobaixargratis.blogspot.com/" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img border="0" style="cursor: pointer; width: 180px; height: 40px;" alt="" src="http://i264.photobucket.com/albums/ii196/abissonamon/banner180x40.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-2323690042587738552?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/2323690042587738552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/baixaqui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/2323690042587738552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/2323690042587738552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/baixaqui.html' title='baixaqui'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-6098876778793156099</id><published>2009-08-10T09:15:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T19:16:39.708-07:00</updated><title type='text'>QUER GANHAR DINHEIRO NA INTERNET.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(204,51,204);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/" target="_blank"&gt;&lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="135" width="180" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="4763"&gt;&lt;param name="_cy" value="3572"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value=""&gt;&lt;param name="Src" value=""&gt;&lt;param name="WMode" value="Window"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="-1"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Recados para Orkut" href="http://www.glimboo.com/"&gt;&lt;img style="WIDTH: 421px; HEIGHT: 536px" src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/pensamentos/0131.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" width="180" height="135" type="application/x-shockwave-flash" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/mydir/banner1.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAMOS AGORA GANHAR DINHEIRO NA INTERNET&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,102,0)font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;strong&gt;Parabéns por Tomar uma Decisão Inteligente. As Informações a seguir me fizeram construir um Império Online e viver muito bem a 5 anos com a renda proporcionada pela Internet.&lt;br /&gt;Aproveite as informações!&lt;br /&gt;Papel e caneta em mãos&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;Fernando Augusto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="FONT-WEIGHT: bold" href="https://www.antssoft.com/inicio.htm"&gt;ACESSAR CONTEÚDO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0"&gt;http://www.rendaagora.com/?affiliate_pro_tracking_id=250:1:0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tr.im/vPbo"&gt;http://tr.im/vPbo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Recados para Orkut" href="http://www.glimboo.com/"&gt;&lt;img style="WIDTH: 426px; HEIGHT: 552px" src="http://i219.photobucket.com/albums/cc166/recado/glimboo/pensamentos/0127.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6098876778793156099?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6098876778793156099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/quer-ganhar-dinheiro-na-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6098876778793156099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6098876778793156099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/quer-ganhar-dinheiro-na-internet.html' title='QUER GANHAR DINHEIRO NA INTERNET.'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-4340466417546120318</id><published>2009-08-09T18:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T12:28:03.757-07:00</updated><title type='text'>Semana de Arte Moderna</title><content type='html'>&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;a href="http://blogdobaixargratis.blogspot.com/" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 120px; height: 60px;" alt="" src="http://i264.photobucket.com/albums/ii196/abissonamon/BaixarGratis.gif" border="0" /&gt;&lt;a href="http://www.divulgarsite.rendaagora.com" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt; &lt;img border="0" src="http://www.divulgarsite.rendaagora.com/mydir/banner1.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;MANIFESTO DA POESIA PAU-BRASIL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos. O Carnaval no Rio é o acontecimento religioso da raça pau-Brasil. Wagner submerge ante os cordões de Botafogo. Bárbaro e nosso. A formação étnica rica. Riqueza vegetal. O minério. A cozinha. O vatapá, o ouro e a dança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Toda a História bandeirante e a História comercial do Brasil. O lado doutor, o lado citações, o lado autores conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Comovente. Rui Barbosa: uma cartola na Senagâmbia. Tudo revertendo em riqueza. A riqueza dos bailes e das frases. Negras de jóquei. Odaliscas no Catumbi. Falar difícil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportado e dominando politicamente as seivas selvagens. O bacharel, Não podemos deixar de ser doutor. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos. O império foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavião de penacho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A nunca exportação de poesia. A poesia ainda oculta nos cipós maliciosos da sabedoria. Nas lianas da saudade universitária&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;. Mas houve um estouro nos aprendimentos. Os homens que sabiam tudo se deformaram como borrachas sopradas. Rebentaram. A volta à especialização. Filósofos fazendo filosofia, críticos, crítica, dona-de-casa tratando de cozinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A poesia para os poetas. Alegria dos que não sabem e descobrem. Tinha havido a inversão de tudo, a invasão de tudo: o teatro de tese e a luta no palco entre morais e imorais. A tese ser decidida em guerra de sociólogos, de homens de lei, gordos e dourados como Corpus luris.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Ágil o teatro, rilho do saltimbanco. Ágil e ilógico. Ágil o romance nascido da invenção. Ágil a poesia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A Poesia Pau-Brasil. Ágil e cândida. Como uma criança. Uma sugestão de Blaise Cendrars: - Tendes as locomotivas cheias, ides partir. Um negro gira a manivela do desvio rotativo em que estais. O menor descuido vos fará partir na direção oposta ao Vosso destino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Contra o gabinetismo, a prática culta da vida. Engenheiros em vez de jurisconsultos, perdidos como chineses na genealogia das idéias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A contribuição milionária de todos os erros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Como falamos. como somos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Não há luta na terra de vocações acadêmicas. Há só fardas. Os futuristas e os outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma única luta: - a luta pelo caminho. Dividamos: Poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Houve um fenômeno de democratização estética nas cinco partes sábias do mundo. Instituíra-se o naturalismo. Copiar. Quadro de carneiros que não fosse lã mesmo não prestava. A interpretação do dicionário oral das Escolas de Belas-Artes queria dizer reproduzir igualzinho ... Veio a pirogravura. As meninas de todos os lares ficaram artistas. Apareceu a máquina fotográfica, E com todas as prerrogativas do cabelo grande, da caspa e da misteriosa genealidade de olho virado - o artista fotógrafo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Na música, o piano invadiu as saletas nuas, de folhinha na parede. Todas as meninas ficaram pianistas. Surgiu o piano de manivela, o piano de pastas. A playela. E a ironia eslava compôs para a Playela. Stravinski.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A estatuária andou atrás. As procissões saíram novinhas das fábricas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Só não se inventou uma máquina de fazer verso - já havia o poeta parnasiano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Ora, a revolução indicou apenas que a arte voltava para as elites. E as elites começaram desmanchando. Duas fases: - a deformação através do impressionismo, a fragmentação, o caos voluntário. De Cézanne a Mallarmé, Rodin e Debussy até agora; 2ª o lirismo, a apresentação no templo, os materiais, a inocência construtiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O Brasil profiteur. O Brasil doutor. E a coincidência da primeira construção brasileira no movimento de reconstrução geral. Poesia Pau-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Como a época é miraculosa, as leis nasceram do próprio rotamento dinâmico dos fatos destrutivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A síntese.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O equilíbrio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O acabamento de carrosserie.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A invenção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma nova perspectiva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma nova escala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Qualquer esforço natural nesse sentido será bom. Poesia Pau-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O trabalho contra o detalhe naturalista - pela "síntese" contra a morbidez romântica pelo "equilíbrio" geômetra e pelo acabamento" técnicos; contra a cópia, pela "invenção" e pela "surpresa".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma nova perspectiva:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A outra, a de Paolo Ucello, criou o naturalismo de apogeu. Era uma ilusão ótica. Os objetos distantes não diminuíram. Era uma lei de aparência. Ora, o momento é de reação à aparência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Reação à cópia. Substituir a perspectiva visual e naturalista por uma perspectiva de outra ordem: sentimental, intelectual, irônica, ingênua.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma nova escala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A outra, a de um mundo proporcionado e catalogado com letras nos livros, crianças nos colos. O reclame produzindo letras maiores que torres. E as novas formas da indústria, da aviação. Postes, Gasômetros, Rails. Laboratórios e oficinas técnicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Vozes e tiques de fios e ondas de fulgurações. Estrelas familiarizadas com negativos fotográficos. O correspondente da surpresa física em arte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A reação contra o assunto invasor, diversos da finalidade. A peça de tese era um arranjo monstruoso. O romance de idéias, uma mistura. O quadro histórico, uma aberração. A escultura eloquente, um pavor sem sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Nossa época anuncia a volta ao "sentido puro". Um quadro são linhas e cores. A estatuária são volumes sob a luz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A poesia Pau-Brasil é uma sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal. No jornal anda todo o presente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Nenhuma fórmula para a contemporânea expressão do mundo. Ver com olhos livres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Temos a base dupla e presente - a floresta e a escola. A raça crédula e dualista e a geometria, a álgebra e a química logo depois da mamadeira e do chá de erva-doce. Um misto de "dorme nenê que o bicho vem pegá" e de equações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Uma visão que bata nos cilindros dos moinhos, nas turbinas elétricas, nas usinas produtoras, nas questões cambiais, sem perder de vista o Museu Nacional. Pau-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Obuses de elevadores, cubos de arranha-céu e a sábia preguiça solar. A reza. O Carnaval. A energia íntima. O sabia. A hospitalidade um pouco sensual, amorosa. A saudade dos pajés e os campos de aviação militar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Pau-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O trabalho da geração futurista foi ciclópico. Acertar o relógio império da literatura nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Realizada essa etapa, o problema é outro. Ser regional e puro em sua época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O estado de inocência substituindo o estado de graça que pode ser uma atitude do espírito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O contrapeso da originalidade nativa para inutilizar a adesão acadêmica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;A reação contra todas as indigestões de sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;O melhor de nossa tradição lírica. O melhor de nossa demonstração moderna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Apenas brasileiros de nossa época. O necessário de química, de mecânica, de economia e de balística.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Tudo digerido. Sem meeting cultural. Práticos. Experimentais. Poetas. Sem reminiscências livrescas. Sem comparações de apoio. Sem pesquisa etimológica. Sem antologia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Bárbaros crédulos, pitorescos e meigos. Leitores de jornais. Pau-Brasil. A floresta e a escola. O Museu Nacional. A cozinha, o minério e a dança. A vegetação. Pau-Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-4340466417546120318?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/4340466417546120318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/semana-de-arte-moderna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4340466417546120318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4340466417546120318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/semana-de-arte-moderna.html' title='Semana de Arte Moderna'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8034359422274967733</id><published>2009-08-09T18:31:00.002-07:00</published><updated>2009-08-10T21:36:25.877-07:00</updated><title type='text'>Pau Brasil</title><content type='html'>&lt;title&gt;PAU-BRASIL -  História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Eu Ei-rei. Faço saber aos que este  Meu Regimento virem, que sendo informado das muitas desordens que lia no certão  do páo brasil, e na conservação delle, de que se tem seguido haver hoje muita  falta, e ir-se buscar muitas legoas pelo certão dentro, cada vez será o damno  mayor se se não atalhar, e der nisso a Ordem conveniente, e necessaria, como em  cousa de tanta importancia para a Minha Real Fazenda, tomando informações de  pessoas de experiência das partes do Brasil, e comunicando-as com as do Meu  Conselho, Mandei fazer este Regimento, que Hei por bem, e Mando se guarde daqui  em diante inviolavelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo 1'. Primeiramente Hei por bem, e  Mando, que nenhuma pessoa possa cortar, nem mandar cortar o dito páo brasil, por  si, ou seus escravos ou Feitores seus, sem expressa licença, ou escrito do  Provedor mór de Minha Fazenda, de cada uma das Capitanias, em cujo destricto  estiver a mata, em que se houver de cortar; e o que o contrário fizer encorrerá  em pena de morte e confiscação de toda sua fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo 2'. O dito  Provedor Mór para dar a tal licença tomará informações da qualidade da pessoa,  que lha pede, e se delia ha alguma suspeita, que o desencaminhará, ou furtará ou  dará a quem o haja de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo 3'. O dito Provedro Mór fará fazer  um Livro por elle assignado, e numerado, no qual se registarão todas as licenças  que assim der, declarando os nomes e mais confrontações necessarias das pessoas  a que se derem, e se declarará a quantidade de páo para que se lhe dê licença, e  se obrigará a entregar ao contractador toda a dita quantidade, que trata na  certidão, para com elia vir confrontar o assento do Livro, de que se fará  declaração, e nos ditos assentos assignará a pessoa, que levar a licença, com o  Escrivão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 4'. E toda a pessoa, que  tomar mais quantidade de páo de que lhe fôr dada licença, além de o perder para  Minha Fazenda, se o mais que cortar passar de dez quintaes, incorrerá em pena de  cem cruzados, e se passar de cincoenta quintaes, sendo peão, será açoutado, e  degradado por des annos para Angola, e passando de cem quintaes morrerá por  elle, e perderá toda sua fazenda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 5'. O provedor fará  repartição das ditas licenças em o modo, que cada um dos moradores da Capitania,  a que se houver de fazer o corte, tenha sua parte, segundo a possibilidade de  cada um, e que em todos se não exceda a quantidade que lhe for  ordenada&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 6'. Para que se não córte  mais quantidade de páo da que eu tiver dada por contracto, nem se carregue à  dada Capitania, mais da que boamente se pôde tirar delia; Hei por bem, e Mando,  que em cada um anno se faça repartição da quantidade do páo, que se ha de cortar  em cada uma das Capitanias, em que há mata delle, de modo que em todo se não  exceda a quantidade do Contracto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 7'. A dita Repartição do  páo que se ha de cortar em cada Capitania se fará em presença do Meu Governador  daquelle Estado pelo Provedor Mór da Minha Fazenda, e Off iciaes da Camara da  Bahia, e nelia se terá respeito do estado das matas de cada uma das ditas  Capitanias, para lhe não carregarem mais, nem menos páo do que convém para  benefício das ditas matas, e do que se determinar aos mais votos, se fará  assento pelo Escrivão da Camara, e delles se tirarão Provisões em nome do  Governador, e por elle assignadas, que se mandarão aos Provedores das ditas  Capitanias para as executarem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 8'. Por ter informação, que  uma das cousas, que maior damno tem causado nas ditas mattas, em que se perde, e  destroe mais páos, é por os Contractadores não aceitarem todo o que se corta,  sendo bom, e de receber, e querem que todo o que se lhe dá seja roliço, e  massiço do que se segue ficar pelos mattos muitos dos ramos e ilhargas perdidas,  sendo todo elle bom, e conveniente para o uso das tintas: Mando a que daqui em  diante se aproveite todo o que fôr de receber, e não se deixe pelos matos nenhum  páo cortado, assim dos ditos ramos, como das ilhargas, e que os contractadores o  recebão todo, e havendo dúvida se é de receber, a determinará o Provedor da  Minha Fazenda com informação de pessoas de crédito ajuramentadas; e porque  outrosym sou informado, que a causa de se extinguirem as matas do dito páo como  hoje então, e não tornarem as árvores a brotar, é pelo mão modo com que se fazem  os cortes, não lhe deixando ramos, e varas, que vão crescendo, e por se lhe pôr  fogo nas raizes, para fazerem roças; Hei por bem, e Mando, que daqui em diante  se não fação roças em terras de matas de páo do brasil, e serão para isso  coutadas com todas as penas, e defesas, que estas coutadas Reaes, e que nos  ditos córtes se tenhão muito tento a conservação das árvores para que tornem a  brotar, deixando-lhes varas, e troncos com que os possão fazer, e os que o  contrário fizerem serão castigados com as penas, que parecer ao  Julgador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 9'. Hei por bem, e Mando,  que todos os annos se tire devassa do córte do páo brasil, na qual se perguntará  pelos que quebrarão, e forão contra este Regimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 10'. E para que em todo  haja guarda e vigilância, que convém Hei por bem, que em cada Capitania, das em  que houver matas do dito páo, haja guardas, duas delias, que terão de seu  ordenado a vintena das condemnações que por sua denunciação se fizeram, as quaes  guardas serão nomeadas pelas Camaras, e approvadas pelos Provedores de Minha  Fazenda, e se lhes dará juramento, que bem, e verdadeiramente fação seus Off  icios.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo 11'. O qual Regimento Mando  se cumpra, e guarde como nelle se contém e ao Governador do dito Estado, e ao  Provedor Mór da Minha Fazenda, e aos Provedores das Capitanias, e a todas as  justiças dellas, que assim o cumprão, e guarde, e fação cumprir, e guardar sob  as penas nelle contheudas; o qual se registrará nos Livros da Minha Fazenda do  dito Estado, e nas Camaras das Capitanias, aonde houver matas do dito páo, e  valerá posto que não passe por carta em meu nome, e o effeito delta haja de  durar mais de um anno, sem embargo da Ordenação do segundo Livro, título trinta  e nove, que o contrário dispoem. Francisco Ferreira o fés a 12 de Dezembro de  1605. E eu o Secretario Pedro da Costa o fis escrever "Rey".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8034359422274967733?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8034359422274967733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/pau-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8034359422274967733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8034359422274967733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/pau-brasil.html' title='Pau Brasil'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-1205942684662879100</id><published>2009-08-09T18:31:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:38:53.603-07:00</updated><title type='text'>Proclamação da República</title><content type='html'>&lt;title&gt;PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA - 15 DE NOVEMBRO DE 1889 -  História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA - 15 DE NOVEMBRO DE 1889&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Concidadãos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Povo, o Exército e a Armada  Nacional, em perfeita comunhão de sentimentos com os nossos concidadãos  residentes nas províncias, acabam de decretar a deposição da dinastia imperial e  conseqüentemente a extinção do sistema monárquico representativo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Como resultado imediato desta  revolução nacional, de caráter essencialmente patriótico, acaba de ser  instituído um Govêrno Provisório, cuja principal missão é garantir com a ordem  pública a liberdade e o direito do cidadão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para comporem êste Govêrno, enquanto  a Nação Soberana, pelos seus orgãos competentes, não proceder a escolha do  Govêrno definitivo, foram nomeados pelo Chefe do Poder Executivo os cidadãos  abaixo assinados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Concidadãos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Govêrno Provisório, simples agente  temporário da soberania nacional, é o Govêrno da paz, da fraternidade e da  ordem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;No uso das atribuições e faculdades  extraordinárias de que se acha investido, para a defesa da integridade da Pátria  e da ordem pública, o Govêrno Provisório, por todos os meios ao seu alcance,  promete e garante a todos os habitantes do Brasil, nacionais e estrangeiros, a  segurança da vida e da propriedade, o respeito aos direitos individuais e  políticos, salvas, quanto a êstes, as limitações exigidas pelo bem da Pátria e  pela legítima defesa do Govêrno proclamada pelo Povo, pelo Exército e pela  Armada Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Concidadãos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As funções da justiça ordinária, bem  como as funções da administração civil e militar, continuarão a ser exercidas  pelos órgãos até aqui existentes, com relação às pessoas, respeitadas as  vantagens e os direitos adquiridos por cada funcionário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Fica, porém, abolida, desde já a  vitaliciedade do Senado e bem assim o Conselho do Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Fica dissolvida a Câmara dos  Deputados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Concidadãos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Govêrno Provisório reconhece e  acata os compromissos nacionais contraídos durante o regime anterior, os  tratados subsistentes com as potências estrangeira, a dívida pública externa e  interna, contratos vigentes e mais obrigações legalmente estatuídas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Marechal Manoel Deodoro da Fonseca,  Chefe do Govêrno Provisório.&lt;br /&gt;Aristides da Silveira Lôbo, Ministro do  Interior.&lt;br /&gt;Tenente-Coronel Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Ministro da  Guerra..&lt;br /&gt;Chefe de Esquadra Eduardo Wandenkolk, Ministro da  Marinha.&lt;br /&gt;Quintino Bocaiúva, Ministro das Relações Exteriores e Interinamente  da Agricultura, Comércio de Obras Públicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-1205942684662879100?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/1205942684662879100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/proclamacao-da-republica_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/1205942684662879100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/1205942684662879100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/proclamacao-da-republica_09.html' title='Proclamação da República'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8194894127935236994</id><published>2009-08-09T18:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:39:41.542-07:00</updated><title type='text'>Dia do Fico</title><content type='html'>&lt;title&gt;DIA DO FICO -  História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;DIA DO FICO - 1821&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O povo do Rio de Janeiro conhecendo  que os interesses das Nações reunidos em um centro comum de idéias sobre o bem  Público devem ser os primeiros objetos da vigilância daqueles, que estão  revestidos do caráter de seus Representantes, e de mais convencido de que nas  circunstâncias atuais se constituiria responsável para com as gerações futuras,  se não manifestasse os seus sentimentos à vista da medonha perspectiva que se  oferece a seus olhos pela retirada de Sua Alteza Real, se dirige com a última  energia à presença de Vossa Senhoria, como seu legítimo Representante, esperando  que mereçam toda a sua consideração os motivos, que neste se expõem, para se  suspender a execução do Decreto das Cortes sobre o regresso de Sua Alteza Real  para a antiga Sede da Monarquia Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Povo sempre fiel à causa comum da  Nação, julga que não se desliza da sua marcha representando os inconvenientes,  que podem resultar de qualquer providência expedida, quando ela encontre no  local, em que deve ser executada, obstáculos a esta idéia de prosperidade  pública, que o Soberano Congresso anunciou altamente à face da Europa, e que até  o presente tem sido motivo de nossa firme adesão aos princípios Constitucionais.  Na crise atual o regresso de Sua Alteza Real deve ser considerado como uma  providência inteiramente funesta aos interesses Nacionais de ambos os  Hemisférios. Não, não é a glória de possuir um Príncipe da Dinastia Reinante,  que obriga o Povo a clamar pela sua residência no Brasil à vista do mesmo  Decreto, que o chama além do Atlântico: nós perderíamos com lágrimas de Saudade  esta glória, que acontecimentos imprevistos, e misteriosamente combinados nos  trouxeram, abrindo entre nós uma época, que parecia não estar marcada pela  providência nos nossos Fastos, e ao mesmo tempo fazendo a emancipação do Brasil  justamente na idade, em que possuído da indisputável idéia de suas forças,  começava a erguer o colo para repelir o sistema Colonial; mas a perda desta  Augusta Posse é igualmente a perda da segurança, e da prosperidade deste rico, e  vastíssimo Continente; ainda avançamos a dizer respeitosamente, que esta perda  terá uma influência mui imediata sobre os destinos da Monarquia em geral. Se os  Políticos da Europa maravilhados pela Resolução de Sua Majestade o Senhor Dom  João Vi em passar-se ao Brasil realizando o projeto, que os Holandeses  conceberam quando Luís IV trovejava às portas de Amsterdam, que Filipe V tinha  na idéia quando a fortuna o ameaçava de entregar a Espanha ao seu rival, que o  ilustre Pombal premeditava quando o Trono da Monarquia parecia ir descer aos  abismos abertos pelo terremotos, que Cados IV já mui tarde desejou realizar; sim  se os Políticos disseram que o Navio que trouxe ao Brasil o Senhor D. João Vi  alcançaria entre os antigos Gregos maiores honras do que esse, que levou Jason e  os Argonautas a Colcos, o Povo do Rio de Janeiro julga que o Navio que  reconduzir Sua Alteza Real aparecerá sobre o Tejo com o Pavilhão da  Independência do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Talvez que Sua majestade Criando o  Senhor D. Pedro, Príncipe Regente do Brasil tivesse diante dos olhos estas  linhas traçadas pelo célebre Mr. Du-Pradt "Si le passage du Roi n'avait eu lieu,  le Portugal perdait le Brésil de deux maniéres, 1. par l'attaque qú eu auraiente  fait les Angiais sous pretexte de guerre avec le Portugal soumis aux Français;  2. par I'Independance dans Ia quelle ce grand Pays separe de Ia Métropole par la  guerre ne paurait manquer de tomber, comme ont fait les Colonies Espagnoles, et  para la même raison, et avec le même succés. Aussi est il bien evident que si  jamais le Souverain établi au Brésil repasse en Portugal il laisserá derriére  lui I'Independance établie dans les comptoirs de Rio de Janeiro." - Se a  passagem do Rei se não verificasse, Portugal perdia o Brasil por dois modos,  primeiro por ataque que fariam os Ingleses com o pretexto de guerra com Portugal  submetido aos Franceses; segundo pela independência, que infalivelmente este  grande País separado da Metrópole pela guerra proclamaria, como fizeram as  Américas Espanholas com a mesma razão, e com o mesmo sucesso. É logo bem  evidente que se algum dia o Soberano estabelecido no Brasil voltar para  Portugal, deixará após de Si a Independência firmada em todas as feitorias do  Rio de Janeiro. Conhece-se qual é o estado de oscilação, e de divergência, em  que estão todas as Províncias do Brasil; o único centro para onde parece que se  encaminham suas vistas, e suas esperanças é a Constituição, e a primeira  vantagem, que se espera deste plano regenerador é a conservação inalienável das  atribuições, de que se acha de posse esta antiga Colônia transformada em  Monarquia; menos para autorizar a residência do Augusto Chefe da Nação, do que  pelo grande peso, que o seu Comércio de exportação lhe dava na balança mercantil  da Europa, pelas suas diferentes relações com os diversos Povos desse antigo  Hemisfério, e pelo progressivo desenvolvimento de suas forças físicas, e  morais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Brasil conservado na sua Categoria,  nunca perderá de vista as idéias de seu respeito para com a sua ilustre, e  antiga Metrópole, nunca se lembrará de romper esta cadeia de amizade, e de  honra, que deve ligar os dois Continentes através da mesma extenção dos mares  que o separam; e a Europa verá com espanto, que se o espaço de duas mil léguas,  foi julgado mui logo para conservar em vigor os laços do Reino Unido, sendo o  fiador desta união um frágil lenho, batido pelas ondas, e exposto às  contingências da Navegação; este mesmo espaço nunca será capaz de afrouxar os  vínculos de nossa aliança, nem impedirá que o Brasil vá ao longe com mais  alegria, com a mão mais cheia de riquezas, do que ia dantes, engrossar a grande  artéria da Nação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Povo do Rio de Janeiro conhecendo  bem, que estes são os sentimentos de seus co-irmãos Brasileiros protesta à face  das Nações pelo desejo que tem de ver realizada esta união tão necessária, e tão  indispensável para consolidar as bases da prosperidade Nacional: entretanto o  mais Augusto penhor da infalibilidade destes sentimentos é a Pessoa do Príncipe  real no Brasil, porque nele reside a grande idéia de toda aptidão para o  desempenho destes planos, como o primeiro vingador do sistema Constitucional. As  Províncias do Brasil aparecendo nas pessoas dos seus Deputados em roda do Trono  do Príncipe Regente formaram uma liga de interesses comuns, dirigindo sempre a  marcha das suas providências segundo a perspectiva das circunstâncias, sendo um  dos seus objetos de empenho estreitar mais e mais os vínculos de nossa  Fraternidade Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Se o motivo que as Cortes  apresentaram para fazerem regressar Sua Alteza Real é a necessidade de instrução  de economia Política, que o Mesmo Senhor deve adquirir viajando pelas Cortes da  Europa assinadas no Decreto, o Povo julga que se faz mais necessário para a  futura glória do Brasil, que Sua Alteza Real visite o interior deste vastíssimo  Continente desconhecido na Europa Portuguesa, e por desgraça nossa examinado,  conhecido, descrito, despojado pelas Nações Estranjeiras, em cujas Cartas, como  ultimamente na de Mr. La Pie, nós com vergonha vamos procurar as Latitudes, e as  Longitudes das Províncias centrais, a direção dos seus grandes rios, e a sua  posição geográfica, os justos limites, que as separam umas das outras, e até  conhecer a sua capacidade para as riquezas de agricultura pela influência das  diversas superfícies, que elas oferecem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Portugal considerando o Brasil como  um País, que só lhe era útil pela exportação do ouro, e de outros gêneros com  que ele paga o que importam os Estrangeiros, esquecendo-se que esta mesma  exportação era resultado mais das forças Físicas do Brasil, do que de estímulo  das Artes de indústria comprimidas pelo mortífero sistema Colonial, e  abandonadas a uma cega rotina não se dignou em tempo algum entrar no exame deste  Continente, nunca lançou os olhos sobre o seu termômetro político, e moral, para  conhecer a altura em que estava a opinião pública, e bem mostra agora pela  indiferença com que se anuncia a seu respeito: é portanto de primeira  necessidade que o Príncipe Regente dê este passo tão vantajoso para maior  desenvolvimento da vida moral, e física do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As Cortes da Europa hoje decaídas  daquele esplendor, que elas apresentavam em outras épocas ainda conservam  grandes Sábios, famosos políticos, porém estas classes se consideram mudas, e  paralisadas pelas diversas facções, que as combatem com uma prepotência  irresistivel: Sua Alteza Real não encontrará hoje nelas mais do que intrigas  diplomáticas, mistérios cabalísticos, pretensões, ideais, projetos efêmeros,  partidos ameaçadores, a moral pública por toda a parte corrompida, os Liceus das  Artes, e das Ciências na mais miserável prostituição, uma política cega  concebendo, e abortando, em uma palavra Sua Alteza Real achará em toda a Europa  vestígios desse vulcão, que rebentando ao Meio Dia levou estragos além das  Ilhas, e dos Mares. Não, não foi em crises tão fatais, que viajaram o Imortal  Criador do império da Rússia Pedro Primeiro, e o grande filho de Maria Tereza  José Segundo, assim como outros Príncipes, que voltaram aos seus Estados  enriquecidos de conhecimentos, que fizeram a prosperidade de suas Monarquias.  Depois que o interesse passou a ser, como diz o Abade Condillac, a mola Real dos  Gabinetes da Europa, a Política começou a esconder sua marcha, e quase sempre as  idéias ostensivas são inteiramente diversas daquelas, que aparecem nos planos  das negociações. É bem de esperar que o Príncipe Herdeiro de uma Monarquia  olhada hoje com ciúme pelas Nações Estrangeiras não seja admitido a comunicação  dos seus mistérios Eleusinos, que veja as novas Tiros, e Cartagos só pela  perspectiva de sua economia pública, e que se faça todo o empenho para desviar  da conhecida agudeza de seu Engenho a Carta dos interesses  Ministeriais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Nas províncias do Brasil Sua Alteza  Real achará um Povo, que o adora, e que suspira pela sua presença: nas mais  polidas encontrará homens de talentos, bem dignos de serem admitidos ao seu  Conselho, em outras achará a experiência dos velhos, que o Discípulo de  Xenofonte encontrou nas bocas do Nilo; conhecerá de perto as forças locais deste  imenso País, em cujo seio ainda virgem, como diz o célebre Mr. de Sismondi se  podem perfilhar as plantações, que nutrem o orgulho das margens do Indo, do  Ganges, da antiga Taprobana, e que obrigam o altivo Adamastor a se embravecer  tantas vezes contra os Europeus. Os Povos experimentaram estes estímulos de  estusiasmo, e de brio, que inspira a presença criadora de um Príncipe; sobre  todas as vantagens enfim; Sua alteza Real terá uma que não é pequena, conhecer  por Si mesmo a herança de Sua Soberania, e não pelas informações dos  Governadores, que tudo acham inculto, atrasado, com obstáculos dificultosos, ou  invencíveis para se desculparem assim de sua inação, ou para depois mostrarem em  grande mapa colorido o pouco que fizeram, deixando entre as sombras as  concussões violentíssimas, que sofreram as vítimas de seu despotismo. Tal é a  idéia que o nosso insigne Vieira oferece em suas Cartas quando analisa a conduta  destes Régulos de bastão e ferro, praga tão funesta ao Brasil, ou ainda mais, do  que o mesmo sistema Colonial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sendo pois esta viagem de tão grandes  consequências para o progressivo melhoramento do Brasil, fica demonstrada a sua  importância, e sua necessidade; os conhecimentos adquiridos por Sua Alteza Real  sendo confrontados com os votos daqueles, que possuem a verdadeira estatística  do Brasil servirão muito para organizarem o plano do regime que deve animar a  sua vida física, e moral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Há uma distância mui considerável  entre o Meio Dia da Europa, e o Meio Dia da América; a Natureza humana aqui  experimenta uma mudança sensível, um novo Céu, e por isso mesmo uma nova  influência sobre o caráter de seus indivíduos; é impossível que Povos  classificados em oposição física se possam reunir debaixo do mesmo sistema de  governo; a Industria, a Agricultura, as Artes em geral exigem no Brasil uma  Legislação particular, e as bases deste novo Código devem ser esboçadas sobre os  locais, onde depois hão de ir ter sua execução. Se o Brasil agrilhoado em sua  infância, e com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;mui poucas homenagens na sua mocidade  avançou rapidamente através das mesmas barreiras, que tolhiam sua marcha, quanto  não avançará depois de ser visitado, e perfeitamente conhecido pelo Príncipe  Herdeiro da Monarquia, que na sua passagem verá a justiça que se lhe fez  tirando-se-lhe as argolas Coloniais, e dando-se-lhe o Diadema? O Povo do Rio de  Janeiro tendo em vista o desempenho deste projeto verdadeiramente filantrópico,  e conhecendo que Sua Alteza Real anuncia o mais energético entusiasmo em  realizá-lo com grande vantagem da Nação em geral, não pode portanto convir no  seu regresso, e julgando que tem dito quanto basta para que V.S. faça ver a Sua  Alteza Real a delicadeza com que o Mesmo Senhor se deverá haver nas  circunstância já ameaçadoras no horizonte político do Brasil, espera ser  atendido na sua representação, de cujas consequências (não o sendo) o mesmo Povo  declara V.S. responsável-, igualmente espera que o Soberano Congresso a receba,  e a considere como um manifesto da vontade de in-nãos Interessados na  prosperidade geral da Nação, no renovo de sua mocidade, e de sua glória, que sem  dúvida não chegará ao Zenith, a que espera subir se não estabelecer uma só  medida para os interesses recíprocos dos dois Hemisférios, atendendo sempre às  diversas posições locais de um, e outro. Sendo portanto de esperar, que todas as  Províncias do Brasil se reunam neste centro de idéias, logo que se espalhe a  lisonjeira notícia de que se não verificou o regresso de Sua Alteza Real, o Povo  encarrega a V.S. de fazer ver ao mesmo Senhor a absoluta necessidade de ficarem  por agora suspensos os dois decretos 124, e 125 das Cortes, porque não se pode  presumir das públicas intenções do Soberano Congresso, que deixe de aceder a  motivos tão justos, e de tão grandes relações com o bem geral da Nação. Rio de  Janeiro, em 29 de dezembro de 1821.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8194894127935236994?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8194894127935236994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/dia-do-fico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8194894127935236994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8194894127935236994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/dia-do-fico.html' title='Dia do Fico'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-176723444483509984</id><published>2009-08-09T18:29:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:40:07.023-07:00</updated><title type='text'>Lei do Ventre Livre</title><content type='html'>&lt;title&gt;LEI DO VENTRE LIVRE - Escravidão - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;A LEI DO VENTRE LIVRE - 1871&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Princesa Imperial Regente, em nome  de S. M. o Imperador e Sr. D. Pedro li, faz saber a todos os cidadãos do Império  que a Assembléia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 1.º - Os filhos de mulher  escrava que nascerem no Império desde a data desta lei serão considerados de  condição livre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 1.º - Os ditos filhos menores  ficarão em poder o sob a autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão a  obrigação de criá-los e tratá-los até a idade de oito anos completos. Chegando o  filho da escrava a esta idade, o senhor da mãe terá opção, ou de receber do  Estado a indenização de 600$000, ou de utilizar-se dos serviços do menor até a  idade de 21 anos completos. No primeiro caso, o Govêrno receberá o menor e lhe  dará destino, em conformidade da presente lei...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 6.º - Cessa a prestação dos  serviços dos filhos das escravas antes do prazo marcado no § 1.' se por sentença  do juizo criminal reconhecer-se que os senhores das mães os maltratam,  infligindo-lhes castigos excessivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 2.º - O govêrno poderá entregar  a associações, por êle autorizadas, os filhos das escravas, nascidos desde a  data desta lei, que sejam cedidos ou abandonados pelos senhores delas, ou  tirados do poder dêstes em virtude do Art. 1.º- § 6.º.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 1.º - As ditas associações terão  direito aos serviços gratuitos dos menores até a idade de 21 anos completos, e  poderão alugar êsses serviços, mas serão obrigadas - 1.º A criar e tratar os  mesmos menores - 2.º A constituir para cada um dêles um pecúlio, consistente na  quota que para êste fim fôr reservada nos respectivos estatutos - 3.º A  procurar-lhes, findo o tempo de serviço, apropriada colocação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 2.º - A disposição dêste artigo é  aplicável às Casas dos Expostos, e às pessoas a quem os juizes de órfãos  encarregarem da educação dos ditos menores, na falta de associações ou  estabelecimentos criados para tal fim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 4.º - Fica salvo ao Govêrno o  direito de mandar recolher os referidos menores aos estabelecimentos públicos,  transferindo-se neste caso para o Estado as obrigações que o § 1.º impõe às  associações autorizadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 3.º - Serão anualmente  libertados em cada província do Império tantos escravos quantos corresponderem à  quota anualmente disponível do fundo destinado para a emancipação...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 4.º - É permitido ao escravo a  formação de um pecúlio com o que lhe provier de doações, legados e heranças, e  com o que, por consentimento do senhor, obtiver do seu trabalho e economias. O  govêrno providenciará nos regulamentos sôbre a colocação e segurança do mesmo  pecúlio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 1.º - Por morte do escravo, a  metade do seu pecúlio pertencerá ao cônjuge sobrevivente, se o houver, e a outra  metade se transmitirá aos seus herdeiros, na forma da lei civil. Na falta de  herdeiros o pecúlio será adjudicado ao fundo de emancipação, de que trata o art.  3.º...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 4.º - O escravo que pertencer a  condôminos e fôr libertado por um dêstes, terá direito a sua alforria  indenizando os outros senhores da quota do valor que lhes pertencer. Esta  indenização poderá ser paga com serviços prestados por prazo não maior de sete  anos...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 7.º - Em qualquer caso de alienação  ou transmissão de escravos, é proibido, sob pena de nulidade, separar os  cônjuges e os filhos menores de doze anos do pai ou da mãe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 8.º - Se a divisão de bens entre  herdeiros ou sócios não comportar a reunião de uma família, e nenhum dêles  preferir conservá-lo sob seu domínio, mediante reposição da quota, ou parte dos  outros interessados, será a mesma família vendida e o seu produto  rateado...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 6.º - Serão declarados  libertos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 1.º - Os escravos pertencentes à  nação, dando-lhes o govêrno a ocupação que julgar conveniente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 2.º - Os escravos dados em usufruto  à Coroa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 3.º - Os escravos das heranças  vagas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 4.º - Os escravos abandonados por  seus senhores. Se êstes os abandonarem por inválidos, serão obrigados a  alimentá-los, salvo o caso de penúria, sendo os alimentos taxados pelo juiz de  órfãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 5.º - Em geral, os escravos  libertados em virtude desta lei ficam durante 5 anos sob a inspeção do govêrno.  Êles são obrigados a contratar seus serviços sob pena de serem constrangidos, se  viverem vadios, a trabalhar nos estabelecimentos públicos. Cessará, porém, o  constrangimento do trabalho, sempre que o liberto exigir contrato de  serviço...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 8.º - O Govèrno mandará proceder  à matrícula especial de todos os escravos existentes do Império, com declaração  do nome, sexo, estado, aptidão para o trabalho e filiação de cada um, se fôr  conhecida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 1.º - O prazo em que deve começar e  encerrar-se a matrícula será anunciado com a maior antecedência possível por  meio de editais repetidos, nos quais será inserta a disposição do parágrafo  seguinte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 2.º - Os escravos que, por culpa ou  omissão dos interessados não forem dados à matrícula, até um ano depois do  encerramento desta, serão por êste fato considerados libertos...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 4.º - Serão também matriculados em  livro distinto os filhos da mulher escrava, que por esta lei ficam livres.  Incorrerão os senhores omissos, por negligência, na multa de 100$000 a 200$000,  repetidas tantas vêzes quantos forem os indivíduos omitidos, e por fraude nas  penas do ari. 179 do código criminal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;§ 5.º - Os párocos serão obrigados a  ter livros especiais para o registro do nascimento e óbitos dos filhos de  escravas, nascidos desde a data desta lei. Cada omissão sujeitará os párocos à  multa de 100$000.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 9.º - O Govêrno em seus  regulamentos poderá impor multas até 100$000 e penas de prisão simples até um  mês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 10º - Ficam revogadas as  disposições em contrário. Manda, portanto, a tôdas as autoridades a quem o  conhecimento e execução da referida lei pertencer, que a cumpram e façam cumprir  e guardar tão inteiramente como nela se contém. O Secretário de Estado de  Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas a faça imprimir, publicar e  correr. Dada no Palácio do Rio de Janeiro, aos 28 de setembro de 1871, 50.º da  Independência e do Império - Princesa Imperial Regente - Teodoro Machado Freire  Pereira da Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-176723444483509984?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/176723444483509984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/lei-do-ventre-livre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/176723444483509984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/176723444483509984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/lei-do-ventre-livre.html' title='Lei do Ventre Livre'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-2518554424233420971</id><published>2009-08-09T18:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:41:14.955-07:00</updated><title type='text'>Guerra dos Farrapos</title><content type='html'>&lt;title&gt;A GUERRA DOS FARRAPOS - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;A GUERRA DOS FARRAPOS - 1835&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Compatriotas. O amor à ordem e à  liberdade, a que me consagrei desde minha infancia, me arrancaram do gozo do  prazer da vida privada para correr convosco à salvação de nossa querida pátria.  Vi a arbitrariedade entronizada, e não pude ver por mais tempo surdo a vossos  clamores; pedistes a cooperação do meu braço, e dos braços que me acompanham, e  voei à capital afim de ajudar-vos a sacudir o jugo que com a mão de um inepto  administrador vos tinha imposto uma fracção retrograda e  anti-nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Compatriotas! vossos votos justas  exigências já estão satisfeitas. Caducou aquela autoridade cujo manto cobria os  atentados de homens perversos, que têm conduzido esta benemérita província à  borda do precipício. Corresteis às armas depois de haver esgotado todos os meios  que a prudência e o amor à ordem vos sugeria, não para destruir, mas sim para  consolidar a sagrada Constituição que juramos; não para vingar-vos dos ultrajes  que diariamente vos faziam os corifeus de um partido anti-nacional, mas sim para  garantir as liberdades pátrias de seus ataques, tanto mais terríveis, por isso  que eram exercidos à sombra da Carta Constitucional; corresses emfim às armas  para sustentar em sua pureza os princípios políticos, que nos conduziram ao  sempre memoravel sete d'abril, dia glorioso de nossa regeneração, e total  independência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O resultado de vossa nobre empresa  não podia ser duvidoso, pois que ela era reclamada pela justiça, e pela opinião,  esta rainha do universo, cujo poder é irresistivel: triunfasses, brasileiros  livres! e com vossa decisão, e vosso triunfo destes uma prova de que sois dignos  dos benefícios da liberdade; patenteasses os nobres sentimentos de nacionalidade  que inflamam vossos peitos; comprovasses, emfim, que vossa fronte jamais dobrará  ao pesado jugo da arbitrariedade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Esses motivos, e estes sentimentos,  que convosco partilham todos os corações verdadeiramente brasileiros,  justificarão vossa conduta aos olhos dos mais rígidos censores dos movimentos  populares. Apressuremo-nos, pois, a manifestar aos nossos irmãos habitantes das  mais províncias da união brasileira, os fundamentos das nossas queixas e o dos  nossos temores. Conheça o Brasil que o dia 20 de setembro de 1835 foi a  consequência inevitável de uma má e odiosa administração; e que não tivemos  outro objeto, e não nos propuzemos a outro fim, que restaurar o império da lei,  afastando de nós um administrador inepto e faccioso, sustentando o trono do  nosso jovem monarca e a integridade do império.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sim, compatriotas, devemos ao Brasil,  que neste momento tem seus olhos fitos em nós, esta manifestação tanto mais  sincera e pronta, quanto maior é o dever em que nos achamos de desvanecer os  temores com que nossos inimigos o quizerem alarmar, acusando-nos de sustentar  vistas de desunião e república. Desgraçadamente nesta província, como nas demais  do império, existe uma facção retrograda adversa por princípios e interesses à  nova ordem de cousas, e inimiga implacável de todos aqueles que professam  decidido amor às liberdades pátrias. Apoiado este partido anti-nacional pelo  marechal Barreto, cuja ambição desmedida, e princípios impopulares são assás  conhecidos, deixou sentir sua fatal influência em todas as presidências  anteriores à do Sr. Braga; mas nunca ousou mostrar-se tão descaradamente como  neste último período.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Burladas foram as esperanças dos  amigos de nossa pátria , que regosijavam-se de ver, pela primeira vez, um filho  seu elevado à primeira dignidade da província!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quantos bens deviam esperar-se!  quantos males precavidos! mas uma triste fatalidade quis o contrário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A inaptidão que desde logo mostrou  para tão elevado cargo, e a versatilidade de caracter do Sr. Braga favoreceram  os desígnios dos perversos, que nele acharam o instrumento de seu rancor contra  os livres; e no poder anexo à presidência o meio de saciar suas ignobeis  vinganças. Ninguém ignora os sucessos da noite de 24 de outubro do ano passado,  e dos dias consecutivos; ninguém ignora como o partido anti-nacional, armando  braços mercenários, e estrangeiros, ocupou militarmente o Trem de Guerra da  capital, e ameaçou com aparatos bélicos os cidadãos pacíficos que festejavam em  aquela noite com cânticos patrioticos as salutares reformas do nosso pacto  social: o costume autorizava o festejo, a ordem presidia os passos de um povo  que se entrega ao prazer, e marchavam na sua frente os juizes de paz dos  distritos que percorria; porém, apesar disso pouco faltou para que o estrondo do  canhão, e o grito da morte não sucedesse aos sons festivos, e a expansão da  nacionalidade satisfeita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Aquelas ameaças, aquele armamento  desusado, não foi quiçá o primeiro insulto cometido contra a nossa  nacionalidade? Não merecia um pronto e exemplar castigo? Não poderia executá-lo  o braço poderoso de um povo irritado? Podia sim, mas não o quiseram os  patriotas, amigos da ordem; colocaram em seus peitos os justos ressentimentos;  esperaram providência e justiça de sua primeira autoridade. Vãs esperanças!  Enquanto o vulcão das paixões ameaçava abrazar a capital, que tazia o Sr. Braga?  Embriagava-se, com mágua o dizemos, embriagava-se de prazer na cidade do Rio  Grande entre festins e banquetes, deixando naquelas espinhosas circunstâncias o  timão do Estado entregue ao capricho de seu irmão o Sr. Pedro Rodrigues  Fernandes Chaves, jovem turbulento e faccioso, e o mesmo que dirigia e dava  impulso ao partido que naquele momento aterrorizava a capital. As notícias  sempre mais aterradoras, que deste ponto recebia, pareceram despertá-lo por um  instante do seu letargo; chamou-me então, e em nome da pátria conjurou-me a que  usando de todo o meu influxo fosse manter o sossego público: voai, acalmai,  conciliar, e fazei deter o furor do povo; evitai toda a efusão de sangue;  assegurai-lhe que pronto regressarei, e ele aplaudirá minha justiça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Compatriotas! O nome da pátria nunca  soou em vão aos meus ouvidos, e sempre me prestei voluntário a prestar-lhe meus  serviços; acreditei nas palavras enganadoras do sr. Braga, e voei ao vosso lado;  dóceis ouvistes minhas palavras de paz, detivesses o braço já pronto a  descarregar o golpe mortal sobre vossos agressores, e por mim confiasses  novamente em vosso presidente. Mas quem o acreditaria! o pérfido havia-me  iludido, e meu patriotismo tão somente lhe serviu de instrumento para também  iludir-vos e desarmar-vos. Como poderá justificar-se semelhante conduta em a  primeira autoridade, que não deve ouvir outra voz que a da justiça, nem ter  outras vistas que as do bem do povo que rege! Se o ex-presidente houvesse  desejado o bem-estar e tranquilidade da província, não teria desamparado o lugar  que a lei lhe confiou, teria acudido prontamente ao ponto que ameaçava a  conflagração, e o castigo dos facciosos teria satisfeito a justiça de um povo  ultrajado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não por certo, não tinha em vista o  bem da pátria quando levou desde o Rio Grande a confusão e a discórdia a todos  os ângulos da província; quando em seu regresso a capital aprovou quanto de mais  desatinado e criminoso havia cometido seu lugar-tenente Rodrigues Fernandes  Chaves; quando afastou de si seus antigos amigos, os sustentadores das  instituições livres; quando, ingrato a meu zelo pelo restabelecimento da  tranquilidade pública, ousou chamar-me caudilho de fascinorosos, e  revolucionário. Insensato! Se eu tivesse querido levantar o estandarte da  rebelião, que melhor oportunidade que a exaltação em que se achavam os  espíritos? Que motivo mais plausível que o insulto feito à nacionalidade? Que  meios mais poderosos que as cartas que seu passado temor, e mais que tudo a  certeza de que eu não abusaria delas, me havia confiado? Mas já era surdo à  austera linguagem da verdade, e prestava tão somente ouvidos às baixas lisonjas,  e aos pérfidos conselhos de um partido que queria vê-lo envolvido em seus  interesses, e cúmplice em seus crimes para assegurar-se da impunidade e do  triunfo dos princípios retrógrados. Deixou o sr. Braga de ser administrador de  um povo livre, desde que ao império da lei substituiu o espírito de facção, e o  povo desde aquele instante deixou de respeitá-lo. Sem força moral, sem opinião,  um governo não subsiste senão pela desmoralização, pela intriga e pela agressão,  e este foi caminho cheio de precipícios em que se lançou o sr. Braga. Vós o  vistes, Rio-grandenses, apoiar na corte com sua autoridade as mais vergonhas  intrigas do marechal Barreto, para perder aqueles cujas luzes e patriotismo  transtornavam seus planos ambiciosos e despóticos; em quanto com seu poder nesta  cidade autorizava as desejadas vinganças. O primeiro golpe dado contra a  liberdade conduz insensivelmente, e de um modo inevitável a todos os outros: é  uma porta aberta à arbitrariedade, e uma vez que ela se introduz ninguém pode  prever em que ponto parará.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Compatriotas! Vós testemunhasses esta  verdade, e os cidadãos mais decididos pela causa do povo foram o alvo de uma  sistemática perseguição; prodigalizaram-se empregos aos homens mais impopulares,  a aqueles que eram mais indigitados para professarem princípios mais retrógrados  e antinacionais; o direito de petição garantido por nossa Constituição foi  desatendido, e os peticionários tratados como sediciosos; encheram-se os  cárceres de patriotas, e toda a província foi envolvida em processos e querelas;  introduziu-se a desmoralização na guarda-nacional de infantaria para  dispersá-la, e se suspendeu arbitrariamente do seu comando ao tenente-coronel  Silvano José Monteiro de Araújo e Paula, cujo crime era seu inabalável  patriotismo; criou-se uma guarda pretoriana debaixo do nome de guarda-nacional  de cavalaria para custodiar a cidade; mandou-se com ingentes gastos, e  detrimento do erário público ao valente batalhão de caçadores n2 8 para as  longínquas fronteiras de Missões; removeu-se da vila do Jaguarão para Bagé a  companhia de caçadores que ali se achava por ordem da Regência, duplicando sem  necessidade nem motivo plausível, as despezas, pelo custoso de transporte de  víveres, munições e bagagem, a pontos tão distantes. Silva Tavares, capitão da  extinta segunda linha, foi nomeado comandante da fronteira do Rio-Grande a  despeito das instruções da Regência de 8 de março de 1834, sujeitando assim à  nulidade, e malvadez deste homem perverso, um sem-número de chefes valentes e  aguerridos; retirou-se do comando da fronteira do Rio Pardo ao veterano dos  nossos guerreiros, o sr. Bento Manuel Ribeiro, e foi substituído pelo  tenente-coronel da mesma extinta segundo linha, José Antonio Martins, cujo único  título é a particular inimizade que consagra ao sr. Bento Manuel Ribeiro, e  pertencer a facção do marechal Barreto; vimos emfim debaixo da presidência do  sr. Braga o templo de Temis convertido em forja das mais injustas perseguições;  vimos cidadãos armados contra cidadãos; vimos deportações; vimos violada por  duas vezes a sagrada garantia do habeas corpus na pessoa do honrado patriota  major José Mariano de Mattos; e vimos finalmente impunes a escandalosa  introdução de africanos, e da moeda de cobre, terríveis açoites desta malfadada  província. Com estes e muitos outros atentados, que por brevidade omito, se  satisfizeram as exigências do marechal Barreto, de Pedro Chaves, e da facção  retrógrada; mas era forçoso capear as perseguições com o manto da utilidade  pública, era forçoso legalizar atos perpetrados contra a opinião da grande  maioria da província. Chegou a época da instalação da nossa Assembléia  provincial, e a fala do presidente arrancou a máscara com que cobria uma  política hipócrita e rasteira: a calúnia mais feroz foi proferida no seu seio  com altivez e ousadia, e a província tremeu por sua tranquilidade e existência,  ouvindo a voz de sua primeira autoridade revelar-lhe uma conspiração, cujo fim  era desmembrá- Ia da grande família brasileira, e acusar como autores de tão  nefando projeto aos mais conspícuos defensores das liberdades pátrias, a aqueles  que em todos os tempos valorosamente expuseram suas vidas e verteram seu sangue  em defesa da integridade do Império. Projeto insensato! O golpe mortal que o  ex-presidente premeditou dar na honra e bem merecida opiniao de seus  adversarios, reverberou-se contra sí! Graças sejam dadas à energia dos generosos  patriotas deputados da oposição! Eles advogaram a causa da inocência contra o  aparato do poder, e contra a liga dos facciosos que se sentavam nos bancos da  nossa Assembléia provincial: sua nobre e austera linguagem aterrou a calúnia,  perseguiu ao caluniador em suas últimas trincheiras, e obteve a glória de  obrigá-lo a mais abjeta retratação, e de tranquilisar a província  manifestando-lhe que não existia a revelada conspiração: um clamor geral de  indignação sucedeu ao do temor que se havia querido incutir, e essa justa  indignação acabou de fazer desprezível a autoridade do sr. Braga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Depois desta derrota, quem teria  ousado permanecer no eminente lugar que se tinha deshonrado? Mas o sr. Braga já  se não achava livre para retroceder ainda que o houvesse querido; obsecado pelo  partido retrógrado, por seus compromissos pessoais, e pelo fatal influxo de seu  irmão, sempre pronto a incitá-lo a toda a classe de violências, persistiu na  presidência, e continuou sua marcha opressora e anti-nacional. O partido  faccioso em sua mesma raiva achava nova forças para intentar novas empresas  contra os interesses da maioria desta província que em seu delírio tratava de  sediciosa e anárquica. Acreditou que sua posição era todavia a mais forte a  despeito da opinião pública que lhe era contrária. Os lugares mais importantes  estavam confiados a membros de sua facção, e inutilizados a maior parte dos  influentes do partido liberal; contava com um número crescido de facciosos no  seio da representação provincial; contava com o apoio de seu corifeu o marechal  Barreto, que ousava prometer-lhe sacar força armada de um Estado vizinho para  sufocar qualquer tentativa dos homens livres; a liberdade de imprensa lhe servia  de veículo para espalhar suas doutrinas retrógradas e impopulares, atacar com o  fél da calúnia reputações adquiridas por uma larga série de serviços feitos à  pátria, semear a discórdia e dividir para reinar, contava com o tesouro nacional  para comprar prosélitos, e suprir os gastos de uma administração pródiga e  desatinada, e contava emfim com magistrados corrompidos e prevaricadores para  legalizar injustas perseguições, e os atos mais arbitrários. Estes eram os  elementos com que contava a transata administração, e podiam os brasileiros  livres sofrer por mais tempo seu jugo pesado e imoral, e deixar a seus filhos o  triste exemplo da arbitrariedade triunfante? O cálice da amargura ainda não  estava cheio, mas não tardou a sê-lo. Não contente o partido retrógrado de  apresentar em seus imundos periódicos aos nossos honrados e industriosos  camponeses como sepultados nas trevas da mais crassa ignorancia, como ineptos  para defender seus interesses políticos, e apelidados bárbaros, pobretões e  proletários, projetou sobrecarregá-los com um novo e oneroso imposto de dez mil  réis anual sobro cada légua quadrada; imposto contrário aos princípios de  economia política, impondo injusto e cruel, porque recai sobre o capital e não  sobre o produto-, injusto e cruel finalmente, porque pesa com desigualdade em  razão da maior ou menor fertilidade dos campos. Vãos foram os esforços dos  deputados liberais para oporem-se a tão opressiva lei; ela passou a despeito da  sã razão, e do bem-estar dos nossos comprovincianos. O sr. Braga que pelo art.  15 da lei das reformas estava autorizado a negar sua sanção a qualquer lei  quando entendesse não convir aos interesses da provi 1 ncia, e que podia por  consequência, suspendendo a execução, prevenir os males que ela arrastava após  si, longe de querer fazê-lo, desde logo sancionou e mandou cumprir. Faltavam-lhe  porventura razões em que fundasse a sua negativa? Não por certo; filho desta  província tinha todos os conhecimentos necessários para julgar o imposto  impolítico e injusto; porém o espírito de facção dirigia todos os atos de sua  funesta administração. Devia-se necessariamente prever o descontentamento que  excitaria este novo imposto, e que a sua execução ocasionaria um pronto e geral  levantamento; deviam pois os facciosos arbitrar modo de conjurar a tempestade  provendo-se uma força armada devota à sua vontade, e comandada por chefes de sua  facção. Em vão a buscariam eles nos valentes veteranos! Aqueles que combateram  pelas liberdades pátrias jamais poderiam converter-se em algozes de seus  concidadãos, jamais desembainhariam a espada para degolar seus pais, seu filhos  e seus amigos! Não. Os militares do Brasil regenerado vertem seu sangue para  defender a pátria, e não para oprimi-Ia. Buscariam eles esta força entre os  beneméritos guardas nacionais da campanha? Certamente que não; são estes os mais  vexados e oprimidos pelo imposto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Aonde buscariam pois esta força?  Custa dizê-lo! Na criação de um corpo de polícia de setecentas praças, na  organização de um corpo de janízaros que com a ponta de suas espadas fizessem  exequíveis as medidas mais impopulares e opressivas. Podemos assegurar por honra  desta província que este revoltante projeto jamais passaria em nossa Assembléia  se tivesse sido proposto e discutido com as formalidades do estilo; mas a cabala  e a surpreza lhes fez obter o que de outro modo nunca teria obtido; este corpo  foi criado por uma simples emenda do sr. Manuel Felizardo quando se discutia a  lei do orçamento provincial, autorizando ao mesmo tempo o presidente para fazer  seu regulamento! Semelhante modo de criar um batalhão achou a mais forte  oposição da parte dos nossos deputados liberais, e apesar de haver sido aquela  emenda firmada maliciosamente pelos deputados partidários da administração  facciosa e por alguns outros que iludidos se prestaram às vistas iníquas dos  srs. Chaves e Felizardo, apesar, dizemos, daquela nova espécie de  abaixo-assinado (até agora desconhecido nos debates parlamentares) que  representava a maioria da Assembléia, equivalia a uma votação antes da  discussão, apenas passou por dois votos, e esta corte formidável cujas despezas  teriam absorvido a enorme soma de duzentos contos de réis anuais, de facto foi  feita e organizada pelo sr. Braga, que desta arte assumiu os dois poderes.  Tantas arbitrariedades e tantos atentados em um povo que se preza de ser livre  deviam emfim cansar seus sofrimentos. A inquietação que desde os primeiros meses  da presidência do sr. Braga se tinha derramado na maior parte desta província, e  que por tantas vezes a prudência e amor à ordem haviam acalmado, como acendida  por virtude elétrica, apareceu novamente e se fez geral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A nossa pátria pareceu ao esperto  observador como um enfermo, a quem uma febre ardente mortifica, e que  alternativamente espera e teme que a crise que o atormenta lhe dê saúde ou  morte. Em vão, compatriotas, buscáveis uma táboa de salvação, ela estava na  Carta, mas naqueles momentos a Carta era letra morta, as vias legais vos eram  obstruidas, a apatia do Governo central não vos deixava transluzir a mais  pequena esperança de melhoramento, os males vos ameaçavam já de perto, qualquer  dilação era perigosa, e a força vos ia dominar, e destruires, cidadãos, a força  com a força. Cumprimos, riograndenses, um dever sagrado repelindo as primeiras  tentativas de arbitrariedade em nossa cara pátria; ela vos agradecerá e o Brasil  inteiro aplaudirá o vosso patriotismo e a justiça que armou vosso braço para  depor uma autoridade inepta e facciosa, e restabelecer o império da lei.  Compatriotas, eu acrescentarei à glória de haver sido em outros tempos vosso  companheiro nos campos de batalha, e havermos conduzido contra vossos inimigos  externos, a glória ainda mais nobre e perdurável de haver concorrido a  libertá-la dos seus inimigos internos, e salvá-la dos males da anarquia. O  governo de facção desapareceu de nossa cena política, a ordem se acha  restabelecida. Com esse triunfo dos princípios liberais minha ambição está  satisfeita, e no descanso da vida privada a que tão somente aspiro, gozarei o  prazer de ver-vos desfrutar os benefícios de um governo ilustrado, liberal e  conforme com os votos da maioria da província. Respeitando o juramento que  prestamos ao nosso Código sagrado, ao trono Constitucional, e à conservação da  integridade do Império, comprovareis aos inimigos de nosso sossego e felicidade,  que sabeis preferir o jugo da lei ao dos seus infratores, e que ao mesmo tempo  nunca esqueceis que sois os administradores do melhor património das gerações  que vos devem suceder, que este património é a liberdade, e que estais na  obrigação de defendê-la a custa de vosso sangue e de vossa existência. A  execração de nossos filhos cairá sobre nossas cinzas, se por nossa  desmoralização e incúria lhes transmitirmos este sagrado depósito desfalcado e  corrompido; e suas bênçãos se nos acompanharão ao sepulcro se lhes deixarmos o  de virtude e patriotismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Porto alegre, 25 de setembro de  1835.&lt;br /&gt;Bento Gonçalves da Silva".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-2518554424233420971?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/2518554424233420971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos_831.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/2518554424233420971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/2518554424233420971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos_831.html' title='Guerra dos Farrapos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-6264757669262278049</id><published>2009-08-09T18:26:00.002-07:00</published><updated>2009-08-10T21:41:44.907-07:00</updated><title type='text'>Lei Áurea</title><content type='html'>&lt;title&gt;A LEI ÁUREA - 1888 - PRINCESA ISABEL - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;A LEI ÁUREA - 1888 - PRINCESA ISABEL&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Lei nº 3.353, de 13 de maio de  1888.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Declara extinta a escravidão no  Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A princesa Imperial, Regente em Nome  de Sua Majestade o Imperador o Senhor D. Pedro li, faz saber a todos os súditos  do Império que a Assembléia Geral Decretou e Ela sancionou a Lei  seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 1º É declarada extinta desde a  data desta Lei a escravidão no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Art. 2º Revogam-se as disposições em  contrário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Manda portanto a todas as autoridades  a quem o conhecimento e execução da referida Lei pertencer, que a cumpram e  façam cumprir e guardar tão inteiramente como nela se contém.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Secretário de Estado dos Negócios  d'Agricultura, Comércio e Obras Públicas e Interino dos Negócios Estrangeiros,  Bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do Conselho de Sua Majestade o Imperador, o  faça imprimir, publicar e correr.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;67º do Independência e do  Império.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;a) Princesa Imperial  Regente&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Rodrigo A. da Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Carta de Lei, pela qual Vossa Alteza  Imperial Manda executar o Decreto da Assembléia Geral que Houve por bem  sancionar declarando extinta a escravidão no Brasil, como nela se  declara.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para Vossa Alteza Imperial  ver.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-6264757669262278049?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/6264757669262278049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6264757669262278049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/6264757669262278049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos_09.html' title='Lei Áurea'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3521350607323919644</id><published>2009-08-09T18:26:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:42:27.485-07:00</updated><title type='text'>Estado Novo</title><content type='html'>&lt;title&gt;O ESTADO NOVO - ERA VARGAS - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A NAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O homem de Estado, quando as  circunstâncias impõem uma decisão excepcional, de amplas repercussões e  profundos efeitos na vida do país, acima das deliberações ordinárias da  atividade governamental, não pode fugir ao dever de tomá-la, assumindo, perante  a sua conciência e a conciência dos seus concidadãos, as responsabilidades  inerentes à alta função que lhe foi delegada pela confiança nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A investidura na suprema direção dos  negócios públicos não envolve, apenas, a obrigação de cuidar e prover as  necessidades imediatas e comuns da administração. As exigências do momento  histórico e as solicitações do interesse coletivo reclamam, por vezes,  imperiosamente, a adoção de medidas que afetam os pressupostos e convenções do  regime, os próprios quadros institucionais, os processos e métodos de  govêrno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Por certo, essa situação  especialíssima só se caracteriza sob aspectos graves decisivos nos períodos de  profunda perturbação política, econômica e social. A contingência de tal ordem  chegamos, infelizmente, como resultante de acontecimentos conhecidos, estranhos  à ação governamental, que não os provocou nem dispunha de meios adequados para  evitá-los ou remover-lhes as funestas conseqüências.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Oriundo de um movimento  revolucionário de amplitude nacional e mantido pelo poder constituinte da Nação,  o Govêrno continuou, no período legal, a tarefa encetada de restauração  economica e financeira e, fiei às convenções do regime, procurou crear, pelo  alheiamente às competições partidárias, uma atmosfera de serenidade e confiança,  propícia ao desenvolvimento das instituições democráticas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Enquanto assim procedia, na esfera  estritamente política, aperfeiçoava a obra de justiça social a que se votara  desde o seu advento, pondo em prática um programa isento de perturbações e capaz  de atender às justas reivindicações das classes trabalhadoras, de preferência as  concernentes às garantias elementares de estabilidade e segurança econômica, sem  as quais não pode o indivíduo tornar-se útil à coletividade e compartilhar dos  benefícios da civilização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Contrastando com as diretrizes  governamentais, inspiradas sempre no sentido construtivo e propulsor das  atividades gerais, os quadros políticos permaneciam adstritos aos simples  processos de aliciamento eleitoral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Tanto os velhos partidos, como os  novos em que os velhos se transformaram sob novos rótulos, nada exprimiam  ideologicamente, mantendo-se à sombra de ambições pessoais ou de predomínios  localistas, a serviço de grupos empenhados na partilha dos despojos e nas  combinações oportunistas em torno de objetivos subalternos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A verdadeira função dos partidos  políticos, que consiste em dar expressão e reduzir a princípios de govêrno as  aspirações e necessidades coletivas, orientando e disciplinando as correntes de  opinião, essa, de há muito, não a exercem os nossos agrupamentos partidários  tradicionais. O fato é sobremodo sintomático se lembrarmos que da sua atividade  depende o bom funcionamento de todo sistema baseado na livre concorrência de  opiniões e interesses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para comprovar a pobreza e  desorganização da nossa vida política, nos moldes em que se vem processando, aí  está o problema de sucessão presidencial, transformado em irrisória competição  de grupos, obrigados a operar pelo subôrno e pelas promessas demagógicas, diante  de completo desinteresse e total indiferença das fôrças vivas da Nação. Chefes  de govêrnos locais, capitaneando desassossegos e oportunismos, transformaram-se,  de um dia para outro, à revelia da vontade popular, em centros de decisão  política, cada qual decretando uma candidatura, como se a vida do país, na sua  significação coletiva, fõsse simples convencionalismo, destinado a legitimar as  ambições do caudilhismo provinciano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Nos períodos de crise, como o que  atravessamos, a democracia de partidos, em lugar de oferecer segura oportunidade  de crescimento e progresso, dentro das garantias essenciais à vida e à condição  humana, subverte a hierarquia, ameaça a unidade pátria e põe em perigo a  existência da Nação, extremando as competições e acendendo o facho da discórdia  civil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Acresce, ainda, notar que, alarmados  pela atoarda dos agitadores profissionais e diante da complexidade da luta  política, os homens que não vivem dela mas do seu trabalho deixam os partidos  entregues aos que vivem deles, abstendo-se de participar da vida pública, que só  poderia beneficiar-se com a intervenção dos elementos de ordem e de ação  construtora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O sufrágio universal passa, assim, a  ser instrumento dos mais audazes e máscara que mal dissimula o conluio dos  apetites pessoais e de corrilhos. Resulta daí não ser a economia nacional  organizada que influe ou prepondera nas decisões governamentais, mas as fôrças  econômicas de caráter privado, insinuadas no poder e dele se servindo em  prejuízo dos legítimos interesses da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quando os partidos tinham objetivos  de caráter meramente político, com a extensão de franquias constitucionais e  reivindicações semelhantes, as suas agitações ainda podiam processar-se à  superfície da vida social, sem perturbar as atividades do trabalho e da  produção. Hoje, porém, quando a influência e o controle do Estado sôbre a  economia tendem a crescer, a competição política tem por objetivo o domínio das  fôrças econômicas, e a perspectiva da luta civil, que espia, a todo momento, os  regimes dependentes das flutuações partidárias, é substituída pela perspectiva  incomparavelmente mais sombria da luta de classes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Em tais circunstâncias, a capacidade  de resistência do regime desaparece e a disputa pacífica das urnas é  transportada para o campo da turbulência agressiva e dos choques  armados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É dessa situação perigosa que nos  vamos aproximando. A inércia do quadro político tradicional e a degenerescência  dos partidos em clans facciosos são fatores que levam, necessariamente, a armar  o problema político, não em termos democráticos, mas em termos de violência e de  guerra social. Os preparativos eleitorais foram substituídos, em alguns Estados,  pelos preparativos militares, agravando os prejuízos que já vinha sofrendo a  Nação, em consequência da incerteza e instabilidade creadas pela agitação  facciosa. O caudilhismo regional, dissimulado sôb aparências de organização  partidária, arma-se para impor à Nação as suas decisões, constituindose, assim,  em ameaça ostensiva à unidade nacional. Por outro lado, as novas formações  partidárias surgidas em todo o mundo, por sua própria natureza refratárias aos  processos democráticos, oferecem perigo imediato para as instituições, exigindo,  de maneira urgente e proporcional à virulência dos antagonismo, o refôrço do  poder central. Isto mesmo já se evidenciou por ocasião do golpe extremista de  1935, quando o Poder Legislativo foi compelido a emendar a Constituição e a  instituir o estado de guerra, que, depois de vigorar mais de um ano, teve de ser  restabelecido por solicitação das fôrças armadas, em virtude do recrudescimento  do surto comunista, favorecido pelo ambiente turvo dos comícios e da caça ao  eleitorado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A consciência das nossas  responsabilidades indicava, imperativamente, o dever de restaurar a autoridade  nacional, pondo termo a essa condição anômala da nossa existência política, que  poderá conduzir-nos à desintegração, como resultado final dos choques de  tendências inconciliáveis e do predomínio dos particularismos de ordem  local.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Colocada entre as ameaças  caudilhescas e o perigo das formações partidárias sistematicamente agressivas, a  Nação, embora tenha por si o patriotismo da maioria absoluta dos brasileiros e o  amparo decisivo e vigilante das fôrças armadas, não dispõe de meios defensivos  eficazes dentro dos quadros legais, vendo-se obrigada a lançar mão, de modo  normal, das medidas excepcionais que caracterizam o estado de risco iminente da  soberania nacional e da agressão externa. Essa é a verdade, que precisa ser  proclamada, acima de temores e subterfúgios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A organização constitucional de 1934,  vazada nos moldes clássicos do liberalismo e do sistema representativo,  evidenciara falhas lamentáveis, sob esse e outros aspectos. A Constituição  estava, evidentemente, antedatada em relação ao espírito do tempo. Destinava-se  a uma realidade que deixara de existir. Conformada em princípios cuja validade  não resistira ao abalo da crise mundial, expunha as instituições por ela mesma  criadas à investida dos seus inimigos, com a agravante de enfraquecer e anemizar  o poder público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O aparelhamento governamental  instituído não se ajustava às exigências da vida nacional; antes,  dificultava-lhe a expansão e inibia-lhe os movimentos. Na distribuição das  atribuições legais, não se colocara, como se devera fazer, em primeiro plano, o  interesse geral; aluíram-se as responsabilidades entre os diversos poderes, de  tal sorte que o rendimento do aparêlho do Estado ficou reduzido ao mínimo e a  sua eficiência sofreu danos irreparáveis, continuamente expostos à influência  dos interesses personalistas e das composições políticas eventuais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não obstante o esfôrço feito para  evitar os incovenientes das assembléias exclusivamente políticas, o Poder  Legislativo, no regime da Constituição de 1934, mostrou-se irremediavelmente,  inoperante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Transformada a Assembléia Nacional  Constituinte em Câmara de Deputados, para elaborar, nos precisos termos do  dispositivo constitucional, as leis complementares constantes da Mensagem do  Chefe do Govêrno Provisório, de 10 de abril de 1934, não se conseguira, até  agora, que qualquer delas fosse ultimada, mau grado o funcionamento quási  ininterrupto das respectivas sessões. Nas suas pastas e comissões se encontram,  aguardando deliberação, numerosas iniciativas de inadiável necessidade nacional,  como sejam: o Código Penal, o Código do Ar, o Código das Águas, o Código de  Minas, o Código Penal, o Código do Processo, os projectos da Justiça do  Trabalho, da creação dos Institutos do Mate e do Trigo, etc. ete.. Não deixaram,  entretanto, de ter andamento e aprovação as medidas destinadas a favorecer  interesses particulares, algumas, evidentemente, contrárias aos interesses  nacionais e que, por isso mesmo, receberam veto do Poder Executivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Por seu turno, o Senado Federal  permanecia no período de definição das suas atribuições, que constituíam motivo  de controvérsia e de contestação entre as duas casas legislativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A fase parlamentar da obra  governamental se processava, antes como um obstáculo do que como uma colaboração  digna de ser conservada nos termos em que a estabelecera a Constituição de  1934.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Função elementar e, ao mesmo tempo,  fundamental, a própria elaboração orçamentária nunca se ultimou nos prazos  regimentais, com o cuidado que era de exigir. Todos os esforços realizados pelo  Govêrno no sentido de estabelecer o equilíbrio orçamentário se tornavam inúteis,  desde que os representantes da Nação agravavam sempre o montante das despesas,  muitas vezes, em benefício de iniciativas ou de interesses que nada tinham a ver  com o interesse público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Constitúi ato de estrita justiça  consignar que em ambas as casas do Poder Legislativo existiam homens cultos,  devotados e patriotas, capazes de prestar esclarecido concurso às mais delicadas  funções públicas, tendo, entretanto, os seus esforços invalidados pelos próprios  defeitos de estrutura do órgão a que não conseguiam emprestar as suas altas  qualidades pessoais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A manutenção dêsse aparelho  inadequado e dispendioso era de todo desaconselhável. Conservá-lo seria,  evidentemente, obra de espírito acomodatício e displicente, mais interessado  pelas acomodações da clientela política do que pelo sentimento das  responsabilidades assumidas. Outros, por certo, prefeririam transferir aos  ombros do Legislativo os onus e dificuldades que o Executivo terá de enfrentar  para resolver diversos problemas de grande relevância e de graves repercussões,  visto afetarem poderosos interesses organizados, interna e externamente.  Compreende-se, desde logo, que me refiro, entre outros, aos da produção cafeeira  e regularização da nossa dívida externa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Govêrno atual herdou os erros  acumulados em cêrca de vinte anos de artificialismo econômico, que produziram o  efeito catastrófico de reter stocks e valorizar o café, dando em resultado o  surto da produção noutros países, apesar dos esforços empreendidos para  equilibrar, por meio de quotas, a produção e o consumo mundial da nossa  mercadoria básica. Procurando neutralizar a situação calamitosa encontrada em  1930, iniciamos uma política de descongestionamento, salvando da ruína a lavoura  cafeeira e encaminhando os negócios de modo que fosse possível restituir, sem  abalos, o mercado do café às suas condições normais. Para atingir êsse objetivo,  cumpria aliviar a mercadoria dos pesados onus que a encareciam, o que será feito  sem perda de tempo, resolvendo-se o problema da concorrência no mercado mundial  e marchando decisivamente para a liberdade de comércio do produto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;No concernente à dívida externa, o  serviço de amortização e juros constitui questão vital para a nossa economia.  Enquanto foi possível o sacrifício da exportação de ouro, afim de satisfazer as  prestações estabelecidas, o Brasil não se recusou a fazê-lo. É claro, porém, que  os pagamentos, no exterior, só pódem ser realizados com o estado da balança  comercial, Sob a aparência de moéda, que vela e disfarça a natureza do fenômeno  de base nas relações economicas, o que existe, em última análise, é a permuta de  produtos. A transferência de valores destinados a atender a êsses compromissos  pressupõe, naturalmente, um movimento de mercadorias do país devedor para os  seus clientes no exterior, em volume suficiente para cobrir as responsabilidades  contraídas. Nas circunstâncias atuais, dados os fatores que tendem a crear  restrições à livre circulação das riquezas no mercado mundial, a aplicação de  recursos em condições de compensar a diferença entre as nossas disponibilidades  e as nossas obrigações só pode ser feita mediante o endividamento crescente do  país e a debilitação da sua economia interna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não é demais repetir que os sistemas  de quotas, contingentamentos e compensações, limitando, dia a dia, o movimento e  volume das trocas internacionais, têm exigido, mesmo nos países de maior  rendimento agrícola e industrial, a revisão das obrigações externas. A situação  impõe, no momento, a suspensão do pagamento de juros e amortizações, até que  seja possível reajustar os compromissos sem dessangrar e empobrecer o nosso  organismo econômico. Não podemos por mais tempo continuar a solver dívidas  antigas pelo processo ruinoso de contrair outras mais vultosas, o que nos  levaria, dentro de pouco, à dura contingência de adotar solução mais radical.  Para fazer face às responsabilidades decorrentes dos nossos compromissos  externos, lançamos sôbre a produção nacional o pesado tributo que consiste no  confisco cambial, expresso na cobrança de uma taxa oficial de 35%, redundando,  em última análise, em reduzir de igual percentagem os preços, já tão aviltados,  das mercadorias de exportação. É imperioso pôr um termo a êsse confisco,  restituindo o comércio de câmbio às suas condições normais. As nossas  disponibilidades no estrangeiro, absorvidas, na sua totalidade, pelo serviço da  dívida e não bastando, ainda assim, às exigências, dão em resultado nada nos  sobrar para a renovação do aparelhamento econômico, do qual depende todo o  progresso nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Precisamos equipar as vias férreas do  país, de modo a oferecerem transporte econômico aos produtos das diversas  regiões, bem como construir novos traçados e abrir rodovias, prosseguindo na  execução do nosso plano de comunicações, particularmente no que se refere à  penetração do hinteriand e articulação dos centros de consumo interno com os  escoadouros de exportação. Por outro lado, essas realizações exigem que se  instale a grande siderurgia, aproveitando a abundância de minéreo, num vasto  plano de colaboração do Govêrno com os capitais estrangeiros que pretendam  emprêgo remunerativo, e fundando, de maneira definitiva, as nossas indústrias de  base, em cuja dependência se acha o magno problema da defêsa  nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É necessidade inadiável, também,  dotar as fôrças armadas de aparelhamento eficiente, que as habilite a assegurar  a integridade e a independência do país, permitindo-lhe cooperar com as demais  nações do Continente na obra de preservação da paz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para reajustar o orgânismo político  às necessidades econômicas do país e garantir as medidas apontadas, não se  oferecia outra alternativa além da que foi tomada, instaurando-se um regime  forte, de paz, de justiça e de trabalho. Quando os meios de govêrno (3) não  correspondem mais às condições de existência de um povo, não há outra solução  senão mudá-los, estabelecendo outros moldes de ação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Constituição (4) hoje promulgada  creou uma nova estrutura legal, sem alterar o que se considera substancial nos  sistemas de opinião: manteve a forma democrática, o processo representativo e a  autonomia dos Estados, dentro das linhas tradicionais da federação  orgânica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Circunstâncias de diversas natureza  apressaram o desfêcho déste movimento, que constitui manifestação de vitalidade  das energias nacionais extra-partidárias. O povo o estimulou e acolheu com  inequívocas demonstrações de regozijo, impacientado e saturado pelos lances  entristecedores da política profissional; o Exército e a Marinha o reclamaram  como imperativo da ordem e da segurança nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ainda ontem, culminando nos  propósitos demagógicos, um dos candidatos presidenciais mandava ler da tribuna  da Câmara dos Deputados documento francamente sedicioso e o fazia distribuir nos  quartéis das corporações militares, que, num movimento de saudável reação às  incursões facciosas, souberam repelir tão aleivosa exploração, discernindo, com  admirável clareza, de que lado estavam, no momento, os legítimos reclamos da  conciência brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Tenho suficiente experiência das  asperezas do poder para deixar-me seduzir pelas suas exterioridades e  satisfações de caráter pessoal. Jamais concordaria, por isso, em permanecer à  frente dos negócios públicos se tivesse de ceder quotidianamente às mesquinhas  injunções daacomodação política, sem acerteza de podertrabalhar, com real  proveito, pelo maior bem da coletividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Prestigiado pela confiança das fôrças  armadas e correspondendo aos generalizados apelos dos meus concidadãos, só acedí  em sacrificar o justo repouso a que tinha direito, ocupando a posição em que me  encontro, com o firme propósito de continuar servindo à Nação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As decepções que o regime derrotado  trouxe ao país não se limitaram ao campo moral e político.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A economia nacional, que pretendera  participar das responsabilidades do Govêrno, foi também frustrada nas suas  justas aspirações. cumpre restabelecer, por meio adequado, a eficácia da sua  intervenção e colaboração na vida do Estado, Ao envés de pertencer a uma  assembléia política, em que é óbvio, não se encontram os elementos essenciais às  suas atividades, a representação profissional deve constituir um órgão de  cooperação na esfera do poder público, em condições de influir na propulsão das  fôrças econômicas e de resolver o problema do equilíbrio entre o capital e o  trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Considerando de frente e acima dos  formalismos jurídicos a lição dos acontecimentos, chega-se a uma conclusão  iniludível, a respeito da gênese política das nossas instituições: elas não  corresponderam, desde 1889, aos fins para que se destinavam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Um regime que, dentro dos ciclos  prefixados de quatro anos, quando se apresentava o problema sucessório  presidencial, sofria tremendos abalos, verdadeiros traumatismos mortais, dada a  inexistência de partidos nacionais e de princípios doutrinários que exprimissem  as aspirações coletivas, certamente não valia o que representava e operava,  apenas, em sentido negativo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Numa atmosfera privada de espírito  público, como essa em que temos vivido, onde as instituições se reduziam às  aparências e aos formalismos, não era possível realizar reformas radicais sem a  preparação prévia dos diversos fatores da vida social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Torna-se impossível estabelecer  normas sérias e sistematização eficiente à educação, à defesa e aos próprios  empreendimentos de ordem material, se o espírito que rege a política geral não  estiver conformado em princípios que se ajustem às realidades nacionais. Se  queremos reformar, façamos, desde logo, a reforma política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todas as outras serão consectárias  desta, e sem ela não passarão de inconsistentes documentos de teoria política.  Passando do Govêrno propriamente dito ao processo da sua constituição,  verificava-se, ainda, que os meios não correspondiam aos fins. A fase culminante  do processo político sempre foi da escolha de candidato à Presidência da  República. Não existia mecanismo constitucional prescrito a êsse processo. Como  a função de escolher pertencia aos partidos e como êstes se achavam reduzidos a  uma expressão puramente nominal, encontravamo-nos em face de uma solução  impossível, por falta de instrumento adequado. Daí, as crises periódicas do  regime, pondo, quadrienalmente, em perigo a segurança das instituições. Era  indispensável preencher a lacuna, incluindo na própria Constituição o processo  de escolha dos candidatos à suprema investidura, de maneira a não se reproduzir  o espetáculo de um corpo político desorganizado e perplexo, que não sabe,  sequer, por onde começar o ato em virtude do qual se define e afirma o fato  mesmo da sua existência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A campanha presidencial, de que  tivemos, apenas, um tímido ensaio, não podia, assim, encontrar, como  efetivamente não encontrou, repercussão no país. Pelo seu silêncio, a sua  indiferença, o seu desinteresse, a Nação pronunciou julgamento irrecorrível  sôbre os artifícios e as manobras a que se habituou a assistir periodicamente,  sem qualquer modificação no quadro governamental que se seguia às contendas  eleitorais. Todos sentem, de maneira profunda, que o problema de organização do  Govêrno deve processar-se em plano diferente e que a sua solução transcede os  mesquinhos quadros partidários, improvisados nas vésperas dos pleitos, com o  único fim de servir de bandeira a interesses transitoriamente agrupados para a  conquista do poder.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A gravidade da situação que acabo de  escrever em rápidos traços está na conciência de todos os brasileiros. Era  necessário e urgente optar pela continuação dêsse estado de coisas ou pela  continuação do Brasil. Entre a existência nacional e a situação de caos, de  irresponsabilidade e desordem em que nos encontrávamos, não podia haver meio  termo ou contemporização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quando as competições políticas  ameaçam degenerar em guerra civil, é sinal de que o regime constitucional perdeu  o seu valor prático, subsistindo, apenas, como abstração. A tanto havia chegado  o país. A complicada máquina de que dispunha para governar-se não funcionava.  Não existiam órgãos apropriados através dos quais pudesse exprimir os  pronunciamentos da sua inteligência e os decretos da sua vontade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Restauremos a Nação na sua autoridade  e liberdade de ação: - na sua autoridade, dando-lhe os instrumentos de poder  real e efetivo com que possa sobrepôr-se às influencias desagregadoras, internas  ou esternas; na sua liberdade, abrindo o plenário do julgamento nacional sôbre  os meios e os fins do Govêrno de e deixando-a construir livremente a sua  história e o seu destino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3521350607323919644?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3521350607323919644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/estado-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3521350607323919644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3521350607323919644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/estado-novo.html' title='Estado Novo'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-4954731438922729455</id><published>2009-08-09T18:25:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:43:06.910-07:00</updated><title type='text'>Tancredo Neves</title><content type='html'>&lt;title&gt;TANCREDO NEVES - 1985 - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;DISCURSO DE TANCREDO NEVES - 1985&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Brasileiros,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Neste momento alto na história,  orgulhamo-nos de pertencer a um povo que não se abate, que sabe afastar o medo e  não aceita acolher o ódio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Nação inteira comunga deste ato de  esperança. Reencontramos, depois de ilusões perdidas e pesados sacrifícios, o  bom e velho caminho democrático.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não há Pátria onde falta  democracia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Pátria não é a mera organização dos  homens em estados, mas sentimento e consciência, em cada um deles, de que lhe  pertencem o corpo e o espírito da Nação. Sentimento e consciência da  intransferível responsabilidade por sua coesão e seu destino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Pátria é escolha, feita na razão e  na liberdade. Não basta a circunstância do nascimento para criar esta profunda  ligação entre o indivíduo e sua comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não teremos a Pátria que Deus nos  destinou enquanto não formos capazes de fazer de cada brasileiro um cidadão, com  plena consciência dessa dignidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Assim sendo, a Pátria não é o  passado, mas o futuro que construímos com o presente. Não é a aposentadoria dos  heróis, mas tarefa a cumprir. É a promoção da justiça, e a justiça se promove  com liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Na vida das nações, todos os dias são  dias de História, e todos os dias são difíceis. A paz é sempre esquiva conquista  da razão política. É para mantê-la, em sua perene precariedade, que o homem  criou as instituições de Estado, e luta constantemente para  aprimoraras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não há desânimo nessa condição  essencial do homem. Por mais pesadas que sejam as sombras totalitárias ou mais  desatadas as paixões anárquicas, o instinto da liberdade e o apego à ordem justa  trabalham para restabelecer o equilíbrio social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;No conceito que fazemos do estado  democrático há saudável contradição: quanto mais democrática for uma sociedade,  mais frágil será o estado. Seu poder de coação só se entende no cumprimento da  lei. Quanto mais fraterna for a sociedade, menor será a presença do  estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;Debate Constitucional&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Brasileiros,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A primeira tarefa de meu governo é a  de promover a organização institucional do estado. Se, para isso, devemos  recorrer à experiência histórica, cabe-nos também compreender que vamos criar um  estado moderno, apto a administrar a Nação no futuro dinâmico que está sendo  construido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sem abandonar os deveres e  preocupações de cada dia, temos de concentrar os nossos esforços na busca de  consenso básico à nova carta política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Convoco-vos ao grande debate  constitucional. Deveis, nos próximos meses, discutir, em todos os auditórios, na  imprensa e nas ruas, nos partidos e nos parlamentos, nas universidades e nos  sindicatos, os grandes problemas nacionais e os legítimos interesses de cada  grupo social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É nessa discussão ampla que ireis  identificar os vossos delegados ao poder constituinte e lhes atribuir o mandato  de redigir a lei fundamental do País.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A Constituição não é assunto restrito  aos juristas, aos sábios ou aos políticos. Não pode ser ato de algumas elites. É  responsabilidade de todo o povo. Daí a preocupação de que ela não surja no  açodamento, mas resulte de uma profunda reflexão nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Os deputados constituintes,  mandatários da soberania popular, saberão redigir uma carta política ajustada às  circunstâncias históricas. Clara e imperativa em seus princípios, a Constituição  deverá ser flexível quanto ao modo, para que as crises políticas conjunturais  sejam contidas na inteligência da lei.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Presidente eleito do Brasil, busco no  coração e na consciência as palavras de agradecimento profundo aos  correligionários da Aliança Democrática (2), o valente e fiei PMDB, sob o  comando do Deputado Ulisses Guimarães, e o recém-fundado Partido da Frente  Liberal, sob a liderança de Aureliano Chaves, Marco Maciei e meu companheiro,  Vice-Presidente, José Sarney, aos integrantes do PDT, PT, PTB, dissidentes do  PDS, que, por decisão partidária ou pessoal, me entregam a mais alta e mais  difícil responsabilidade da minha vida pública.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;Os Compromissos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Creio não poder fazê-lo de melhor  forma do que, perante Deus e perante a Nação, nesta hora inicial de itinerário  comum, reafirmar o compromisso de resgatar duas aspirações que, nos últimos  vinte anos, sustentaram, com penosa obstinação, a esperança do povo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Esta foi a última eleição indireta do  País.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Venho para realizar urgentes e  corajosas mudanças políticas, sociais e econômicas indispensáveis ao bem-estar  do povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não foi fácil chegar até aqui. Nem  mesmo a antecipação da certeza da vitória, nos últimos meses, apaga as  cicatrizes e os sacrifícios que marcaram a História da luta que agora se  encerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não há por que negar que houve muitos  momentos de desalento e cansaço, em que cada um de nós se indagava se valia a  pena a luta. Mas, cada vez que essa tentação nos assaltava, a visão emocionante  do povo, resistindo e esperando, recriava em todos nós energias que supúnhamos  extintas e recomeçávamos, no dia seguinte, como se nada houvesse sido  perdido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A História da Pátria, que se iluminou  através dos séculos com o martírio da Inconfidência Mineira, que registra, com  orgulho, a força do sentimento de unidade nacional sobre as insurreições  libertarias durante o Império, que fixou, para admiração dos pósteros, a bravura  de brasileiros que pegaram em armas na defesa de postulados cívicos contra os  vícios da Primeira-República, a História situará na eternidade o espetáculo  inesquecível das grandes multidões que, em atos pacíficos de participação e de  esperança, vieram para as ruas reivindicar a devolução do voto popular na  escolha direta para a Presidência da República. Frustadas nos resultados  imediatos dessa campanha memorável, as multidões não desesperaram, nem cruzaram  os braços. Convocaram-nos a que viéssemos ao Colégio Eleitoral e fizéssemos dele  o instrumento de sua propria perempçao, criando, com as armas que não se  rendiam, o Governo que restaurasse a plenitude democrática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Na análise desses dois grandes  movimentos cívicos, não sei avaliar quando o povo foi maior: se quando rompeu as  barreiras da repressão, e veio para as ruas gritar pelas eleições diretas, ou se  quando, nisso vencido, não se submeteu, e com extrema maturidade política exigiu  que agíssemos dentro das regras impostas, exatamente para revogá-las e  destruí-Ias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;As Contribuições&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É inegável que o processo de  transição teve contribuições isoladas que não podem ser omitidas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A do poder Legislativo, que, muitas  vezes mutilado em sua constituição e nas suas faculdades, conservou acesa a  chama votiva da representação popular, como última sentinela no campo da batalha  democrática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A do Poder Judiciário, que se  manteve imune a influências dos casuímos, para, na atual conjuntura, fazer  prevalecer o espírito de reordenação democrática.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A da igreja, que com sua autoridade  exponencial no campo espiritual e na ação social e educativa lutou na defesa dos  perseguidos e pregou a necessidade da opção preferencial pelos pobres com base  na democracia moderna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A de homens e mulheres de nosso  povo, principalmente as mães de famílias, que arrostaram as duras dificuldades  de desemprego e da carestia em seus lares, e lutaram, com denodo, pela anistia,  pelos direitos humanos e pelas liberdades políticas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A da imprensa - jornais, emissoras  de rádio e televisão que sob a censura policial, a coação política e econômica,  ousou bravamente enfrentar o poder para servir à liberdade do povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A da sociedade civil como um todo,  em suas muitas instituições a Ordem dos Advogados do Brasil, a Associação  Brasileira de Imprensa, as entidades de classe patronais, de empregados, de  profissionais liberais, as organizações estudantis, as universidades, e tantas  outras, com sua participação, muitas vezes sob pressões inqualificáveis, nesse  mutirão cívico da reconstrução nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A das Forças Armadas, na sua  decisão de se manterem alheias ao processo político, respeitando os seus  desdobramentos até a alternativa do poder.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;- A de S. Excia., o Presidente João  Figueiredo, (4) que, prosseguindo na tarefa iniciada com a revogação dos Atos  lnstitucionais, ajudou com a anistia política, a devolução da liberdade de  imprensa, as eleições diretas de 82, o desenvolvimento normal da sucessão  presidencial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Graças a toda essa imensa e  inesquecível mobilização popular, chegamos agora ao limiar da Nova  República.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Venho em nome da  conciliação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não podemos neste fim de século e de  milênio, quando, crescendo em seu poder, o homem cresce em suas ambições e em  suas angústias, permanecer divididos dentro de nossas fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Se não vemos as outras nações como  inimigas, e as não vemos assim, devemos ter a consciência de que o mundo se  contrai diante de árdua competição internacional. Acentua-se a luta pelo domínio  de mercados, pelo controle de matériasprimas, pela hegemonia política. As  ideologias, tão fortes no século passado e na metade do século XX, empalidecem  frente a um novo nacionalismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;Tarefa prioritária&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ao mesmo tempo, fenômeno típico do  desenvolvimento industrial e da expansão do capitalismo, surge nova realidade  supranacional nas grandes corporações empresariais. Aparentemente desvinculadas  de suas pátrias de origem, tais organizações servem, fundamentalmente, a seus  interesses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ao lado da ordem constitucional, que  é tarefa prioritária, temos que cuidar da situação econômica. A inflação é a  manifestação mais clara da desordem na economia nacional. Iremos enfrentá-la  desde o primeiro dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não cairemos no erro, grosseiro, de  recorrer à recessão como instrumento deflacionário. Ao contrário: vamos promover  a retomada do crescimento, estimulando o risco empresarial e eliminando,  gradativamente, as hipertrofias do egoísmo e da ganância. O ritmo de nossa ação  saneadora dependerá unicamente da colaboração que nos prestarem os setores  interessados. Contamos, para isso, com o patriotismo de todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Retomar o crescimento é criar  empregos. Toda a política econômica de meu Governo estará subordinada a esse  dever social. Enquanto houver, neste País, um só homem sem trabalho, sem pão,  sem teto e sem letras, toda a prosperidade será falsa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Cabe acentuar que o desenvolvimento  social não pode ser considerado mera decorrência do desenvolvimento econômico. A  Nação é essencialmente constituída pelas pessoas que a integram, de modo que  cada vida humana vale muito mais do que a elevação de um índice estatístico.  Preservá-la constitui, portanto, um dever que transcende a recomendação de  caráter econômico, tão indeclinável quanto a defesa das nossas fronteiras.  Nessas condições, temos de reconhecer e admitir, como objetivo básico da  segurança nacional, a garantia de alimento, saúde, habitação, educação e  transporte para todos os brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O bem-estar que pretendemos para a  sociedade brasileira deve assentar-se sobre a livre iniciativa e a propriedade  privada. Exatamente por isso adotaremos medidas que venham a democratizar o  acesso à propriedade e à proteção das pequenas empresas. A defesa do regime de  livre iniciativa não pode ser confundida, como muitos o tazem, com a proteção  aos privilégios de forças econõmicas e financeiras. Defender a livre iniciativa  e a propriedade privada é defendê-las dos monopólios e do latifúndio  .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Brasileiros,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O entendimento nacional não exclui o  confronto das idéias, a defesa de doutrinas políticas divergentes, a pluralidade  de opiniões. Não pretendemos entendimento que signifique capitulação, nem o  morno encontro dos antagonistas políticos em região de imobilismo e apatia. O  entendimento se faz em torno de razões maiores as da preservação da integridade  e da soberania nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Dentro dessa ordem de idéias a  conciliação, instruindo o entendimento, deve ser vista como convênio destinado a  administrar a transição rumo à nova e duradoura institucionalização do  Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Faz algumas semanas eu anunciava, em  Vitória, a construção de uma Nova República. Vejo, nesta fase da vida nacional,  a grande oportunidade histórica de nosso povo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;As crises por que temos passado,  desde a Independência, podem ser atribuídas a dificuldades normais em um  processo de formação de nacionalidade. Hoje, no entanto, encontram-se vencidas  as etapas mais duras. Mantivemos a integridade política da Nação graças à  habilidade do Segundo Reinado, que soube exercer a tolerância nos momentos  certos, evitando que das insurreições liberais vencidas ficassem cicatrizes  históricas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Com a ocupação da Amazônia e do  Oeste, concluída nos últimos decênios, chegamos ao fim da tarefa iniciada pelos  bandeirantes e desenvolvida por pioneiros intrépidos e desbravadores audazes,  pelo gênio político de Rio Branco e pela bravura nacionalista do Marechal  Rondon.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Deixamos, há muito, de ser, aos olhos  estrangeiros, exótica nação dos trópicos. lncluímo-nos entre os países  economicamente mais desenvolvidos. Nossa cultura é admirada internacionalmente.  Traduzem-se os nossos escritores em todas as línguas, a música brasileira é  conhecida, e o desempenho de nossos artistas de teatro, de cinema e de televisão  recebe o aplauso de espectadores de inúmeros países.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Na pesquisa científica, apesar dos  poucos recursos públicos, temos obtido excepcionais resultados. Nossos homens de  ciências têm o seu trabalho admirado nos principais centros mundiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;Dever dos Políticos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Sabeis que os homens públicos não se  fazem de especial natureza. Eles se encontram sujeitos à fragilidade da condição  humana. Quando um povo escolhe o Chefe de Estado, não elege o mais sábio de seus  compatriotas, e é possível que não eleja o mais virtuoso deles. Tais qualidades,  que só o juizo subjetivo consegue atribuir, não podem ser medidas. Ao nomear,  com seu voto, o Presidente da República, a Nação expressa a confiança de que ele  saberá conduzi-Ia na busca do bem comum.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Consciente desta realidade.  concito-vos ao grande mutirão nacional. Não há um só de vós que pode ser  dispensado desta convocação. A cidadania não é atitude passiva, mas ação  permanente em favor da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Faço meu apelo aos homens públicos. A  política, tal como a entendemos, é a mais nobre e recompensadora das atividades  humanas. Servir ao povo reclama dedicação incansável, noites indormidas, o peso  abrasador das emoções. São muitos os que sucumbem em pleno combate, legando-nos  o exemplo de seu sacrifício pela Pátria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Com o êxtase e terror de haver sido  o escolhido", como diria Veriaine, entrego-me, hoje, ao serviço da  Nação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Nesta hora, de forte exigência  interior, recorro à memória de Minas, na inspiração familiar, e na fé revelada  na paz das igrejas de São João dei Rey. Tantas vezes renovada em minha vida, é a  esta memória, com sua inspiração e sua fé que recorrerei, se a tentação do  desalento vier a assaltar-me.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Fui chamado na hora em que realizava  a grande aspiração política de minha vida, que era a honra de administrar o meu  Estado, a grande e generosa terra de Minas Gerais, e procurava colocar a sua  renascente força política a serviço da causa da Federação hoje distorcida,  esvaziada, humilhada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não deixaria ao meio o mandato que o  povo mineiro me confiou, para assumir o supremo Poder da Nação, apenas pelo  gosto do Poder, que nem sempre é glória ou alegria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Vim para promover as mudanças,  mudanças políticas, mudanças econômicas, mudanças sociais, mudanças culturais,  mudanças reais, efetivas, corajosas, irreversíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Nunca o País dependeu tanto da  atividade política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Dirijo-me, pois, a todos vós que a  exerceis, aos que servirão a meu Governo com seu apoio a aos que a ele prestarão  a vigilância de opositores. Não aspiro à unanimidade, nem postulo a conciliação  subalterna, que se manifesta no aplauso inconseqüente do aulicismo. A  conciliação se faz em torno de princípios, e ninguém poderá inquinar, na  injustiça e na maledicência , os que nos reuniram nesta vitoriosa aliança de  forças democráticas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Quero a conciliação para a defesa da  soberania do povo, para a restauração democrática, para o combate à inflação,  para que haja trabalho e prosperidade em nossa Pátria. Vamos promover o  entendimento entre o povo e o Governo, a Nação e o Estado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Rejeitaria, se houvesse quem a  pretendesse, a conciliação entre elites, o ajuste que visasse à continuação dos  privilégios, à manutenção da injustiça, ao enriquecimento sobre a  fome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Para a conciliação maior, sem  prejuízo dos compromissos de Partido e de doutrina, convoco os homens públicos  brasileiros, e todos os cidadãos de boa fé. No serviço da Pátria há lugar para  todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Tenho uma palavra especial para os  trabalhadores. É às suas mãos que muito devemos e é em suas mãos que está o  futuro do nosso País,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Desde o primeiro passo de minha vida  pública tenho contado com o apoio dos trabalhadores. Elegi-me vereador em São  João dei Rey com os votos dos ferroviários e nunca deixei de lhes merecer a  confiança política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Uma Nação evolui na mesma medida em  que cresce a sua participação na divisão de renda e na direção dos negócios  públicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ao prestar minha homenagem a esses  brasileiros, que são a maioria de nosso povo, reafirmo-lhes o compromisso de  dedicar todo o meu esforço para que se ampliem e se respeitem os seus  direitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;A reconstrução democrática do País  significa o retorno, em toda a liberdade, dos trabalhadores à vida política. Sem  seu apoio, nenhum Governo poderá cumprir suas tarefas  constitucionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Brasileiros,&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Esta memorável campanha confirmou a  ilimitada fé que tenho em nosso povo. Nunca, em nossa História, tivemos tanta  gente nas ruas, para reclamar a recuperação dos direitos da cidadania e  manifestar seu apoio a um candidato.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Em todo o País foi o mesmo  entusiasmo. De Rio Branco a Natal, de Belém a Porto Alegre, as multidões se  reuniram, em paz, cantando, para dizer que era preciso mudar, que a Nação,  cansada do arbítrio, não admitia mais as manobras que protelassem o retorno das  liberdades democráticas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não vamos nos dispersar. Continuemos  reunidos, como nas praças públicas, com a mesma emoção, a mesma dignidade e a  mesma decisão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Se todos quisermos dizia-nos, há  quase duzentos anos, Tiradentes, aquele herói enlouquecido de esperança, podemos  fazer deste País uma grande Nação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Vamos fazê-la."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-4954731438922729455?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/4954731438922729455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/tancredo-neves.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4954731438922729455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4954731438922729455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/tancredo-neves.html' title='Tancredo Neves'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3201000967296406808</id><published>2009-08-09T18:24:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:43:41.495-07:00</updated><title type='text'>Conjuração Baiana</title><content type='html'>&lt;title&gt;Conjuração Baiana - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;CONJURAÇÃO BAIANA - 1798&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Poderozo e Magnifico Povo Bahinense  Republicano desta cidade da Bahia Republicana considerando nos muitos e  repetidos latrocínios feitos com os titulos de imposturas, tributos e direitos  que são celebrados por ordem da Rainha de Lisboa, e no que respeita a  inutilidade da escravidão do mesmo povo tão sagrado e Digno de ser livre, com  respeito a liberdade e a igualdade ordena manda e quer que para o futuro seja  feita nesta Cidade e seu termo a sua revolução para que seja exterminado para  sempre o pecimo jugo ruinavel da Europa; segundo os juramentos celebrados por  trezentos noventa e dous Dignissimos Deputados Reprezentantes da Nação em  consulta individual de duzentos oitenta e quatro Entes que adoptão a total  Liberdade Nacional; contida no geral receptaculo de seiscentos setenta e seis  homens segundo o prelo acima referido. Portanto fas saber e da ao prelo que se  axão as medidas tomadas para o socorro Estrangeiro, e progresso do Comercio de  Açucar, Tabaco e pau brazil e todos os mais gêneros de negocio e mais viveres;  com tanto que aqui virão todos os Estrangeiros tendo porto aberto, mormente a  Nação Franceza, outrosim manda o Povo que seja punido com pena vil para sempre  todo aquele Padre regular e não regular que no pulpito, confecionario,  exortação, conversação, por qualquer forma, modo e maneira persuadir aos  ignorantes, fanaticos e ipocritas; dizendo que he inutil a liberdade Popular;  também será castigado todo aquele homem que cair na culpa dita não havendo  isenção de qualidade para o castigo. Quer o Povo que todos os Membros militares  de Linha, milicias e ordenanças; homens brancos, pardos e pretos, concorrão para  a Liberdade Popular; manda o Povo que cada hum soldado perceba de soldo dous  tustõens cada dia, além das suas vantagens que serão relevantes. Os oficiais  terão aumento de posto e soldo, segundo as Dietas: cada hum indagará quaes sejão  os tiranos opostos a liberdade o estado livro do Povo para ser notado. Cada hum  deputado exercerá os actos da igreja para notar qualquer seja o sacerdote  contrario a liberdade. O Povo será livre do dispotismo do rei tirano, ficando  cada hum sujeito as Leis do novo Codigo e reforma de formulário: será maldito da  sociedade Nacional todo aquele ou aquela que for inconfidente a Liberdade  coherente ao homem, e mais agravante será a culpa havendo dolo ecleziastico;  assim seja entendido alias....&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3201000967296406808?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3201000967296406808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/conjuracao-baiana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3201000967296406808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3201000967296406808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/conjuracao-baiana.html' title='Conjuração Baiana'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8099432873591645584</id><published>2009-08-09T18:23:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:44:53.809-07:00</updated><title type='text'>Coluna Prestes</title><content type='html'>&lt;title&gt;COLUNA PRESTES - 1924 - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;O Manifesto de Santo  Ângelo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;É chegada a hora solemne de  contribuirmos com nosso valoroso auxilio para a grande causa  nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Há 4 mezes a fio que os heroes de São  Paulo vêm se batendo heroicamente para derrubar o governo de odios e de  perseguições que só têm servido para dividir a família brasileira, lançando  irmãos contra irmãos como inimigos encarniçados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todo o Brasil, de Norte a Sul,  ardentemente deseja, no intimo de sua consciência, a vietoria dos  revolucionarias, porque elles luctam por amor do Brasil, porque elles querem que  o voto do povo seja secreto, que a vontade soberana do povo seja uma verdade  respeitada nas urnas, porque elles querem que sejam confiscadas as grandes  fortunas feitas por membros do governo a custa dos dinheiros do Brasil, porque  elles querem que os governos tratem menos da politicagem e cuidem mais do  auxilio ao Povo laborioso que numa mescla sublime de brasileiros e estrangeiros,  irmanados por um mesmo ideal, vive trabalhando honestamente pela grandeza do  Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todos desejam a victoria completa dos  revolucionarias, porque elles querem o Brasil forte e unido, porque elles querem  pôr em liberdade heroes officiaes da revolta de 5 de Julho de 1922, presos  porque num acto de patriotismo, quizeram derrubar o governo Epitacio, o que  esvaziou criminosamente o nosso thesouro, e porque quizeram evitar a subida do  Governo Bernandes, que tem reinado a custa do generoso sangue  brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todos sabem hoje, apezar da censura  da Imprensa e do Telegrapho, apesar das mentiras officiaes espalhadas por toda a  parte, que os revolucionarias têm recebido verdadeira consagração por onde têm  passado e que até hoje não foram batidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todos sabem que elles se retiraram  para dar um descanço à tropa, que elles dispõem de toda a artilharia de São  Paulo, ainda intacta, que dispõem de 20 milhões de tiros e de 5 mil fuzis novos,  e que ainda não entraram em acção, que elles estão senhores da parte sul de  Matto Grosso, a mais rica, de grande parte do Paraná, perfeitamente apparelhadas  e que agora, voltam novamente à lucta, mais fortes do que nunca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todos sabem hoje que o Governo  organizou successivamente 8 colunnas para bate-los e que foi forçado a  desorganiza-las novamente porque as tropas do Exercito se negavam a combate-los  e os de mais, que os combateram, foram dezimados como aconteceu com o Batalhão  da Marinha e com a nossa Brigada Militar, agora, depois da entrada em seção da  columna Rondon é o próprio governo quem confessa não ser mais possivel dominar a  revolução no Brasil, porque a victoria della é já uma aspiração  Nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;E o Povo Gaucho, altaneiro e altivo,  de grandes tradições a zelar, sempre o pioneiro de grandes causas nacionais,  levanta-se hoje como um só homem e brada: Já é tempo de fazer o governo  respeitar a vontade do povo, já é tempo de restabelecer a harmonia na família  Brasileira, já é tempo de lucrarmos não peito a peito, mas sim hombro a hombro,  para restabelecermos a situação financeira do Brasil, para recobrar o dinheiro  que os nossos maus governos nos roubaram e podermos, assim, evitar que, em 1927,  o Governo lnglez venha tomar conta das nossas alfandegas e das nossas ricas  colônias para cobrar a divida do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Hoje, 29 de Outubro, por ordem do  General lzidoro Dias Lopes, levantam-se todas as tropas do Exercito das  guarnições de Santo Angelo, São Luiz, São Borja, ltaquy, Uruguayana, Sant'Anna,  Alegrete, Don Pedrito, Jaguarão e Bagé, hoje irmanados pela mesma causa e pelos  mesmos ideaes levantam-se as forças revolucionárias gauchas da Palmeira, de Nova  Wutemberg, ljuhy, São Nicolau, São Luiz, São Borja, Santiago e de toda a  fronteira até Pelotas e, hoje entram no nosso Estado os chefes revolucionarias  Honorio Lemos e Zeca Netto, tudo de accordo com o grande plano já  organizado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;E, desta mescla, desta comunhão do  Exercito e do Povo, com nacionaes e estrageiros, resultará a rápida terminação  da luta armada no Brasil, para honra nossa e glória dos nosso ideaes e de nossos  foros de povo civilizado e altivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;De acordo com o plano geral, as  tropas de Santo Angelo talvez pouco demorem aqui, mas durante este tempo a  ordem, o respeito a propriedade e a familia serão mantidos rigorosamente e para  isso o governo revolucionaria provisório conta com o auxilio da própria  população.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não queremos perturbar a vida da  população, porque amamos e queremos a ordem com base do progresso. Podem pois  estar todos calmos que nada acontecerá de anormal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;São convocados todos os reservistas  do Exercito a se apresentarem ao quartel do 1º Batalhão Ferroviario, e fica  aberto o voluntariado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todos os possuidores de automoveis,  carroças o cavalos deverão immediatamente po-los a disposição do 1º Batalhão  Ferroviario e serão em todos os seus direitos respeitados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Todas as requisições serão  documentadas e assignadas sob a responsabilidade do Ministro da  Guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Pelo Governo Revolucionario do  Brasil&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Cap. Luiz Carlos Prestes  29/10/1924&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8099432873591645584?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8099432873591645584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/coluna-prestes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8099432873591645584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8099432873591645584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/coluna-prestes.html' title='Coluna Prestes'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-7317034370589265393</id><published>2009-08-09T18:22:00.002-07:00</published><updated>2009-08-10T21:45:48.992-07:00</updated><title type='text'>Carta de Pero Vaz de Caminha</title><content type='html'>&lt;title&gt;CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Senhor&lt;br /&gt;Posto que o Capitão-mor  desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do  achamento desta vossa terra nova, que nesta navegação agora se achou, não  deixarei também de dar minha conta disso a Vossa Alteza, o melhor que eu puder,  ainda que - para o bem contar e falar -, o saiba fazer pior que todos.&lt;br /&gt;Tome  Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo  que, para alindar nem afear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me  pareceu.&lt;br /&gt;Da mafinhagem e singraduras do caminho não darei aqui conta a Vossa  Alteza, porque o não saberei fazer, e os pilotos devem ter esse cuidado.  Portanto, Senhor, do que hei de falar começo e digo.&lt;br /&gt;A partida de Belém, como  Vossa Alteza sabe, foi, segunda-feira, 9 de março. Sábado, 14 do dito mês, entre  as oito e as nove horas, nos achamos entre as Canárias, mais perto da Grã  Canária, onde andamos todo aquele dia em calma, à vista delas, obra de três a  quatro léguas. E domingo, 22 do dito mês, às dez horas, pouco mais ou menos,  houvemos vista das ilhas de Cabo Verde, ou melhor, da ilha de S. Nicolau,  segundo o dito de Pero Escobar, piloto.&lt;br /&gt;Na noite seguinte, segunda-feira, ao  amanhecer, se perdeu da frota Vasco de Ataíde com sua nau, sem haver tempo forte  nem contrário para que tal acontecesse. Fez o capitão suas diligências para o  achar, a uma e outra parte, mas não apareceu mais!&lt;br /&gt;E assim seguimos nosso  caminho, por este mar, de longo, até que, terça-feira das Oitavas de Páscoa, que  foram vinte e um dias de abril, estando da dita ilha obra de 660 ou 670 léguas,  segundo os pilotos diziam, topamos alguns sinais de terra, os quais eram muita  quantidade de ervas compridas, a que os mareantes chamam botelho, assim como  outras a que dão o nome de rabo-de-asno. E, quarta feira seguinte, pela manhã  topamos aves a que chamam furabuchos.&lt;br /&gt;Quarta-feira, 22 de abril: Neste dia, a  horas de vésperas, houvemos vista de terra! Primeiramente dum grande monte, mui  alto e redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele: e de terra chá, com  grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs nome: O MONTE PASCOAL e à terra:  a TERRA DA VERA CRUZ.&lt;br /&gt;Quinta-feira, 23 de abril: Mandou lançar o prumo.  Acharam vinte e cinco braças: e, ao sol posto, obra de seis léguas da terra,  surgimos âncoras, em dezenove braças - ancoragem limpa. Ali permanecemos toda  aquela noite. E à quinta-feira, pela manhã, fizemos vela e seguimos direitos à  terra, indo os navios pequenos diante, por dezessete, dezesseis, quinze,  quatorze, treze, doze, dez e nove braças, até meia légua da terra, onde todos  lançamos âncoras em frente à boca de um rio. E chegaríamos a esta ancoragem às  dez horas pouco mais ou menos.&lt;br /&gt;Dali avistamos homens que andavam pela praia,  obra de sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos, por chegarem  primeiro.&lt;br /&gt;Então lançamos fora os batéis e esquifes; e vieram logo todos os  capitães das naus a esta nau do capitão-mor, onde falaram entre si. E o  capitão-mor mandou em terra no batei a Nicolau Coelho para ver aquele rio. E  tanto que ele começou de ir para lá, acudiram pela praia homens, quando aos  dois, quando aos três, de maneira que, ao chegar o batei à boca do rio, já ali  havia dezoito ou vinte homens.&lt;br /&gt;Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que  lhes cobrisse suas vergonhas. Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham  todos rijamente sobre o bater; e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os  arcos. E eles os pousaram.&lt;br /&gt;Ali não pôde deles haver fala, nem entendimento de  proveito, por o mar quebrar na costa. Deu-lhes somente um barrete vermelho e uma  carapuça de linha que levava na cabeça e um sombreiro preto. Um deles deu-lhe um  sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha pequena de penas  vermelhas e pardas como de papagaio; e outro deu-lhe um ramal grande de  continhas brancas, miúdas, que querem parecer de aljaveira, as quais peças creio  que o Capitão manda a Vossa Alteza, e com isto se volveu às naus por ser tarde e  não poder haver deles mais fala, por causa do mar.&lt;br /&gt;Na noite seguinte ventou  tanto sueste com chuvaceiros que fez caçar as naus, e especialmente a  capitania.&lt;br /&gt;Sexta-feira, 24 de abril: E sexta pela manhã, às oito horas, pouco  mais ou menos, por conselho dos pilotos, mandou o Capitão levantar âncoras e  fazer vela; e tomos ao longo da costa, com os batéis e esquifes amarrados à popa  na direção do norte, para ver se achávamos alguma abrigada e bom pouso, onde nos  demorássemos, para tomar água e lenha. Não que nos minguasse, mas por aqui nos  acertamos.&lt;br /&gt;Quando fizemos vela, estariam já na praia assentados perto do rio  obra de sessenta ou setenta homens que se haviam juntado ali poucos e poucos.  Fomos de longo, e mandou o Capitão aos navios pequenos que seguissem mais  chegados à terra e, se achassem pouso seguro para as naus, que amainassem.&lt;br /&gt;E,  velejando nós pela costa, acharam os ditos navios pequenos, obra de dez léguas  do sítio donde tínhamos levantado ferro, um recife com um porto dentro, muito  bom e muito seguro, com uma mui larga entrada. E meteram-se dentro e amainaram.  As naus arribaram sobre eles; e um pouco antes do sol-posto amainaram também.  obra de uma légua do recife, e ancoraram em onze braças.&lt;br /&gt;E estando Afonso  Lopes, nosso piloto, em um daqueles navios pequenos, por mandado do Capitão, por  ser homem vivo e destro para isso, meteu-se logo no esquife a sondar o porto  dentro; e tomou dois daqueles homens da terra, mancebos e de bons corpos, que  estavam numa almadia. Um deles trazia um arco e seis ou sete setas: e na praia  andavam muitos com seus arcos e setas; mas de nada lhes serviram. Trouxe-os  logo, já de noite, ao Capitão. em cuja nau foram recebidos com muito prazer e  festa.&lt;br /&gt;A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos  e bons narizes. bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Não fazem o menor  caso de encobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como  em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles  seus ossos brancos e verdadeiros, do comprimento duma mão travessa, da grossura  dum fuso de algodão, agudos na ponta como furador. Metem-nos pela parte de  dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como  roque de xadrês, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva  no falar, no comer ou no beber.&lt;br /&gt;Os cabelos seus são corredios. E andavam  tosquiados, de tosquia alta. mais que de sobre-pente, de boa grandura e rapados  até por cima das orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a  fonte para detrás, uma espécie de cabeleira de penas de ave amarelas, que seria  do comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e  as orelhas. E andava pegada aos cabelos, pena e pena, com uma confeição branda  como cera (mas não o era), de maneira que a cabeleira ficava mui redonda e mui  basta, e mui igual, e não fazia míngua mais lavagem para a levantar.&lt;br /&gt;O  Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, bem vestido, com um  colar de ouro mui grande ao pescoço, e aos pés uma alcatifa por estrado. Sancho  de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia, e nós outros que aqui  na nau com ele vamos, sentados no chão, pela alcatifa. Acenderam-se tochas.  Entraram. Mas não fizeram sinal de cortesia, nem de falar ao Capitão nem a  ninguém. Porém um deles pôs olho no colar do Capitão, e começou de acenar com a  mão para a terra e depois para o colar, como que nos dizendo que ali havia ouro.  Também olhou para um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e  novamente para o castiçal, como se lá também houvesse prata.&lt;br /&gt;Mostram-lhes um  papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram  para a terra, como quem diz que os havia ali. Mostraram-lhe um carneiro: não  fizeram caso. Mostraram-lhe uma galinha; quase tiveram medo dela: não lhe  queiram pôr a mão; e depois a tomaram como que espantados.&lt;br /&gt;Deram-lhe ali de  comer: pão e peixe cozido, confeites, fartéis, mel e figos passados. Não  quiseram comer quase nada daquilo; e se alguma coisa provaram, logo a lançavam  fora. Trouxeram-lhes vinho numa taça; mal puseram a boca; não gostaram nada, nem  quiseram mais. Trouxeram-lhes água em uma albarrada. Não beberam. Mal a tomaram  na boca, que lavaram, e logo a lançaram fora.&lt;br /&gt;Viu um deles umas contas de  rosário, brancas; acenou que lhas dessem, folgou muito com elas, e lançou-as ao  pescoço. Depois tirou-as e enrolou-as no braço e acenava para a terra e de novo  para as contas e para o colar do Capitão, como dizendo que dariam ouro por  aquilo.&lt;br /&gt;Isto tomávamos nós assim por assim o desejarmos. Mas se ele queria  dizer que levaria as contas e mais o colar, isto não o queríamos nós entender,  porque não lho havíamos de dar. E depois tornou as contas a quem lhas  dera.&lt;br /&gt;Então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir, sem buscarem  maneira de encobrir suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras  delas estavam bem rapadas e feitas. O Capitão lhes mandou pôr por baixo das  cabeças seus zoxins; e o da cabeleira esforçava-se por a não quebrar. E  lançaram-lhes um manto por cima; e eles consentiram, quedaramse e  dormiram.&lt;br /&gt;Sábado, 25 de abril: Ao sábado pela manhã mandou o Capitão fazer  vela, e fomos demandar a entrada, a qual era mui larga e alta de seis a sete  braças. Entraram todas as naus dentro; e ancoraram em cinco ou seis braças -  ancoragem Jentro tão grande, tão formosa e tão segura que podem abrigar-se nela  mais de duzentos navios e naus. E tanto que as naus quedaram ancoradas, todos os  capitães vieram a esta nau do Capitão-mor. E daqui mandou o Capitão a Nicolau  Coelho e Bartolomeu Dias que fossem em terra e levassem aqueles dois homens e os  deixassem ir com seu arco e setas, e isto depois que fez dar a cada um sua  camisa nova, sua carapuça vermelha e um rosário de contas brancas de osso, que  eles levaram os braços, seus cascavéis e suas campainhas. E mandou com eles,  para lá ficar, um mancebo degredado, criado de D. -oão Telo, a que chamam Afonso  Ribeiro, para lá andar com eles e saber de seu vivere maneiras. E a mim mandou  que fosse com Nicolau Coelho.&lt;br /&gt;Fomos assim de frecha direitos à praia. Ali  acudiram logo obra de duzentos homens, todos nus, e com arcos e setas nas mãos.  Aqueles que nós levávamos acenaram-lhes que se afastassem e poisassem os arcos;  e eles os poi'saram, mas não se afastaram muito. E mal poisaram os arcos, logo  saíram os que nós levávamos, e o mancebo degredado com eles. E saídos não  pararam mais: nem esperavam um pelo outro, mas antes corriam a quem mais corria.  E passaram um rio que por ali corre, de água doce, de muita água que lhes dava  pela braga; e outros muitos com eles. E foram assim correndo, além do rio, entre  umas moitas de palmas onde estavam outros. Ali pararam. Entretanto, foi-se o  degredado com im homem que, logo ao sair do batel, o agasalhou e levou até lá.  Mas logo tornaram a nós; e com ele vieram os outros que nós leváramos, os quais  vinham já nus e sem carapuças.&lt;br /&gt;Então se começaram de chegar muitos. Entravam  pela beira do mar para os batéis, até que mais não podiam; traziam cabaças de  água, e tornavam alguns barris que nós levávamos; enchiam-nos de água e  traziam-nos aos batéis. Não que eles de todos chegassem à borda do batel. Mas  junto a ele, lançavam os barris que nós tomávamos; e pediam que lhes dessem  alguma coisa. Levava Nicolau Coelho cascavéis e manilhas. E a uns dava um  cascavel, a outros uma manilha, de maneira que com aquele engodo quase nos  queriam dar a mão. Davam-nos daqueles arcos e setas por sombreiros e carapuças  de linho ou por qualquer coisa que homem lhes queria dar.&lt;br /&gt;Dali se partiram os  outros dois mancebos, que os não vimos mais.&lt;br /&gt;Muitos deles ou quase a maior  parte dos que andavam ali traziam aqueles bicos de osso nos beiços. E alguns,  que andavam sem eles, tinham os beiços furados e nos buracos uns espelhos de  pau, que pareciam espelhos de borracha; outros traziam três daqueles bicos a  saber, um no meio e os dois nos cabos. Ali andavam outros, quartejados de cores,  a saber, metade deles da sua própria cor, e metade de tintura preta, a modos de  azulada; e outros quartejados de escaques. Ali andavam entre eles três ou quatro  moças, bem moças e bem gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas  espáduas, e suas vergonhas tão altas, tão cerradinhas e tão limpas das  cabeleiras que, de as muito bem olharmos, não tínhamos nenhuma vergonha.&lt;br /&gt;Ali  por então não houve mais fala nem entendimento com eles, por a berberia deles  ser tamanha que se não entendia nem ouvia ninguém.&lt;br /&gt;Acenamos-lhe que se  fossem; assim o fizeram e passaram-se além do rio. Saíram três ou quatro homens  nossos dos batéis, e encheram não sei quantos barris de água que nós levávamos e  tornamo-nos às naus. Mas quando assim vínhamos, acenaram-nos que tornássemos.  Tornamos e eles mandaram o degredado e não quiseram que ficasse lá com eles.  Este levava uma bacia pequena e duas ou três carapuças vermelhas para lá as dar  ao senhor, se o lá o houvesse. Não cuidaram de lhe tirar coisa alguma, antes o  mandaram com tudo. Mas então Bartolomeu Dias o fez outra vez tornar, ordenando  que lhes desse aquilo. E ele tornou e o deu, à vista de nós, àquele que da  primeira vez o agasalhara. Logo voltou e nós trouxemo-lo.&lt;br /&gt;Esse que o  agasalhou era já de idade, e andava por louçainha todo cheio de penas, pegadas  pelo corpo, que parecia asseteado como S. Sebastião. Outros traziam carapuças de  penas amarelas; outros, de vermelhas; e outros de verdes. E uma daquelas moças  era toda tingida, de baixo a cima daquela tintura; e certo era tão bem feita e  tão redonda, e sua vergonha (que ela não tinha) tão graciosa, que a muitas  mulheres da nossa terra, vendo-lhe tais feições, fizera vergonha, por não terem  a sua como ela. Nenhum deles era fanado, mas, todos assim como nós. E com isto  nos tornamos e eles foram-se.&lt;br /&gt;À tarde saiu o Capitão-mor em seu batel com  todos nós outros e com os outros capitães das naus em batéis a folgar pela baía,  em frente da praia. Mas ninguém saiu em terra, porque o Capitão o não quis, sem  embargo de ninguém nela estar. Somente saiu - ele com todos nós - em um ilhéu  grande, que na baía está e que na baixa-mar fica mui vazio. Porém é por toda a  parte cercado de água, de sorte que ninguém lá pode ir a não ser de barco ou a  nado. Ali folgou ele e todos nós outros, bem uma hora e meia. E alguns  marinheiros, que ali andavam com um chinchorro, pescaram peixe miúdo, não muito.  Então volvemo-nos às naus, já bem de noite.&lt;br /&gt;Domingo, 26 de abril: Ao domingo  de Pascoela pela manhã, determinou o Capitão de ir ouvir missa e pregação  naquele ilhéu. Mandou a todos os capitães que se aprestassem nos batéis e fossem  com ele. E assim foi feito. Mandou naquele ilhéu armar um esperavel, e dentro  dele um altar mui bem corregido. E ali com todos nós outros fez dizer missa, a  qual foi dita pelo padre frei Henrique, em voz entoada, e oficiada com aquela  voz pelos outros padres e sacerdotes, que todos eram ali. A qual missa, segundo  meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer e devoção.&lt;br /&gt;Ali era com o  Capitão a bandeira de Cristo, com que saiu de Belém, a qual esteve sempre  levantada, da parte do Evangelho.&lt;br /&gt;Acabada a missa, desvestiu-se o padre e  subiu a uma cadeira alta; e nós todos lançados por essa areia. E pregou uma  solene e proveitosa pregação da história do Evangelho, ao fim da qual tratou da  nossa vinda e do achamento desta terra, conformando-se com o sinal da Cruz, sob  cuja obediência viemos. o que foi muito a propósito e fez muita  devoção.&lt;br /&gt;Enquanto estivemos à missa e à pregação, seria na praia outra tanta  gente, pouco mais ou menos como a de ontem, com seus arcos e setas, a qual  andava folgando. E olhando-nos, sentaram-se. E, depois de acabada a missa,  assentados nós à pregação, levantaram-se muitos deles, tangeram corno ou buzina  e começaram a saltar e a dançar um pedaço. A alguns deles se metiam em almadias  - duas ou três que aí tinham - as quais não são feitas como as que eu já vi;  somente são três traves, atadas entre si. E ali se metiam quatro ou cinco, ou  esses que queriam, não se afastando quase nada da terra, senão enquanto podiam  tomar pé.&lt;br /&gt;Acabada a pregação, voltou o Capitão, com todos nós, para os  batéis, com nossa bandeira alta. Embarcamos e tomos todos em direção à terra  para passarmos ao longo por onde eles estavam indo, na dianteira, por ordem do  Capitão Bartolomeu Dias em seu esquife, com um pau de uma almadia que lhe a mar  levara, para lho dar; e nós todos, obra de tiro de pedra, atrás dele.&lt;br /&gt;Como  viram o esquife de Bartolomeu Dias, chegaram-se logo todos à água, metendo-se  nela até onde mais podiam. Acenaram-lhes que pousassem os arcos; e muitos deles  os iam logo pôr em terra; e outros não.&lt;br /&gt;Andava aí um que falava muito aos  outros que se afastassem, mas não que a mim me parecesse que lhe tinham  acatamento ou medo. Este que os assim andava afastando trazia seu arco e setas,  e andava tinto de tintura vermelha pelos peitos, espáduas, quadris, coxas e  pernas até embaixo, mas o vazios com a barriga e o estômago eram de sua própria  cor. E a tintura era assim vermelha que a água a não comia nem desfazia, antes,  quando saía da água. parecia mais vermelha.&lt;br /&gt;Saiu um homem do esquife de  Bartolomeu Dias e andava entre eles sem implicarem nada com ele para fazer-lhe  mal. Antes lhe davam cabaças de água, e acenavam aos do esquife que saíssem em  terra.&lt;br /&gt;Com isto se volveu Bartolomeu Dias ao Capitão; e viemo-nos às naus, a  comer, tangendo gaitas e trombetas, sem lhes dar mais opressão. E eles  tornaram-se a assentar na praia e assim por então ficaram.&lt;br /&gt;Neste ilhéu, onde  fomos ouvir missa e pregação ' a água espraia muito, deixando murta areia e  muito cascalho a descoberto. Enquanto aí estávamos, foram alguns buscar marisco  e apenas acharam alguns camarões grossos e curtos, entre os quais vinha um tão  grande e tão grosso, como em nenhum tempo vi tamanho. Também acharam cascas de  berbigões e amêijoas, mas não toparam com nenhuma peça inteira.&lt;br /&gt;E tanto que  comemos, vieram logo todos os capitães a esta nau, por ordem do Capitão-mor com  os quais ele se apartou, e eu na companhia. E perguntou a todos se nos parecia  bem mandar a nova do achamento desta terra a Vossa Alteza pelo navio dos  mantimentos, para melhor a mandar descobrir e saber dela mais do que nos nós  podíamos saber, por irmos de nossa viagem.&lt;br /&gt;E entre muitas falas que no caso  se fizeram, foi por todos ou a maior parte dito que seria muito bem. E nisto  concluíram. E tanto que a conclusão foi tomada, perguntou mais se lhes parecia  bem tomar aqui por força um par destes homens para os mandar a Vossa Alteza,  deixando aqui por eles outros dois destes degredados&lt;br /&gt;Sobre isto acordaram que  não era necessário tomar por força homens, porque era geral costume dos que  assim levavam por força para alguma parte dizerem que há ali de tudo quanto lhes  perguntam: e que melhor e muito melhor informação da terra dariam dois homens  destes degredados que aqui deixasse, do que eles dariam se os levassem, por ser  gente que ninguém entende. Nem eles tão cedo aprenderam a falar para o saberem  tão bem dizer que muito melhor estoutros o não digam, quando Vossa Alteza cá  mandar. E que portanto não cuidassem de aqui tomar ninguém por força nem de  fazer escândalo, para todo mais os amansar e a pacificar, senão somente deixar  aqui os dois degredados quando daqui partíssemos.&lt;br /&gt;E assim, por melhor a todos  parecer, ficou determinado.&lt;br /&gt;Acabado isto, disse o Capitão que fôssemos no  batéis em terra e ver-se-iam bem como era o rio, e também para  folgarmos.&lt;br /&gt;Fomos todos nos batéis em terra, armados e a bandeira conosco.  Eles andavam ali na prata. à boca do rio, para onde nós íamos; e, antes que  chegássemos, pelo ensino que dantes tinha, puseram todos os arcos. e acenavam  que saíssemos. Mas, tanto que os batéis puseram as proas em terra, passaram-se  logo todos além do rio, o qual não é mais largo que um jogo de mancal. E mal  desembarcamos, alguns dos nossos passaram logo o rio, e meteram-se entre eles.  Alguns aguardavam; outros afastavam-se. Era, porém, a coisa de maneira que todos  andavam misturados. Eles ofereciam desses arcos com suas setas por sombreiros e  carapuças de linho ou por qualquer coisa que lhes davam.&lt;br /&gt;Passaram além tantos  dos nossos, e andavam assim misturados com eles, que eles se esquivavam e  afastavam-se. E deles alguns iam-se para cima onde outros estavam.&lt;br /&gt;Então o  Capitão fez que dois homens o tomassem ao colo, passou o rio, e fez tornar a  todos.&lt;br /&gt;A gente que ali estava não seria mais que a costumada. E tanto que o  Capitão fez tornar a todos, vieram a ele alguns daqueles, não porque o  conhecessem por Senhor, pois me parece que não entendem, nem tomavam disso  conhecimento, mas porque a gente nossa passava já para aquém do rio.&lt;br /&gt;Ali  falavam e traziam muitos arcos e continhas daquelas já ditas, e resgatavam-nas  por qualquer coisa, em tal maneira que os nossos trouxeram dali para as naus  muitos arcos e setas e contas.&lt;br /&gt;Então tornou-se o Capitão aquém do rio, e logo  acudiram muitos à beira dele.&lt;br /&gt;Ali veríeis galantes, pintados de preto e de  vermelho, e quartejados, assim nos corpos, como nas pernas, que, certo, pareciam  bem assim.&lt;br /&gt;Também andavam, entre eles, quatro ou cinco mulheres moças, nuas  como eles, que não pareciam mal. Entre elas andava uma com uma côxa, do joelho  até o quadril, e a nádega, toda tinha daquela tintura preta; e o resto, tudo da  sua própria cor. Outra trazia ambos os joelhos, com as curvas assim tintas, e  também os colos dos pés; e suas vergonhas tão nuas e com tanta inocência  descobertas, que nisso não havia vergonha alguma.&lt;br /&gt;Também andava aí outra  mulher moça, com um menino ou menina ao colo, atado com um pano (não sei de quê)  aos&lt;br /&gt;peitos, de modo que apenas as perninhas lhe apareciam. Mas as pernas da  mãe e o resto não traziam pano algum.&lt;br /&gt;Depois andou o Capitão para cima ao  longo do rio, que corre sempre chegado à praia. Ali esperou um velho, que trazia  na mão uma pá de almadia. Falava, enquanto o Capitão esteve com ele, perante nós  todos, sem nunca ninguém o entender, nem ele a nós quantas lhe demandávamos  acerca douro, que nós desejávamos saber se na terra havia.&lt;br /&gt;Trazia este velho  o beiço tão furado, que lhe caberia pelo furo um grande dedo polegar, metida  nele uma pedra verde, ruim, que cerrava por fora este buraco. O Capitão lha fez  tirar. E ele não sei que diabo falava e ia com ela direito ao Capitão, para lha  meter na boca. Estivemos sobre isso rindo um pouco; e então enfadou-se o Capitão  e deixou-o. E um dos nossos deu-lhe pela pedra um sombreiro velho, não por ela  valer alguma coisa, mas por amostra. Depois houve-a o Capitão, segundo creio,  para. com as outras coisas, a mandar a Vossa Alteza.&lt;br /&gt;Andamos por aí vendo a  ribeira, a qual é de muita água e muito boa. Ao longo dela há muitas palmas, não  mui altas, em que há muito bons palmitos. Colhemos e comemos deles  muitos.&lt;br /&gt;Então tornou-se o Capitão para baixo para a boca do rio, onde  havíamos desembarcado.&lt;br /&gt;Além do rio, andavam muitos deles dançando e folgando,  uns diante dos outros, sem se tomarem pelas mãos. E faziam-no bem. Passou-se  então além do rio Diogo Dias, almoxarife que foi de Sacavém, que é homem  gracioso e de prazer; e levou consigo um gaiteiro nosso com sua gaita. E  meteu-se com eles a dançar, tomando-os pelas mãos; e eles folgavam e riam, e  andavam com ele muito bem ao som da gaita. Depois de dançarem, fez-lhe ali,  andando no chão, muitas voltas ligeiras e salto real, de que eles se espantavam  e riam e folgavam muito. E conquanto com aquilo muito os segurou e afagou,  tomavam logo uma esquiveza como de animais monteses, e foram-se para cima.&lt;br /&gt;E  então o Capitão passou o rio com todos nós outros, e fomos pela praia de longo,  indo os batéis, assim, rente da terra. Fomos até uma lagoa grande de água doce,  que está junto com a praia, porque toda aquela ribeira do mar é apaulada por  cima e sai a água por muitos lugares.&lt;br /&gt;E depois de passarmos o rio, foram uns  sete ou oito deles andar entre os marinheiros que se recolhiam aos batéis. E  levaram dali um tubarão, que Bartolomeu Dias matou, lhes levou e lançou na  praia.&lt;br /&gt;Bastará dizer-vos que até aqui, como quer que eles um pouco se  amansassem, logo duma mão que para a outra se esquivavam, como pardais, do  cevadouro. Homem não lhes ousa falar de rijo para não se esquivarem mais; e tudo  se passa como eles querem, para os bem amansar.&lt;br /&gt;O Capitão ao velho, com quem  falou, deu um carapuça vermelha. E com toda a fala que entre ambos se passou e  com a carapuça que lhe deu, tanto que se apartou e começou de passar o rio,  foi-se logo recatando e não quis mais tornar de lá para aquém.&lt;br /&gt;Os outros  dois, que o Capitão teve nas naus, a que se deu o que já disse, nunca mais aqui  apareceram - do que tiro ser gente bestial, de pouco saber e por isso tão  esquiva. Porém e com tudo isto andam muito bem curados e muito limpos. E naquilo  me parece ainda mais que são como aves ou alimárias monteses, às quais faz o ar  melhor pena e melhor cabelo que às mansas, porque os corpos seus são tão limpos,  tão gordos e formosos, que não pode mais ser.&lt;br /&gt;Isto me fez presumir que não  têm casas moradas a que se acolham, e o ar, a que se criam, os faz tais. Nem nós  ainda até agora vimos casa alguma ou maneira delas.&lt;br /&gt;Mandou o Capitão àquele  degredado Afonso Ribeiro, que se fosse outra vez com eles. Ele foi e andou lá um  bom pedaço, mais à tarde tornou-se, que o fizeram eles vir e não o quiseram lá  consentir. E deram-lhe arcos e setas; e não lhe tomaram nenhuma cousa do seu.  Antes - disse ele - que um lhe tomara umas continhas amarelas, que levava, e  fugia com elas, e ele se queixou e os outros foram logo após, e lhas tomaram e  tornaram-lhas a dar; e então mandaram-no vir. Disse que não vira lá entre eles  senão umas choupaninhas de rama verde e de fetos muito grandes, como de Entre  Doiro e Minho.&lt;br /&gt;E assim nos tomamos às naus, já quase noite, a  dormir.&lt;br /&gt;Segunda-feira, 27 de abril: A segunda-feira, depois de comer, saímos  todos em terra a tomar água. Ali vieram então muitos, mas não tantos com as  outras vezes. Já muito poucos traziam arcos. Estiveram assim um pouco afastados  de nós; e depois pouco a pouco misturaram-se conosco. Abraçavam-nos e folgavam.  E alguns deles se esquivavam logo. Ali davam alguns arcos por folhas de papel e  por alguma carapucinha velha ou por qualquer coisa. Em tal maneira isto se  passou que jinte ou trinta pessoas das nossas se foram com eles, onde outros  muitos estavam moças e mulheres. E trouxeram de lá muitos arcos e barretes de  penas de aves, deles verdes e deles amarelos, dos quais, segundo creio, o  Capitão há de mandar amostra a Vossa Alteza.&lt;br /&gt;E, segundo diziam esses que lá  foram, folgavam com eles. Neste dia os vimos mais de perto e mais à nossa  vontade, por andarmos quase misturados. Ali, alguns andavam daquelas tinturas  quartejados; outros de metades; outros de tanta feição, como em panos de armar,  e todos com os beiços furados, e muitos com os ossos neles, e outros sem  ossos.&lt;br /&gt;Alguns traziam uns ouriços verdes, de árvores, que, na cor, queriam  parecer de castanheiras, embora mais pequenos. E eram cheios duns grãos  vermelhos pequenos, que, esmagados entre os dedos, faziam tintura muito  vermelha, je que eles andavam tintos. E quanto mais se molhavam, tanto mais  vermelhos ficavam.&lt;br /&gt;Todos andam rapados até cima das orelhas; e assim as  sobrancelhas e pestanas.&lt;br /&gt;Trazem todos as testas, de fonte a fonte, tintas da  tintura preta, que parece uma fita preta, da largura de dois dedos.&lt;br /&gt;E o  Capitão mandou àquele degredado Afonso Ribeiro e a outros dois degredados, que  fossem lá andar entre eles; assim a Diogo Dias, por ser homem ledo, com que eles  folgavam. Aos degredados mandou que ficassem lá esta noute.&lt;br /&gt;Foram-se lá  todos, e andaram entre eles. E, segundo eles diziam, foram bem uma légua e meia  a uma povoação, em que haveria nove ou dez casas, as quais eram tão compridas,  cada uma, como esta nau capitaina. Eram de madeira, e das ilhargas de tábuas, e  cobertas de palha, de razoada altura; todas duma só peça, sem nenhum  repartimento, tinham dentro muitos esteios; e, de esteio a esteio, uma rede  atada pelos cabos, alta, em que dormiam. Debaixo, para se aquentarem, faziam  seus fogos. E tinha cada casa duas portas pequenas, uma num cabo, e outra no  outro.&lt;br /&gt;Diziam que em cada casa se recolhiam trinta ou quarenta pessoas, e que  assim os achavam; e que lhes davam de comer daquela vianda, que eles tinham, a  saber, muito inhame e outras sementes, que na terra há e eles comem. Mas quando  se fez tarde, fizeram-no logo tornar a todos e não quiseram que lá ficasse  nenhum. Ainda, segundo diziam, queriam vir com eles.&lt;br /&gt;Resgataram lá por  cascavéis e por outras coisinhas de pouco valor, que levavam, papagaios  vermelhos, muito grandes e formosos, e dois verdes pequeninos e carapuças de  penas verdes, e um pano de penas de muitas cores, maneira de tecido assaz  formoso, segundo Vossa Alteza todas estas cousa a, porque o Capitão vô-ias há de  mandar, segundo ele disse.&lt;br /&gt;E com isto vieram; e nós tornamo-nos às  naus.&lt;br /&gt;Terça-feira, 28 de abril: A terça-feira, depois de comer, fomos em  terra dar guarda de lenha e lavar roupa.&lt;br /&gt;Estavam na praia, quando chegamos,  obra de sessenta ou setenta em arcos e sem nada. Tanto que chegamos, vieram logo  para nós, sem se esquivarem. Depois acudiram muitos, que seriam bem duzentos,  todos sem arcos; e misturaram-se todos tanto conosco que alguns nos ajudavam a  acarretar lenha e a meter nos batéis. E lutavam com os nossos e tomavam muito  prazer.&lt;br /&gt;Enquanto cortávamos a lenha, faziam dois carpinteiros uma grande  Cruz, dum pau, que ontem para isso se cortou.&lt;br /&gt;Muitos deles vinham ali estar  com os carpinteiros. E creio que o faziam mais por verem a ferramenta de ferro  com que a faziam, do que por verem a Cruz, porque eles não têm coisa que de  ferro seja, e cortam sua madeira e paus com pedras feitas como cunhas, metidas  em um pau entre duas talas, mui bem atadas e por tal maneira que andam fortes,  segundo diziam os homens, que ontem a suas casas foram, porque lhas viram  lá.&lt;br /&gt;Era já o conversação deles conosco tanta que quase nos estorvavam no que  havíamos de fazer.&lt;br /&gt;O capitão mandou a dois degradados e a Diogo Dias que  fossem lá à aldeia (e a outras, se houvesse novas delas) e que, em toda a  maneira, não viessem dormir às naus, ainda que eles os mandassem. E assim se  foram.&lt;br /&gt;Enquanto andávamos nessa mata a cortar lenha, atravessavam alguns  papagaios por essas árvores, deles verdes e outros pardos, grandes e pequenos,  de maneira que me parece haverá muitos nesta terra. Porém eu não veria mais que  até nove ou dez. Outras aves então não vimos, somente algumas pombas seixas, e  pareceram-me bastante maiores que as de Portugal. Alguns diziam que viram rolas;  eu não as vi. Mas, segundo os arvoredos são mui muitos e grandes, e de infindas  maneiras, não duvido que por esse sertão haja muitas aves!&lt;br /&gt;Cerca da noite nos  volvemos para as naus com nossa lenha.&lt;br /&gt;Eu, creio. Senhor, que ainda não dei  conta aqui a Vossa Alteza da feição de seus arcos e setas. Os arcos são pretos e  compridos, as setas também compridas e os ferros delas de canas aparadas,  segundo Vossa Alteza verá por alguns que eu creio - o Capitão a Ela há de  enviar.&lt;br /&gt;Quarta-feira, 29 de abril: A quarta-feira não fomos em terra, porque  o Capitão andou todo o dia no navio dos mantimentos a despejá-lo e fazer às naus  isso que cada um podia levar. Eles acudiram à praia; muitos, segundo das naus  vimos. No dizer de Sancho de Tovar, que lá foi, seriam obra de  trezentos.&lt;br /&gt;Diogo Dias e Afonso Ribeiro, o degredado, aos quais o Capitão  ontem mandou que em toda maneira lá dormissem, volveram-se já de noite, por eles  não quererem que lá ficassem. Trouxeram papagaios verdes e outras aves pretas,  quase como pêgas, a não ser que tinham o bico branco e os rabos  curtos.&lt;br /&gt;Quando Sancho de Tovar se recolheu à nau, queriam vir com ele alguns,  mas ele não quis senão dois mancebos dispostos e homens de prol. Mandou-os essa  noite mui bem pensar e tratar. Comeram toda a vianda que lhes deram; e mandou  fazer-lhes cama de lençóis, segundo ele disse. Dormiram e folgaram aquela  noite.&lt;br /&gt;E assim não houve mais este dia que para escrever  seja.&lt;br /&gt;Quinta-feira, 30 de abril: A quinta-feira, derradeiro de abril, comemos  logo, quase pela manhã, e fomos em terra por mais lenha e água. E, em querendo  os Capitão sair desta nau, chegou Sancho de Tovar com seus dois hóspedes. E por  ele ainda não ter comido, puseram-lhe toalhas. Trouxeram-lhe vianda e comeu. Aos  hóspedes, sentaram cada um em sua cadeira. E de tudo o que lhes deram comeram  mui bem, especialmente lacão cozido, frio, e arroz.&lt;br /&gt;Não lhes deram vinho, por  Sancho de Tovar dizer que o não bebiam bem.&lt;br /&gt;Acabado o comer, metemo-nos no  batei e eles conosco. Deu um grumete a um deles uma armadura grande de porco  montês, bem revolta. Tanto que a tomou, meteu-a logo no beiço, e, porque se lhe  não queria segurar, deram-lhe uma pouca de cêra vermelha. E ele ajeitou-lhe seu  adereço detrás para ficar segura, e meteu-a no beiço, assim revolta para cima. E  vinha tão contente com ela, como se tivera uma grande jóia. E tanto que saímos  em terra, foi-se logo com ela, e não apareceu mais aí.&lt;br /&gt;Andariam na praia,  quando saímos, oito ou dez deles; e de aí a pouco começaram a vir mais. E  parece-me que viriam, este dia, à praia quatrocentos ou quatrocentos e  cinqüenta.&lt;br /&gt;Traziam alguns deles arcos e setas, que todos trocaram por  carapuças ou por qualquer coisa que lhes davam. Comiam conosco do que lhes  dávamos. Bebiam alguns deles vinho; outros o não podiam beber. Mas parece-me,  que se lho avezarem, o beberão de boa vontade.&lt;br /&gt;Andavam todos tão dispostos,  tão bem feitos e garantes com suas tinturas, que pareciam bem. Acarretavam dessa  lenha, quanta podiam, com mui boa vontade, e levavam-na aos batéis.&lt;br /&gt;Andavam  já mais mansos e seguros entre nós, do que nós andávamos entre eles.&lt;br /&gt;Foi o  Capitão com alguns de nós um pedaço por este arvoredo até uma ribeira grande e  de muita água, que a nosso parecer era esta mesma, que vem ter à praia, e em que  nós tomamos água.&lt;br /&gt;Ali ficamos um pedaço, bebendo e folgando, ao longo dela  entre esse arvoredo, que é tanto, tamanho, tão basto e de tantas prumagens, que  homem as não pode contar. Há entre ele muitas palmas, de que colhemos muitos e  bons palmitos.&lt;br /&gt;Quando saímos do batel, disse o Capitão que seria bom irmos  direitos à Cruz, que estava encostada a uma árvore, unto com o rio, para se  erguer amanhã, que é sexta-feira, e que nós puséssemos todos em joelhos e a  beijássemos para eles verem o acatamento que lhe tínhamos. E assim fizemos. A  esses dez ou doze que aí estavam acenaram-lhe que fizessem assim, e foram logo  todos beijá-la.&lt;br /&gt;Parece-me gente de tal inocência que, se homem os entendesse  e eles a nós, seriam logo cristãos, porque eles, segundo parece, não têm, nem  entendem em nenhuma crença.&lt;br /&gt;E portanto, se os degredados, que aqui hão de  ficar aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido que eles segundo a  santa intenção de Vossa Alteza, se hão de fazer cristãos e crer em nossa santa  fé, à qual praza a Nosso Senhor que os traga, porque certo, esta gente é boa e  de boa simplicidade. E, imprimir-se-á ligeiramente neles qualquer cunho, que  lhes quiserem dar. E pois Nosso Senhor, que lhes deu bons corpos e bons rostos,  como a bons homens, por aqui nós trouxe, creio que não foi sem  causa.&lt;br /&gt;Portanto Vossa Alteza, que tanto deseja acrescentar a santa fé  católica, deve cuidar da sua salvação. E prezerá a Deus que com pouco trabalho  seja assim.&lt;br /&gt;Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem cabra,  nem ovelha, nem galinha, nem qualquer outra alimária, que acostumada seja ao  viver dos homens. Nem comem senão desse inhame, que aqui há muito, e dessa  semente e fruitos, que a terra e as árvores de si lançam. E com isto andam tais  e tão rijos e tão nédios que o não somos nós tanto, com quanto trigo e legumes  comemos.&lt;br /&gt;Neste dia, enquanto ali andaram, dançaram e bailaram sempre com os  nossos, ao som dum tamboril dos nossos, maneira que são muito mais nossos amigos  que nós seus.&lt;br /&gt;Se lhes homem acenava se queriam vir às naus, faziam-se logo  prestes para isso, em tal maneira que se a gente todos quisera convidar, todos  vieram. Porém não trouxemos esta noute às naus, senão quatro ou cinco, a saber;  o Capitão-mor, dois: Simão de Miranda, um, que trazia já por pajem; e Aires  Gomes, outro, também por pajem.&lt;br /&gt;Um dos que o Capitão trouxe era um dos  hóspedes, que lhe trouxeram da primeira vez, quando aqui chegamos, o qual veio  hoje aqui, vestido na sua camisa e com ele um seu irmão; e foram esta noute mui  bem agasalhados, assim de vianda, como de cama, de colchões e lençóis, para os  mais amansar.&lt;br /&gt;Sexta-feira, 1 de maio: E hoje, que é sexta-feira, primeiro dia  de maio, pela manhã, saímos em terra, em nossa bandeira; e fomos desembarcar  acima do rio contra o sul, onde nos pareceu que seria melhor chantar a Cruz,  para melhor ser vista. Ali assinalou o Capitão o lugar, onde fizessem a cova  para a chantar.&lt;br /&gt;Enquanto a ficaram fazendo, ele com todos nós outros fomos  pela Cruz abaixo do rio, onde ela estava. Dali a trouxemos com esses religiosos  e sacerdotes diante cantando, em maneira de procissão. Eram já aí alguns deles,  obra de setenta ou oitenta; e, quando nos viram assim vir alguns se foram meter  debaixo dela, para nos ajudar. Passamos o rio, ao longo da praia e fomo-la pôr  onde havia de ficar, que será do rio obra de dois tiros de besta. Andando ali  nisso, vieram bem cento e cinqüenta ou mais.&lt;br /&gt;Chantada a Cruz, com as armas e  a divisa de Vossa Alteza, que primeiramente lhe pregaram, armaram altar ao pé  dela. Ali disse missa o Padre Frei Henrique, a qual foi cantada e oficiada por  esses já ditos. Ali estiveram conosco a ela obra de cinqüenta ou sessenta deles,  assentados todos de joelhos, assim como nós.&lt;br /&gt;E quando veio ao Evangelho, que  nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles se levantaram conosco e  alçaram as mãos, ficando assim, até ser acabado; e então tornaram-se a assentar  como nós. E quando levantaram a Deus, que nós pusemos de joelhos, eles se  puseram assim todos, como nós estávamos com as mãos levantados, e em tal maneira  sossegados, que, certifico a Vossa Alteza, nos fez muita devoção.&lt;br /&gt;Estiveram  assim conosco até acabada a comunhão, depois da qual comungaram esses religiosos  e sacerdotes e o Capitão com alguns de nós outros.&lt;br /&gt;Algum deles, por o sol ser  grande, quando estávamos comungando, levantaram-se, e outros estiveram e  ficaram. Um deles, homem de cinqüenta ou cinqüenta e cinco anos, continuou ali  com aqueles que ficaram. Esse, estando nós assim, ajuntava estes, que ali  ficaram, e ainda chamava outros. E andando assim entre eles falando, lhes acenou  com o dedo para o altar e depois apontou o dedo para o Céu, como se lhes  dissesse alguma coisa de bem; e nós assim o tomamos.&lt;br /&gt;Acabada a missa, tirou o  padre a vestimenta de cima e ficou em alva; e assim se subiu, junto com o altar,  em uma cadeira. Ali nós pregou do Evangelho e dos Apóstolos, cujo é o dia,  tratando, ao fim da pregação, deste vosso prosseguimento tão santo e virtuoso, o  que nos aumentos a devoção.&lt;br /&gt;Esses, que estiveram sempre à pregação,  quedaram-se como nós olhando para ele. E aquele, que digo, chamava alguns que  viessem para ali. Alguns vinham e outros iam-se. E, acabada a pregação, como  Nicolau Coelho trouxesse muitas cruzes de estanho com crucifixos, que lhe  ficaram ainda da outra vinda, houveram por bem que se lançasse uma ao pescoço de  cada um. Pelo que o Padre Frei Henrique se assentou ao pé da Cruz e ali, a um  por um, lançava a sua atada em um fio ao pescoço, fazendo-lha primeiro beijar e  a levantar as mãos. Vinham a isso muitos; e lançaram-nas todas, que seriam obra  de quarenta ou cinqüenta.&lt;br /&gt;Isto acabado - era já bem uma hora depois do  meio-dia - viemos a comer às naus, trazendo o Capitão consigo aquele mesmo que  fez aos outros aquela mostrança para o altar e para o Céu e um seu irmão com  ele. Fez-lhe muita honra e deulhe uma camisa mourisca e ao outro uma camisa  destoutras.&lt;br /&gt;E, segundo o que a mim e a todos pareceu, esta gente não lhes  falece outra coisa para ser toda cristã, senão entender-nos, porque assim  tomavam aquilo que nos viam fazer, como nós mesmos, por onde nos pareceu a todos  que nenhuma idolatria, nem adoração têm. E bem creio que, se Vossa Alteza aqui  mandar quem entre mais devagar ande, que todos serão tornados ao desejo de Vossa  Alteza. E por isso, se alguém vier, não deixe logo de vir clérigo para os  baptizar, porque já então terão mais conhecimento de nossa fé, pelos dois  degredados, que aqui entre eles ficam, os quais hoje também comungaram  ambos.&lt;br /&gt;Entre todos estes que hoje vieram, não veio mais que uma mulher moça,  a qual esteve sempre à missa e a quem deram um pano com que se cobrisse.  Puseram-lho a redor de si. Porém, ao assentar, não fazia grande memória de o  estender bem, para se cobrir. Assim, Senhor, a inocência desta gente é tal que a  de Adão não seria maior, quanto a vergonha.&lt;br /&gt;Ora veja Vossa Alteza se quem em  tal inocência vive se converterá ou não, ensinando-lhes o que pertence à sua  salvação.&lt;br /&gt;Acabado isto, fomos assim perante eles beijar a Cruz, despedimo-nos  e viemos comer.&lt;br /&gt;Creio, Senhor, que com estes dois degredados ficam mais dois  grumetes, que esta noite se saíram desta nau no esquife, fugidos para terra. Não  vieram mais. E cremos que ficarão aqui, porque de manhã, prazendo a Deus,  fazemos daqui nossa partida.&lt;br /&gt;Esta terra, Senhor, me parece que da ponta que  mais contra o sul vimos até outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste  porto houvemos vista, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco  léguas por costa. Tem, o longo do mar, nalgumas partes, grandes barreiras, delas  vermelhas, delas brancas; e a terra por cima toda chã e muito cheia de grandes  arvoredos. De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito  formosa.&lt;br /&gt;Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a  estender olhos, não podíamos ver senão arvoredos. que nos parecia muito  longa.&lt;br /&gt;Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa  alguma de metal ou ferro; nem 1ho vimos. Porém a terra em si é de muito bons  ares, assim frios e temperados, como os de Entre Doiro e Minho, porque neste  tempo de agora os achávamos como os de lá.&lt;br /&gt;Águas são muitas; infindas. E em  tal maneira é graciosa que, querendo aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das  águas que tem.&lt;br /&gt;Porém o melhor fruto, que dela se pode tirar me parece que  será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em  ela deve lançar.&lt;br /&gt;E que aí não houvesse mais que ter aqui esta pousada para  esta navegação de Calecute, isso bastaria. Quanto mais disposição para se nela  cumprir e fazer o que Vossa Alteza tanto deseja, a saber, acrescentamento da  nossa santa fé.&lt;br /&gt;E nesta maneira, Senhor, dou aqui a Vossa Alteza conta do que  nesta terra vi. E, se algum pouco me alonguei, Ela me perdoe, pois o desejo que  tinha de tudo vos dizer, mo fez pôr assim pelo miúdo.&lt;br /&gt;E pois que, Senhor, é  certo que, assim neste cargo que levo, com em outra qualquer coisa que de vosso  serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que,  por me fazer graça especial, mande vir da ilha de São Tome a Jorge de Osório,  meu genro - o que d' Ela receberei em muita merçê.&lt;br /&gt;Beijo as mãos de Vossa  Alteza.&lt;br /&gt;Deste Porto Seguro, da vossa Ilha da Vera Cruz, hoje, sexta-feira,  primeiro dia de maio de 1500.&lt;br /&gt;Pero Vaz de Caminha&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-7317034370589265393?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/7317034370589265393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/carta-de-pero-vaz-de-caminha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/7317034370589265393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/7317034370589265393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/carta-de-pero-vaz-de-caminha.html' title='Carta de Pero Vaz de Caminha'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-4849953343493981436</id><published>2009-08-09T18:22:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:46:29.077-07:00</updated><title type='text'>Carta-Testamento de GV</title><content type='html'>&lt;title&gt;Getúlio Vargas - Carta-Testamento  - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;A CARTA-TESTAMENTO DE GETÚLIO VARGAS (O Suicídio)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Mais uma vez, as forças e os  interesses contra o povo coordenaram-se novamente e se desencadeiam sobre  mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Não me acusam, insultam; não me  combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha  voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre  defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto.  Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros  internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de  libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei  ao Governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais  aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do  trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a  justiça da revisão do salário-mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a  liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás,  mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi  obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem  que o povo seja independente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Assumi o Governo dentro da aspiral  inflacionária que destruía os valores de trabalho. Os lucros das empresas  estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Na declaração de valores do que  importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por  ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos  defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia  a ponto de sermos obrigados a ceder.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Tenho lutado mês a mês, dia a dia,  hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em  silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo que  agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser meu sangue. Se as  aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo  brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar  sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso  lado. Quando a fome bater a vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para  a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu  pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome  será a vossa bandeira de luta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Cada gota de meu sangue será uma  chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a  resistência. Ao ódio respondo com o perdão. E aos que pensam que me derrotaram  respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida  eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu  sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu  resgate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Lutei contra a espoliação do Brasil.  Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto, O ódio, as  infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora  ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho  da eternidade e saio da vida para entrar na história.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Getúlio Vargas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-4849953343493981436?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/4849953343493981436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/carta-testamento-de-gv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4849953343493981436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4849953343493981436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/carta-testamento-de-gv.html' title='Carta-Testamento de GV'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-279999161931502716</id><published>2009-08-09T18:21:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:46:54.695-07:00</updated><title type='text'>Canudos</title><content type='html'>&lt;title&gt;GUERRA DE CANUDOS - História do Brasil - documentos históricos&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Amanhã, desde as seis horas da  manhã, toda a força estará de prontidão e em forma, oculta pelos abrigos já  existentes. Às 6 horas da manhã, a artilharia romperá o fogo que só terminará  com o toque de comando-em-chefe. Infantaria avançar. - Durante a noite os  batalhões 4º e 39º irão se reunir ao 29º, que com a 3ª brigada partirão para a  Fazenda Velha e onde irão se colocar na retaguarda do 32º e 37º. Os batalhões  9º, 22º e 34º irão render a 3ª brigada."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Durante o assalto, as forças que  estão nas linhas guardarão o maior silêncio, e cada batalhão terá uma companhia  pronta para, por ordem de cada comandante, proteger os pontos precisos, o que  fica a critério de cada um deles. Terminando o assalto, todos retirar-se-ão aos  seus lugares, onde aguardarão ordens do comandante-em-chefe."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Ao toque do comando em chefe -  Infantaria, avançar! - as brigadas 3ª e 6ª dirigir-se-ão a marche-marche para as  posições inimigas, que procurarão conquistar a baionetas, fazendo o assalto  pelos francas e retaguarda da igreja nova, salvo se a conveniência de ocasião  aconselhar outra tática, que fica a critério dos comandantes das 3ª e 6ª  brigadas. Caso haja necessidade do emprego de fogo, só se fará em última  análise, somente pelas forças assaltantes; cumpre ter o maior cuidado em fazê-lo  sempre na direção Sul-Norte, a fim de não ofender aos camaradas."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Ao toque de comando em chefe -  Infantaria, avançar! - os batalhões 26º e 5º da Bahia e ala direita da de de S.  Paulo dirigir-se-ão pelo Vaza-Barris, a tomar posição junto à margem esquerda,  abrigada no barranco esquerdo do mesmo rio, de modo que a extrema esquerda do  26º toque a trincheira do 15º e ala direita da de S. Paulo a esquerda do lugar  que agora ocupa o 25º. Durante a noite os batalhões 1º e 2º do Pará irão tomar  posição na retaguarda da ala direita do de S. Paulo, 5º de polícia e 26º de  infantaria, de modo que, saindo estes dos seus lugares, sejam imediatamente  substituídos por aqueles."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Ao toque de avançar, todo o exército  armará baioneta e ninguém fará fogo sem ordem expressa do oficial que comandar;  desde que a vitória tenha se manifestado completamente para as nossas forças, os  comandantes das brigadas assaltantes mandarão tocar alvorada; todas as bandas de  cornetas e tambores repetirão o toque, as músicas tocarão o Hino Nacional; mas  ninguém abandonará as posições. Os batalhões 9º, 22º e 34º ficarão sob o comando  do comandante da 5ª brigada."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-279999161931502716?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/279999161931502716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/canudos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/279999161931502716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/279999161931502716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/canudos.html' title='Canudos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-7133712961673549255</id><published>2009-08-09T18:20:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T21:48:33.693-07:00</updated><title type='text'>Cabanagem</title><content type='html'>&lt;title&gt;A CABANAGEM NO PARÁ - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Corajosos Paraenses, valentes  defensores da Pátria e da Liberdade! Depois de nove dias de fogo mortífero com  outras tantas noites, estamos senhores da formosa Belém, capital da província!  Os dois estrangeiros Manuel Jorge Rodrigues e João Taylor lá se vão de fugida e  duma maneira vergonhosa: o primeiro à frente de seus aguerridos e briosos  batalhões de voluntários, e o segundo à frente de sua esquadra de intrépidos  marinheiros! Esta cidade, que ainda há poucos dias era governada por um  presidente rebelde, apresentava um quadro risonho e encantador. Girava o  comércio, funcionavam todas as repartições públicas, havia sossego, paz e ordem.  Hoje o que vemos nós? Com dor o digo, esta tão bela cidade, tão cheia de  encantos, está reduzida a um montão de ruínas! Para todas as partes, onde  lançamos as nossas vistas, só vemos a imagem da dor e da tristeza!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Amados patrícios! Seremos nós os  responsáveis perante Deus por tantos males que hoje pesam sobre o Pará?  Certamente que não. Os dois monstros e fugitivos estrangeiros Jorge e Tayior  serão os únicos responsáveis diante do Ser Supremo e perante a história, pelas  grandes desgraças que hoje pesam sobre a inocente família paraense! Amparo e  proteção para milhares de famílias inocentes, que neste momento estão sob nossa  guarda! Seja cada um de vós um pai, um protetor da inocência desvalida!  Procedendo assim bem teremos merecido da pátria e das gerações  futuras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Meus amados patrícios! Eu vos  afiancei que o infame e opressor jugo estrangeiro havia de cair por terra e que  seríamos os vencedores. Realizaram-se os meus bons desejos e gratas esperanças.  Vós sois dignos do nome paraense! Vós todos, soldados da liberdade, estais  coberto de glória pelo vosso patriotismo, valor e constância! Os nossos inimigos  são os primeiros a confessar o vosso valor e heroismo! Nos combates desesperados  que sustentamos, eu fui o que menos fiz: porém sempre me achei ao vosso lado e  onde havia perigo. Era um dever de honra a cumprir. A nossa obra ainda não está  concluída, ainda resta muito a fazer. Antes de tudo, peço-vos que modereis o  vosso ardor guerreiro, e amanhã ou depois teremos que aclamar um presidente que  mereça a nossa estima, confiança e respeito. Dignos chefes de todas as colunas,  vós todos sois merecedores dos maiores louvores e elogios pelo vosso valor,  firmeza de caráter e lealdade. Vivam os descendentes dos Ajuricabas e Anagaíbas!  Vivam os paraenses livres! Viva o Pará!"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-7133712961673549255?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/7133712961673549255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/cabanagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/7133712961673549255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/7133712961673549255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/cabanagem.html' title='Cabanagem'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-5284725891977783653</id><published>2009-08-09T18:19:00.002-07:00</published><updated>2009-08-10T21:50:47.219-07:00</updated><title type='text'>Abertura dos Portos</title><content type='html'>&lt;title&gt;ABERTURA DOS PORTOS ÀS NAÇÕES AMIGAS - 1808 - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Conde da Ponte, do meu Conselho,  Governador e Capitão-General da Capitania da Bahia, Amigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Eu, o Príncipe-Regente, vos envio  muito saudar, como àquele que amo. Atendendo à representação que fizestes subir  à minha Real presença, sobre se achar interrompido e suspenso o comércio desta  Capitania, com grave prejuízo de meus vassalos e da minha Real Fazenda, em razão  das críticas e públicas circunstâncias da Europa; e querendo dar sobre este  importante objeto alguma providência pronta e capaz de melhorar o progresso de  tais danos: sou servido ordenar interina e provisoriamente, enquanto não  consolido um sistema geral, que efetivamente regule semelhantes matérias, o  seguinte: Primo: Que sejam admissivéis nas Alfândegas do Brasil todos e  quaisquer gêneros, fazendas e mercadorias, transportadas ou em navios  estrangeiros das potências que se conservam em paz e harmonia com a minha Real  Coroa, ou em navios dos meus vassalos, pagando por entrada 24 por cento; a  saber, 20 de direitos grosso, e 4 do donativo já estabelecido, regulando-se a  cobrança destes direitos pelas pautas ou aforamentos, por que até o presente se  regulam cada uma das ditas Alfândegas, ficando os vinhos, águas ardentes e  azeites doces, que se denominam molhados, pagando o dobro dos direitos que até  agora nela se satisfaziam. Secundo: Que não só os meus vassalos, mas também os  sobreditos estrangeiros, possam exportar para os portos que bem lhe parecer, a  benefício do comércio e agricultura, que tanto desejo promover, todos e  quaisquer gêneros e produções coloniais, à exceção do pau-brasil ou outros  notoriamente estancados, pagando por saída os mesmos direitos já estabelecidos  nas respectivas Capitanias, ficando entretanto como em suspenso e sem vigor  todas as leis, cartas-régias ou outras ordens, que até aqui proibiam neste  Estado do Brasil o recíproco comércio e navegação entre os meus vassalos e  estrangeiros. O que tudo assim fareis executar com o zelo e atividade que de vós  espero.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;"Escrita na Bahia, aos 28 de janeiro  de 1808.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-5284725891977783653?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/5284725891977783653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/abertura-dos-portos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5284725891977783653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5284725891977783653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/abertura-dos-portos.html' title='Abertura dos Portos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-5363462078231064725</id><published>2009-08-09T18:19:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:51:29.299-07:00</updated><title type='text'>Brasil República</title><content type='html'>&lt;title&gt;HISTÓRIA DO BRASIL REPÚBLICA - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/republica/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;b&gt;História do  Brasil República, a política durante a República, República da espada, República  Velha, Nova República, os governos republicanos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="república" src="http://www.blogger.com/proclamacaodarepublica.jpg" border="0" width="200" height="136" /&gt;&lt;br /&gt;Proclamação da República em 15 de Novembro de 1889 (Rio de  Janeiro)&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;O período que vai de 1889 a 1930 é  conhecido como a República Velha. Este período da História do Brasil é marcado  pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. O  Brasil firmou-se como um país exportador de café, e a indústria deu um  significativo salto. Na área social, várias revoltas e problemas sociais  aconteceram nos quatro cantos do território brasileiro.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A República da Espada ( 1889 a 1894 )&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Em 15 de novembro  de 1889, aconteceu a Proclamação da República, liderada pelo Marechal Deodoro da  Fonseca. Nos cinco anos iniciais, o Brasil foi governado por militares. Deodoro  da Fonseca, tornou-se Chefe do Governo Provisório. Em 1891, renunciou e quem  assumiu foi o vice-presidente : Floriano Peixoto. O militar Floriano, em seu  governo, intensificou a repressão aos que ainda davam apoio à monarquia.  &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A Constituição de 1891 ( Primeira Constituição Republicana  )&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Após o início da República havia a necessidade da elaboração de uma  nova Constituição, pois a antiga ainda seguia os ideais da monarquia. A  constituição de 1891, garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse  algumas limitações, pois representava os interesses das elites agrárias do pais.  A nova constituição implantou o voto universal para os cidadãos ( mulheres,  analfabetos, militares de baixa patente ficavam de fora ). A constituição  instituiu o presidencialismo e o voto aberto.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;República das Oligarquias&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;O período que vai de 1894 a  1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário.  Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista (PRP)  e Partido Republicano Mineiro (PRM). Estes dois partidos controlavam as  eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada. Contavam com o apoio da  elite agrária do país.&lt;br /&gt;Dominando o poder, estes presidentes implementaram  políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os  fazendeiros de café do oeste paulista.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Política do Café-com-Leite&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:12pt;"  &gt;A  maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo.  Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário  político da República. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes  acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista)  e do leite (mineiro). A política do café-com-leite sofreu duras críticas de  empresários ligados à indústria, que estava em expansão neste  período.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:'Times New Roman';font-size:12pt;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado a política  do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da  pecuária na região Sudeste, por outro, acabou provocando um abandono das outras  regiões do país. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca  atenção destes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Política dos Governadores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Montada no governo do  presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as  oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e  presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos  estados, enquanto estes políticos davam suporte a candidatura presidencial e  também durante a época do governo.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;O coronelismo&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;A figura do "coronel" era muito comum  durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do  Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico  para garantir a eleição dos candidatos que apoiava. Era usado o voto de  cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência  para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados  por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados  por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados. O coronel  também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais  como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e  violência. &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;O Convênio de Taubaté&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Essa foi uma fórmula  encontrada pelo governo republicano para beneficiar os cafeicultores em momentos  de crise. Quando o preço do café abaixava muito, o governo federal comprava o  excedente de café e estocava. Esperava-se a alta do preço do café e então os  estoques eram liberados. Esta política mantinha o preço do café, principal  produto de exportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de  café.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A crise da República Velha e o Golpe de 1930&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Em 1930  ocorreriam eleições para presidência e, de acordo com a política do  café-com-leite, era a vez de assumir um político mineiro do PRM. Porém, o  Partido Republicano Paulista do presidente Washington Luís indicou um político  paulista, Julio Prestes, a sucessão, rompendo com o café-com-leite. Descontente,  o PRM junta-se com políticos da Paraíba e do Rio Grande do Sul (forma-se a  Aliança Liberal ) para lançar a presidência o gaúcho Getúlio Vargas.&lt;br /&gt;Júlio  Prestes sai vencedor nas eleições de abril de 1930, deixando descontes os  políticos da Aliança Liberal, que alegam fraudes eleitorais. Liderados por &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/getuliovargas"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Getúlio  Vargas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, políticos da Aliança Liberal e militares descontentes,  provocam a Revolução de 1930. É o fim da República Velha e início da Era  Vargas.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Galeria dos Presidente da República Velha&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; :   Marechal Deodoro da Fonseca (15/11/1889 a 23/11/1891), Marechal Floriano Peixoto  (23/11/1891 a 15/11/1894), Prudente Moraes (15/11/1894 a 15/11/1898), Campos  Salles (15/11/1898 a  15/11/1902) , Rodrigues Alves (15/11/1902 a 15/11/1906),  Affonso Penna (15/11/1906 a 14/06/1909), Nilo Peçanha&lt;br /&gt;(14/06/1909 a  15/11/1910), Marechal Hermes da Fonseca (15/11/1910 a 15/11/1914), Wenceslau  Bráz (15/11/1914 a 15/11/1918), Delfim Moreira da Costa Ribeiro (15/11/1918 a  27/07/1919), Epitácio Pessoa (28/07/1919 a 15/11/1922),&lt;br /&gt;Artur Bernardes  (15/11/1922 a 15/11/1926), Washington Luiz (15/11/1926 a 24/10/1930).&lt;/p&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-5363462078231064725?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/5363462078231064725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/brasil-republica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5363462078231064725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/5363462078231064725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/brasil-republica.html' title='Brasil República'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3128702801353519703</id><published>2009-08-09T18:18:00.002-07:00</published><updated>2009-08-09T18:19:18.153-07:00</updated><title type='text'>Brasil Colônia</title><content type='html'>&lt;title&gt;BRASIL COLONIAL - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/colonia/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;link href="http://zone95.hotwords.com.br/img/hw_csspadrao_0_v12.css" type="text/css" rel="stylesheet"&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=4315962970643&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=cultural&amp;amp;a=8152&amp;amp;px=0&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4574428&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fcolonia%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=17989938881643&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=sociedade&amp;amp;a=5326&amp;amp;px=1&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4574428&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fcolonia%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=17807405272643&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=objetivo&amp;amp;a=4826&amp;amp;px=2&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4574428&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fcolonia%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostraPx.jsp?px=3" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;b&gt;História do  Brasil Colônia, a sociedade colonial, os portugueses no Brasil, a colonização do  Brasil,&lt;br /&gt;cultura na História do Brasil Colonial, administração  colonial&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="brasil colonial" src="http://www.blogger.com/martimafonso.jpg" border="0" width="97" height="110" /&gt;&lt;br /&gt;Martim Afonso  de Souza : pioneiro na colonização do Brasil&lt;/p&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;O Período Pré-Colonial : A fase do pau-brasil (1500 a  1530)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;A  expressão " &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/descobrimento"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;descobrimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; " do Brasil está carregada de  eurocentrismo, além de desconsiderar a existência dos &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/indiosdobrasil"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;índios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em nosso país antes da chegada dos portugueses.  Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu  em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.&lt;br /&gt;Neste período  não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra.  Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de  Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da mata  Atlântica.&lt;br /&gt;O pau-brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua  seiva, de cor avermelhada, era muito utilizada para tingir tecidos. Para  executar esta exploração, os portugueses utilizaram o escambo, ou seja, deram  espelhos, apitos, chocalhos e outras bugigangas aos nativos em troca do trabalho  (corte do pau-brasil e carregamento até as caravelas).&lt;br /&gt;Nestes trinta anos, o  Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de  fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as  terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e  contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da  coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para  tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as Expedições  Guarda-Costas, porém com poucos resultados.&lt;br /&gt;Os portugueses continuaram a  exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram do  que armazéns e postos de trocas com os indígenas.&lt;br /&gt;No ano de 1530, o rei de  Portugal organiza a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi  comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos : povoar o  território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de  cana-de-açúcar no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A fase do Açúcar ( séculos XVI e XVII )&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;O  açúcar era um produto de grande aceitação na Europa e alcançava um grande valor.  Após as experiências positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar  se adaptou bem ao clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala.  Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o  povoamento do Brasil.&lt;br /&gt;Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir  o Brasil em &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/capitaniashereditarias"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Capitanias Hereditárias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O território foi dividido em  faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os  recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer  o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema de Capitanias Hereditárias  fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e  dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco  foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios, graças aos  investimentos do rei e de empresários.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Administração Colonial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Após a tentativa fracassada de  estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil  o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. O  primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu do rei a missão de  combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola no Brasil, defender  o território e procurar jazidas de ouro e prata.&lt;br /&gt;Também existiam as Câmaras  Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram  os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O  povo não podia participar da vida pública nesta fase.&lt;br /&gt;A capital do Brasil  neste período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e  rica do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A economia colonial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A base da economia colonial  era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da  unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/escravidao"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;escrava&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e tinha como &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw17807405272643(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick17807405272643(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/colonia/#"&gt;objetivo&lt;/a&gt; principal a venda  do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção  de tabaco e algodão.&lt;br /&gt;As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou  seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando  mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.&lt;br /&gt;O Pacto Colonial imposto  por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a  metrópole.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;A &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw17989938881643(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick17989938881643(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/colonia/#"&gt;sociedade&lt;/a&gt; Colonial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A  sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No  topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de  engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e  funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem  africana.&lt;br /&gt;Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um  grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação  política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.&lt;br /&gt;A casa-grande era a  residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família,  alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas  condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Invasão holandesa no Brasil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Entre os anos de 1630 e  1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/invasaoholandesa"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;holandeses&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Interessados no comércio de açúcar, os  holandeses implantaram um governo em nosso território. Sob o comando de Maurício  de Nassau, permaneceram lá até serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu  diversos trabalhos em Recife, modernizando a cidade.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Expansão territorial : bandeiras e bandeirantes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Foram os  bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do  Tratado de Tordesilhas. Os &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;bandeirantes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; penetram no território brasileiro,  procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os  bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas  Gerais, Goiás e Mato Grosso.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;O século do Ouro : século XVIII &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Após a descoberta das  primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração.  Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por  uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do  que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro  encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.&lt;br /&gt;A  descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (  Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás ) provocou uma verdadeira "corrida do ouro"  para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias  regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o  dia.&lt;br /&gt;Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw4315962970643(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick4315962970643(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/colonia/#"&gt;cultural&lt;/a&gt; aumentou muito  nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas  plásticos do Brasil : Aleijadinho.&lt;br /&gt;Vários empregos surgiram nestas regiões,  diversificando o mercado de trabalho na região aurífera.&lt;br /&gt;Para acompanhar o  desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida para o Rio  de Janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Revoltas Coloniais e Conflitos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;Em função da exploração exagerada da metrópole ocorreram várias  revoltas e conflitos neste período:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Guerra dos Emboabas&lt;/b&gt; : os bandeirantes queriam exclusividade  na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os  paulistas que estavam explorando o ouro das minas.&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Revolta de Filipe dos Santos&lt;/b&gt; : ocorrida em Vila Rica,  representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e  das Casas de Fundição. O líder Filipe dos Santos foi preso e condenado a morte  pela coroa portuguesa.&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Inconfidência Mineira&lt;/b&gt; (1789) : liderada por Tiradentes , os  inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de Portugal. O movimento  foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3128702801353519703?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3128702801353519703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/brasil-colonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3128702801353519703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3128702801353519703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/brasil-colonia.html' title='Brasil Colônia'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3548545154051392979</id><published>2009-08-09T18:18:00.001-07:00</published><updated>2009-08-10T21:50:19.056-07:00</updated><title type='text'>Bandeirantes</title><content type='html'>&lt;title&gt;BANDEIRANTES : ENTRADAS E BANDEIRAS - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;link href="http://zone95.hotwords.com.br/img/hw_csspadrao_0_v12.css" type="text/css" rel="stylesheet"&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=1415935828036&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=aventureiros&amp;amp;a=1839&amp;amp;px=0&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4558921&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fbandeirantes%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=479072256136&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=homens&amp;amp;a=104&amp;amp;px=1&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4558921&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fbandeirantes%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=1670654924236&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=objetivo&amp;amp;a=201&amp;amp;px=2&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4558921&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fbandeirantes%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostraPx.jsp?px=3" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="180" height="135"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" name="movie"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param value="high" name="quality"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://img199.imageshack.us/img199/6417/praia.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="180" height="135"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;b&gt;História dos  Bandeirantes, as Entradas e Bandeiras na História do Brasil,&lt;br /&gt;os principais  bandeirantes que desbravaram nosso território&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="bandeirantes" src="http://www.blogger.com/bandeirantes.jpg" border="0" width="110" height="184" /&gt;&lt;br /&gt;Domingos Jorge  Velho : um dos mais importantes Bandeirantes&lt;/p&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Os Bandeirantes foram os &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw479072256136(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick479072256136(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes/#"&gt;homens&lt;/a&gt; valentes, que  no princípio da colonização do Brasil, foram usados pelos portugueses com o &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw1670654924236(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick1670654924236(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes/#"&gt;objetivo&lt;/a&gt; de lutar com  indígenas rebeldes e &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/escravidao"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;escravos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; fugitivos. &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Estes homens, que saiam de São Paulo e São Vicente, dirigiam-se  para o interior do Brasil caminhando através de florestas e também seguindo  caminho por rios, o Rio Tietê foi um dos principais meios de acesso para o  interior de São Paulo. Estas explorações territoriais eram chamadas de Entradas  ou Bandeiras. Enquanto as Entradas eram expedições oficiais organizadas pelo  governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de engenho,  donos de minas, comerciantes). &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Estas expedições tinham como objetivo predominante capturar os  índios e procurar por pedras e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram  historicamente conhecidos como os responsáveis pela conquista de grande parte do  território brasileiro. Alguns chegaram até fora do território brasileiro, em  locais como a Bolívia e o Uruguai. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Do século XVII em diante, o interesse dos portugueses passou a ser  a procura por ouro e pedras preciosas. Então os bandeirantes Fernão Dias Pais e  seu genro Manuel Borba Gato se concentraram nestas buscas desbravando Minas  Gerais. Depois outros bandeirantes foram para além da linha do Tratado de  Tordesilhas e descobriram entre muitos metais preciosos, o ouro. Muitos &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw1415935828036(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick1415935828036(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes/#"&gt;aventureiros&lt;/a&gt; os  seguiram, e, estes, permaneceram em Goiás e Mato Grosso dando início a formação  das primeiras cidades. Nessa ocasião destacaram-se: Antonio Pedroso, Alvarenga e  Bartolomeu Bueno da Veiga, o Anhanguera. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Outros bandeirantes que fizeram nome neste período foram: Jerônimo  Leitão (primeira bandeira conhecida), Nicolau Barreto (seguiu trajeto pelo Tietê  e Paraná e regressou com índios capturados), Antônio Raposo Tavares (atacou  missões jesuítas espanholas para capturar &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/indiosdobrasil"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;índios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), Francisco Bueno (missões no Sul até o  Uruguai). &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 15px; margin-right: 15px;" align="justify"&gt;Como conclusão, pode-se dizer que os bandeirantes foram  responsáveis pela expansão do território brasileiro, desbravando os sertões além  do Tratado de Tordesilhas. Por outro lado, agiram de forma violenta na caça de  indígenas e de escravos foragidos, contribuindo para a manutenção do sistema  escravocrata que vigorava no &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/colonia"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Brasil  Colônia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3548545154051392979?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3548545154051392979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/bandeirantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3548545154051392979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3548545154051392979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/bandeirantes.html' title='Bandeirantes'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-4189498982047807778</id><published>2009-08-09T18:17:00.000-07:00</published><updated>2009-08-11T21:54:44.844-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;title&gt;HISTORIA DA BALAIADA&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/balaiada/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;link href="http://zone95.hotwords.com.br/img/hw_csspadrao_0_v12.css" type="text/css" rel="stylesheet"&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=6486487210952&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=objetivo&amp;amp;a=1205&amp;amp;px=0&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4558632&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fbalaiada%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostraPx.jsp?px=1" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 12.25pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.6pt; background-repeat: repeat; background-color: white;" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-4189498982047807778?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/4189498982047807778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/balaiada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4189498982047807778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/4189498982047807778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/balaiada.html' title=''/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-8718132569293027016</id><published>2009-08-09T18:16:00.002-07:00</published><updated>2009-08-09T18:17:14.356-07:00</updated><title type='text'>Quilombos</title><content type='html'>&lt;title&gt;OS QUILOMBOS : ZUMBI E O QUILOMBO DOS PALMARES - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/quilombos/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;link href="http://zone95.hotwords.com.br/img/hw_csspadrao_0_v12.css" type="text/css" rel="stylesheet"&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=1525157100660&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=cultura&amp;amp;a=1257&amp;amp;px=0&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4568268&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fquilombos%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=11628509971660&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=habitantes&amp;amp;a=3584&amp;amp;px=1&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4568268&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fquilombos%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostraPx.jsp?px=2" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;OS QUILOMBOS : ZUMBI E O QUILOMBO DOS  PALMARES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;História dos Quilombos, os quilombolas, Zumbi dos Palmares e a  formação dos quilombos na História do Brasil,&lt;br /&gt;resistência dos negros na  História do Brasil, cultura afro-brasileira,  Zumbi dos Palmares&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="quilombos" src="http://www.blogger.com/zumbipalmares.jpg" border="0" width="120" height="152" /&gt;&lt;br /&gt;Zumbi : líder do  Quilombo dos Palmares&lt;/p&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 21.25pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.95pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;No  período de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/escravidao"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;" lang="PT" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;escravidão&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.3pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;no  Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam com  outros em igual situação &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;em  locais bem escondidos e &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;fortificados  no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas  comunidades, eles viviam de acordo com sua &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw1525157100660(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick1525157100660(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/quilombos/#"&gt;cultura&lt;/a&gt; africana,  plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter  centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da  Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 9.7pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.6pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.35pt;font-size:12pt;color:black;"  &gt;Na ocasião em que  &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.35pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Pernam&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;buco  foi invadida pelos holandeses (1630), muitos dos senhores de engenho acabaram  por abandonar&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.35pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;  suas terras. Este fato beneficiou &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;a  fuga de um grande número de escravos. Estes, após fugirem, buscaram abrigo no  Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 9.7pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.6pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Esse  fato propiciou o crescimento do Quilombo dos Palmares. No ano de 1670, este já  abrigava em torno&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.35pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;  de 50 mil escravos. Estes, também conhecidos como quilombolas, costumavam  pegar&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;  alimentos às escondidas das plantações e dos engenhos existentes em regiões  próximas; situação que incomodava os &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw11628509971660(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick11628509971660(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/quilombos/#"&gt;habitantes&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 10.45pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.95pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  &gt;Esta  situação fez com que o&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;s  quilombolas fossem combatidos tanto &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;pelos  holandeses (primeiros a combatê-los) quanto pelo governo de &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Pernambuco,  sendo que este último contou com os ser­viços do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/bandeirantes"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;" lang="PT" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;bandeirante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Domingos  Jorge Velho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 10.1pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.95pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:black;"  &gt;A luta contra  os negros de Palmares durou por volta de cinco anos; contudo, apesar de todo o  empenho e determinação dos negros chefiados por Zumbi, eles, por fim, foram  derrotados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 10.1pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.95pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;"&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:black;"  &gt;Os quilombos  representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a  cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade,  resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África.   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="background-position: 0% 50%; margin-top: 10.1pt; background-attachment: scroll; margin-left: 35px; line-height: 12.95pt; margin-right: 35px; background-repeat: repeat;color:white;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-8718132569293027016?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/8718132569293027016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/quilombos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8718132569293027016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/8718132569293027016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/quilombos.html' title='Quilombos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-3212189629065586611</id><published>2009-08-09T18:16:00.001-07:00</published><updated>2009-08-09T18:16:36.807-07:00</updated><title type='text'>Guerra dos Farrapos</title><content type='html'>&lt;title&gt;GUERRA DOS FARRAPOS - REVOLUÇÃO FARROUPILHA - História do Brasil&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/farrapos/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;GUERRA DOS FARRAPOS - REVOLUÇÃO FARROUPILHA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;b&gt;História da  Revolução Farroupilha, as causas da Guerra dos Farrapos, a tentativa&lt;br /&gt;de  independência do sul do Brasil, movimento separatista&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="guerra dos farrapos" src="http://www.blogger.com/guerrafarrapos.jpg" border="0" width="200" height="137" /&gt;&lt;br /&gt;Batalha durante a Guerra dos Farrapos&lt;/p&gt; &lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 10.1pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.6pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;A  Guerra dos Farrapos ocorreu no &lt;span style="letter-spacing: 0.2pt;"&gt;Rio Grande do  Sul na época em que o Brasil era governado pelo Regente Feijó (Período  Regencial).  Esta rebelião, gerada pelo descontentamento político, durou por uma  década (&lt;/span&gt;de 1835 a 1845).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 10.1pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.6pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  &gt;O  estopim para esta rebelião foi as grandes diferenças de ideais entre dois  partidos&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;:  um que apoiava os republicanos (os Liberais &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Exaltados)  e outro que dava apoio aos conservadores (os Legalistas). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.15pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.15pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Em  1835 os rebeldes Liberais, liderados por&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;  Bento Gonçalves da Silva, apossaram-se de &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Porto  Alegre, fazendo com que as forças&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;im&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.2pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;periais  fossem obrigadas a deixarem a região.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.15pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:12pt;"&gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Após  terem seu líder Bento Gonçalves capturado e preso, durante um confronto ocorrido  na ilha de Fanfa ( no rio Jacuí), os Liberais não se deixaram abater e  &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;sob  nova&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;liderança&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(de António Neto) obtiveram &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;outras  vitórias.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:12pt;"&gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Em  novembro de 1836, os revo&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;lucionários  proclamaram a República em Pi&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;ratini  e &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.25pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Bento  Gonçalves, ainda preso, foi nomeado presidente. Somente em1837, após fugir da  prisão, é que Bento Gonçalves finalmente&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;  assume &lt;span style="letter-spacing: 0.1pt;"&gt;a presidência da República de  Piratini.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Mesmo  com as forças do exército &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;da  regência, os farroupilhas liderados por &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Davi  Gonçalves, conquistaram a vila de &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Laguna,  em Santa Catarina, proclamando, desta forma, a &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;República  Catarinense.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.9pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.05pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Entretanto,  no ano de 1842, o governo nomeou Luiz &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.3pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Alves  de Lima e Silva&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;para  comandar as tropas que deveriam os farroupilhas.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.9pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:12pt;"&gt; &lt;o:p&gt;  &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat;color:white;" align="justify"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;Apos  três anos de batalha e várias derrotas, os "Farrapos" tiveram que &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: 0.2pt;font-size:12pt;color:black;"  lang="PT" &gt;aceitar  a paz proposta por Duque de Caxias. Com isso, em 1845, a rebelião foi  finalizada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat; background-color: white;" align="center"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 2.5pt 30px 0pt; background-position: 0% 50%; background-attachment: scroll; line-height: 12.95pt; background-repeat: repeat; background-color: white;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6779991234012334815-3212189629065586611?l=joseeducabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://joseeducabem.blogspot.com/feeds/3212189629065586611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3212189629065586611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6779991234012334815/posts/default/3212189629065586611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://joseeducabem.blogspot.com/2009/08/guerra-dos-farrapos.html' title='Guerra dos Farrapos'/><author><name>José na educação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08866364049335638439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_ldzVgXeJNHs/Sn4cZazbm9I/AAAAAAAAABA/nHON0fJW4kw/S220/Bruna+e+papai+052.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6779991234012334815.post-7627404532569446912</id><published>2009-08-09T18:15:00.001-07:00</published><updated>2009-08-09T18:15:58.317-07:00</updated><title type='text'>Getúlio Vargas - Era Vargas</title><content type='html'>&lt;title&gt;GETÚLIO VARGAS - ERA VARGAS - história, Estado Novo, biografia ....&lt;/title&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/script.jsp?cor=006600&amp;amp;n=3&amp;amp;atr=id&amp;amp;vatr=HOTWordsTxt&amp;amp;tag=div&amp;amp;p=726927931&amp;amp;h=726927931&amp;amp;id=12257&amp;amp;d=http://www.historiadobrasil.net/getuliovargas/" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;link href="http://zone95.hotwords.com.br/img/hw_csspadrao_0_v12.css" type="text/css" rel="stylesheet"&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=4328565720979&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=empregos&amp;amp;a=3364&amp;amp;px=0&amp;amp;ak=1611&amp;amp;pg=4575835&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fgetuliovargas%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=7014138341979&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=esposa&amp;amp;a=1243&amp;amp;px=1&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4575835&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fgetuliovargas%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostra.jsp?pri=4&amp;amp;c=25&amp;amp;h=14982109522979&amp;amp;id=12257&amp;amp;i=0&amp;amp;mtc=true&amp;amp;p=Geografia&amp;amp;a=1919&amp;amp;px=2&amp;amp;ak=798&amp;amp;pg=4575835&amp;amp;n1=false&amp;amp;d=http%3A%2F%2Fwww.historiadobrasil.net%2Fgetuliovargas%2F" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://zone95.hotwords.com.br/mostraPx.jsp?px=3" type="text/javascript" charset="ISO-8859-1"&gt;&lt;/script&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;GETÚLIO VARGAS - ERA VARGAS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;b&gt;Biografia de  Getúlio Vargas, Era Vargas, Revolução de 1930, Estado Novo, realizações do seu  governo, leis trabalhistas, campanha do petróleo é nosso, ditadura Vargas, vida  política, suicídio&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-left: 30px; margin-right: 30px;" align="center"&gt;&lt;img alt="getúlio" src="http://www.blogger.com/vargas.jpg" border="0" width="89" height="127" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 25px; margin-right: 25px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Biografia: &lt;/b&gt;Getúlio Dornelles Vargas (19/4/1882 - 24/8/1954)  foi o presidente que mais tempo governou o Brasil, durante dois mandatos. De  origem gaúcha (nasceu na cidade de São Borja), Vargas foi presidente do Brasil  entre os anos de 1930 a 1945 e de 1951 a 1954. Entre 1937 e 1945 instalou a fase  de &lt;a href="http://www.historiadobrasil.net/ditadura"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ditadura&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o chamado Estado Novo.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 25px; margin-right: 25px;" align="justify"&gt;Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução  de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo  seguintes, caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi  promulgada a Constituição de 1934. Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o  Estado Novo e passa a governar com   poderes ditatoriais. Sua forma de governo  passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP ( Departamento de  Imprensa e Propaganda ) para controlar e censurar manifestações contrárias ao  seu governo.&lt;br /&gt;Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do  comunismo. Enviou Olga Benário , &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw7014138341979(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onclick="hwClick7014138341979(726927931);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.historiadobrasil.net/getuliovargas/#"&gt;esposa&lt;/a&gt; do líder  comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 25px; margin-right: 25px;" align="justify"&gt;&lt;b&gt;Realizações&lt;/b&gt; : criou a  Justiça do Trabalho (1939),  instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também  conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo:  carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias  remuneradas.&lt;br /&gt;GV investiu muito na área de infra-estrutura, criando a  Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a  Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE ( Instituto  brasileiro de &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw14982109522979(event, this, '726927931'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" st
